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Acaba de ser inaugurado em Sete Rios, na freguesia de Campolide, o mais recente condomínio residencial de Lisboa. Trata-se de um edifício com 26 pisos acima do solo e mais de 50.000 metros quadrados (m2) de área de construção, com 195 apartamentos de tipologias desde T0 a T6 Duplex e 352 lugares de estacionamento.
Há vários interessados na compra do terreno da Artilharia 1, junto às Amoreiras, em Lisboa, à venda pela GNB Real Estate, subsidiária do Novobanco. O terreno faz parte do “Projecto Eleanor” e, ao que tudo indica, a Bain Capital e a Kronos Real Estate Group preparam-se para avançar com uma proposta vinculativa.
A promotora imobiliária Vanguard Properties (VP), uma das mais ativas em Portugal, nomeadamente no segmento de luxo, vai investir quatro milhões de euros na construção de 40 quilómetros de ciclovias e vias pedonais na zona da Comporta e Alcácer do Sal, bem como em mil bicicletas elétricas. Em causa está uma parceria assinada com a empresa portuguesa EPIKE BIKES, que visa promover a “mobilidade elétrica nos empreendimentos” que a empresa está a desenvolver na região da Comporta.
Comprar casa em Portugal está cada vez mais caro, tornado o acesso à habitação cada vez mais difícil para os portugueses, nomeadamente para os mais jovens. Até porque os custos de financiamento também estão mais elevados por via da subida dos juros.
A Vanguard Properties (VP) tem sido uma das promotoras imobiliárias mais ativas no mercado residencial nacional nos últimos anos, sobretudo no segmento de luxo. A empresa está, também, a fazer várias parcerias no país e a alargar a área de atuação. Depois de adquirir 50% do capital da Ecosteel e de comprar a Covipor, a VP está em vias de fechar o negócio da aquisição de 50% da empresa industrial Bamer ao grupo Higher, que tem como negócio a produção de divisórias para escritório e carpintarias tailor-made para escritórios, habitação e hotelaria.
A Vanguard Properties (VP), uma das promotoras imobiliárias mais ativas no setor em Portugal, nomeadamente no segmento de luxo, investiu 12 milhões de euros na compra da Covipor, uma fábrica do grupo Saint-Gobain que opera na transformação de vidro para o mercado da construção civil e decoração. Trata-se de uma empresa que tem um volume de negócios de 18 milhões de euros e quase 100 trabalhadores.
O Governo comprometeu-se, no programa Mais Habitação, a ceder património público devoluto (imóveis e terrenos) ao setor privado, de forma a aumentar a oferta de habitação em Portugal, nomeadamente para a classe média e a custos acessíveis à generalidade das pessoas. Uma iniciativa que é vista com bons olhos por parte dos promotores imobiliários, mesmo aqueles que operam mais no segmento de luxo, como a Vanguard Properties (VP).
O tema fez correr muita tinta em 2021. Cristiano Ronaldo viu-se obrigado a destruir a marquise que foi construída na penthouse de luxo que tem no topo do prédio número 203 da Rua Castilho, em Lisboa, uma obra que tinha sido realizada sem autorização. Sabe-se agora que no lugar dessa infraestrutura foi construída uma pérgola, com o aval da Câmara Municipal de Lisboa (CML).
Cristiano Ronaldo vai voltar a fazer obras na penthouse de luxo situada no edifício Castilho 203, uma das zonas mais exclusivas de Lisboa. Depois da polémica marquise no terraço do apartamento, que teve de ser demolida em 2021, o futebolista recebeu autorização da autarquia da capital para construir uma pérgola naquele espaço.
O Governo de António Costa apresentou o pacote de medidas “Mais Habitação” na passada quinta-feira que caiu como uma bomba no setor imobiliário. A ideia do Executivo socialista passa por intervir diretamente no mercado para criar mais oferta de habitação e, assim, ajustar preços. Mas os promotores, investidores, autarcas e associações do mercado muito têm criticado o fim dos vistos gold e das novas licenças para Alojamento Local, assim como o novo mecanismo ao controlo das rendas. Há ainda medidas que são vistas com bons olhos, como é o caso da simplificação dos licenciamentos.
A oferta de habitação em Portugal continua a não ser suficiente para tanta procura. O tema não é novo, mas há mais um caso que vem provar isso mesmo. A procura por casas no ‘Muda Reserve’, um empreendimento que será construído pela Vanguard Properties, no concelho de Grândola, por exemplo, supera em mais de 18 vezes a oferta disponível.
“Portugal está no radar do investimento imobiliário”. “Portugal é um refúgio para os investidores imobiliários”. Estas são algumas das ideias que vários players do setor, entre eles mediadores, consultores e promotores, têm vincado ao longo dos últimos anos. E a verdade é que o país parece continuar a ser um destino apetecível, quer numa ótica de investimento particular, através da compra de casas, por exemplo, quer numa perspetiva institucional, com fundos que estão particularmente atentos a negócios imobiliários em solo nacional. Continuará a ser esta uma tendência, em tempos conturbados como os que se vivem, marcados por inflação alta e taxa de juros a subir? A resposta a esta e outras perguntas é dada por quem anda no terreno, os promotores imobiliários.
Agilizar os processos de licenciamento, aumentar a oferta de habitação, nomeadamente a destinada à classe média, e dinamizar o mercado de arrendamento. Estas têm sido algumas das medidas revindicadas pelos vários players do setor imobiliário em Portugal nos últimos anos. O que tem sido feito e o que ainda é preciso fazer no setor da promoção imobiliária? O idealista/news faz um raio-x ao mercado e dá voz a quem investe e tem a responsabilidade de desenvolver os projetos residenciais que, mesmo com atrasos, saem do papel. Eis os resultados.
O grupo Vanguard Properties anunciou hoje um investimento de 30 milhões de euros na Ecosteel, empresa sediada na Póvoa do Varzim, que inclui a aquisição de 50% do capital da empresa, o reforço do capital e apoio ao desenvolvimento comercial.
A construção de dois prédios de habitação de 19 andares no Espargal, em Oeiras (Lisboa), promete dar que falar. Em causa está a Proposta de Delimitação da Unidade de Execução do Espargal, conhecida como Torres do Espargal, que foi aprovada em reunião extraordinária da Câmara Municipal de Oeiras, tendo sido colocada em discussão pública entre 9 de dezembro e 5 de janeiro de 2023. Há, no entanto, uma petição pública contra o projeto, que foi lançada por um grupo de cidadãos residentes no concelho e que já conta com mais de mil assinaturas. A mesma pretende que a proposta seja debatida na Assembleia Municipal de Oeiras.
Casas pré-fabricadas (de madeira, betão ou aço), casas modulares, casas móveis, casas em contentores ou casas passivas. Tudo novos tipos de construção que continuam a conquistar o mercado, ano após ano - e 2022 não foi diferente. São uma alternativa à construção tradicional, e assumem uma posição cada vez mais forte no mercado. A procura aumentou, e a oferta tenta dar resposta com propostas inovadoras, também no universo da arquitetura e design. Cá dentro e lá fora, passamos em revista alguns projetos que marcaram o ano.
A Alantra recebeu mais de 20 propostas não vinculativas para a compra dos projetos imobiliários que a VIC Properties pôs à venda. Entre eles está o empreendimento Prata Riverside Village, em Marvila, os terrenos da Matinha, também em Lisboa, e a Herdade do Pinheirinho, em Melides.
O Infinity é um dos maiores projetos residenciais de Lisboa e já vendeu 185 apartamentos, na sua maioria a portugueses. O empreendimento representa um investimento total de 90 milhões de euros e estará concluído no início de 2023.
Nasceu em Porches, no Algarve, um eco-resort de 4 estrelas constituído por 20 ‘villas’, no total de 55 apartamentos com tipologias do T1 a T3. O White Shell, assim se chama, é um projeto da Vanguard Properties, que representou um investimento de 24 milhões de euros. O empreendimento está em comercialização.
A zona da Comporta vai ter um hub escolar inovador em 2024, que será desenvolvido pela promotora imobiliária Vanguard Properties (VP) e pela Brave Generation Academy (BGA), serviço de ensino inovador fundado pelo empresário Tim Vieira. Em causa está um investimento superior a um milhão de euros, tendo as duas empresas assinado um memorando de entendimento que visa a construção e desenvolvimento do projeto.