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Um contrato de arrendamento, como o nome indica, é o documento legal que vincula duas partes a um acordo de utilização de um imóvel.
O Programa Porta 65 – Jovem, que visa apoiar o arrendamento de habitações para residência, atribuindo uma percentagem do valor da renda como subvenção mensal, vai chegar a mais pessoas em 2023. Isto porque o próximo concurso, agendado para abril do próximo ano, já terá as rendas máximas atualizadas, em linha com os limites definidos no Programa de Arrendamento Acessível (PAA), que atribui apoios mais elevados que os que são concedidos através do Porta 65. A garantia foi dada pela secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves. Esta era, de resto, uma das medidas previstas para o setor da habitação no Orçamento do Estado para 2022 (OE2022).
As pressões vindas da Europa convergem num só sentido: tornar os edifícios mais sustentáveis no médio prazo. Mas a maioria dos players do mercado imobiliário português ainda não estão comprometidos em reduzir as emissões de CO2.
O Governo vai avaliar a possibilidade de alargar o limite de 2% à atualização das rendas aos valores estipulados em novos contratos de arrendamento, uma medida que para já se aplica apenas aos contratos celebrados até ao final de 2021. A garantia foi dada pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, esta segunda-feira (7 de novembro de 2022).
O investimento estrangeiro por via dos vistos gold viu-se confrontado com novas regras no início de 2022. Com a entrada em vigor do novo diploma, a atribuição dos vistos dourados deixou de abranger o investimento imobiliário realizado no litoral e nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, na tentativa de canalizar capital para o interior do país. Mas as autorizações de residência para atividade de investimento (ARI) concedidas este ano, ainda não refletem os efeitos práticos desta normativa, uma vez que dizem respeito a candidaturas realizadas antes das alterações à lei entrarem em vigor, não contemplando as novas regras.
A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) disse que vai propor que o limite de aumento das rendas se aplique não só aos contratos em vigor, mas também aos novos contratos porque as rendas “não podem” subir mais.
“O BE, das várias propostas que terá sobre inflação e habitação neste Orçamento do Estad
Casas-museu, hotéis, alojamentos locais, palcos de concertos, mas também cenários para filmagens, casamentos e outras cerimónias. As casas históricas fazem parte do património imobiliário do país e ajudam a fomentar a economia local. Quase sempre mudam de mãos por heranças, mas há cada vez mais investidores - sobretudo estrangeiros - de olho nestes ativos para comprar. O grande desafio para os proprietários são os custos de manutenção e também a fatura de energia. Algumas acabam em ruínas, pela falta de verbas, mas a Associação Portuguesa das Casas Antigas (APCA) está a trabalhar com o Governo para ajudar a manter e revitalizar este setor, que emprega cerca de 4.000 pessoas e move perto de 400 milhões de euros por ano.
A celebrar a sua 10.ª edição, a Semana da Reabilitação Urbana (SRU) está de regresso à cidade do Porto, de 22 a 24 de novembro. O evento vai decorrer no Palácio da Bolsa e dará destaque a temas relacionados com o acesso à habitação, a sustentabilidade e o investimento imobiliário. Uma vez mais, a iniciativa conta o apoio do idealista enquanto portal oficial.
O mercado imobiliário vive um momento de incerteza. Pela primeira vez numa década, o Banco Central Europeu aumentou a taxa de refinanciamento para 2%, tendo um impacto direto no imobiliário, já que afeta a concessão de crédito habitação. Além disso, os preços das casas em Portugal subiram 17,8% no segundo trimestre deste ano face ao período homólogo, colocando o preço das casas em 1.494 euros/m2, em termos medianos. Face a este panorama, explicamos tudo o que tens de saber para fazer o negócio da tua vida com cautela num momento em que a inflação em Portugal chegou aos 10,2% em setembro.
Há mais um edifício de escritórios no mercado. A promotora imobiliária Avenue quer vender o edifício Lumnia, integrado no complexo de escritórios EXEO Office Campus, em Lisboa. E quer fechar o negócio imobiliário por um valor compreendido entre os 150 e 160 milhões de euros.
O Governo aprovou esta quinta-feira, dia 3 de novembro, uma proposta de Programa Nacional de Habitação, que prevê no seu conjunto 22 medidas e um investimento de 2,377 mil milhões de euros até 2026 para aumentar o parque público de habitação.
Este diploma foi apresentado em conferência de impr
Foi em 2012, em plena crise financeira, que se começou a escrever a história dos vistos gold em Portugal. Durante 10 anos, este programa ajudou a alavancar a economia e a dinamizar o imobiliário, atraindo investimento estrangeiro. Mas, esta semana, o primeiro-ministro admitiu que o Governo está a avaliar o fim dos vistos gold. Surpreendido e preocupado com este anúncio, o setor imobiliário recusa-se a colocar um ponto final na história dos golden visa, acreditando que há antes um novo capítulo para se escrever sobre os vistos dourados, que passa por colocar em prática um conjunto de soluções.
A polémica volta a estar instalada em torno dos vistos gold, depois do primeiro-ministro ter admitido que o Governo está a avaliar o fim deste programa para obtenção de autorização de residência em Portugal. Este programa criado em 2012 captou investimento estrangeiro na ordem dos 6,56 mil milhões de euros até setembro, tendo sido a sua grande maioria alocado ao setor imobiliário. Em reação à avaliação do fim dos vistos gold pelo Governo, Hugo Santos Ferreira, presidente da APPII, afirma que o setor imobiliário viu "com grande surpresa, mas também preocupação e consternação este anúncio".
A Câmara Municipal do Porto decidiu que vai manter os valores das rendas apoiadas no próximo ano, sendo que a última vez que a empresa municipal atualizou as rendas apoiadas foi em abril de 2019. A autarquia estima que cerca 30 mil portuenses moram em habitação pública municipal em regime de ar
Num momento em que os preços das casas estão em alta e o rendimento das famílias está em quebra, há boas notícias para quem quer viver em Lisboa e precisa de habitação acessível. A Câmara Municipal de Lisboa (CML) destinou ao Programa de Arrendamento Apoiado (PAA) 200 fogos já em processo
Encontrar uma casa para viver é um desafio que muitas famílias enfrentam hoje em dia. Isto porque, por um lado, os agregados veem os rendimentos pressionados pela inflação que atingiu os 10,2% em outubro. E, por outro, os preços das casas para comprar e para arrendar estão em alta. Segundo o índice de preços do idealista, os preços das casas para arrendar em Portugal apresentaram uma subida de 2,7% em outubro face ao mês anterior. Arrendar casa tinha um custo mediano de 12,1 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de outubro deste ano.
A dinamização do mercado de arrendamento em Portugal é um objetivo há muito definido pelo Governo, mas a compra e venda de casa parece continuar a estar a “ganhar terreno” ao arrendamento. Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmam isso mesmo. Este ano, por cada novo contrato de arrendamento habitacional são concluídas duas operações de venda de casa em Portugal, um rácio que tem vindo a aumentar nos últimos dois anos.
Os projetos Multifamily na Europa, big box, logística urbana, escritórios da zona CBD e residências de estudantes são os cinco setores onde os investidores preveem um maior investimento ao longo dos próximos 12 meses. Esta é uma das conclusões a retirar de um inquérito realizado pela Savills a investidores imobiliários com um total de ativos na região EME (Europa e Médio Oriente) sob gestão superior a 500 mil milhões de euros.
Os preços das casas vão baixar ou continuarão a subir, mesmo em tempos de perda de poder de compra e de prestações do crédito habitação a subir? A resposta a esta pergunta é sempre difícil de dar. Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal, diz que “o que está a influenciar os preços dos imóveis é uma crónica escassez da oferta em venda no mercado”, sendo “este o principal fator que está na origem da subida dos preços que se tem vindo a registar”. Considera, no entanto, que a mediadora já está a “registar um aumento do tempo médio de venda dos imóveis no mercado, o que levará a um aumento progressivo do stock de imóveis em comercialização, nos próximos meses”.
O cheque de 125 euros, apoio extraordinário do Estado para ajudar as famílias a mitigar os efeitos da inflação e da subida dos juros, continua envolto em polémica. Às dúvidas relativamente a quem tem direito a recebê-lo e ao caos nos pagamentos (ou falta deles), junta-se agora o facto de haver milionários a receber esta ajuda dada pelo Governo, nomeadamente cidadãos estrangeiros titulares de vistos gold, atribuído por exemplo a quem compra casas acima dos 500.000 euros. E há ainda quem tenha recebido 33 cheques de 125 euros na mesma morada.