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Resultados da pesquisa

Falta de casas em Lisboa

“Não há razão nem desculpa para haver 160 mil imóveis vazios na AML”

A falta de habitação é uma questão bem presente na Grande Lisboa. Com a subida dos preços das casas, cerca de 62% das famílias que vivem na Área Metropolitana de Lisboa (AML) têm de despender mais de 40% do seu rendimento para conseguir arrendar ou comprar casa. Mas, apesar da elevada procura e de haver vários incentivos à reabilitação de imóveis, há ainda cerca de 160.000 casas vazias na Grande Lisboa. “Não há, de facto, razão nem desculpa para estes imóveis estarem vazios”, sublinha Ana Pinho, ex-secretária de Estado da Habitação, em entrevista ao idealista/news.
Alojamento Local

Alojamento Local: novas regras de Bruxelas com foco na transparência

A Comissão Europeia apresentou uma proposta de regulamento para “aumentar a transparência” no domínio do arrendamento de alojamentos de curta duração e ajudar as autoridades públicas a garantir o seu “desenvolvimento equilibrado” como parte de um setor do turismo sustentável. Para Eduardo Miranda, presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), a proposta “é um passo em frente mas não resolve o problema principal, que é a fragmentação de leis” a nível local.
Rendas acessíveis em Almada

Rendas acessíveis: vão ser construídas (para já) 208 casas em Almada

O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), que é tutelado pelo Ministério da Habitação, vai avançar com a construção de 24 habitações de renda acessível em Alcaniça, Monte da Caparica (na Margem Sul de Lisboa), num investimento de cerca de quatro milhões de euros. Esta será a primeira fase do Plano Integrado de Almada (PIA), que prevê ainda a construção de 28 habitações na Quinta do Olho de Vidro e 156 em Alfazina. Serão construídas, desta forma, 208 casas, num investimento de 31,1 milhões de euros financiados no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Descontos imobiliários da Clikalia em Portugal na Black Friday

Clikalia com descontos de 300.000 euros em casas na Black Friday

Especialistas no setor do imobiliário e conscientes da situação atual do país, empresas como a Clikalia pretendem dar resposta às necessidades do mercado. A iBuyer número um da Europa e do México oferece, de 21 a 27 de novembro, descontos num total de 300.000 euros em mais de 15 imóveis em Lisboa.  
Arrendar a casa rápido em Portugal

Arrendamentos expresso: 19% da oferta fica menos de 24h no mercado

Há falta de casas para arrendar no mercado residencial para tanta procura. E, em resultado, o valor das rendas sobe e as habitações ficam pouco tempo no mercado. Em concreto, cerca de 19% das casas arrendadas através do idealista durante o mês de outubro estiveram menos de 24 horas no mercado, segundo um estudo publicado pelo idealista, o Marketplace imobiliário do sul da Europa. A maior fatia de "arrendamento expresso" é de casas com rendas mais acessíveis.
Governo quer aproveitar o património imobiliário do Estado

“Aproveitar o património devoluto do Estado é fundamental”

“Aproveitar o património devoluto do Estado é fundamental”, nomeadamente para reforçar a oferta do parque habitacional público. A garantia foi dada por Marina Gonçalves, secretária de Estado da Habitação, ao idealista/news, à margem da sua intervenção no V Congresso da Associação Portuguesa das Empresas de Gestão e Administração de Condomínios (APEGAC), que se realizou dia 11 de novembro no Tagus Park, em Oeiras. 
Comprar segunda casa em Portugal

Portugal é o melhor país para comprar segunda habitação – porquê?

Comprar uma segunda casa é a opção de muitos estrangeiros, seja para viver ou passar férias. E a qualidade de vida e a segurança são fatores que pesam na hora de escolher um país, além dos preços das casas. É por isso que Portugal é considerado o melhor país para comprar a segunda habitação entre 34 países da OCDE. Estão a chegar cada vez mais estrangeiros a Portugal para comprar uma segunda casa, que vêm, sobretudo, de territórios onde a instabilidade política está instalada, como é o caso dos EUA, Brasil, Reino Unido, Rússia ou da Ucrânia, explicam players do imobiliário ao idealista/news.
alojamento local

IMI para imóveis de Alojamento Local agravado em 100%

O PS propõe que as autarquias possam agravar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) até 100% no caso de imóveis que estejam a ser usados para o alojamento local. Em causa está a alteração ao Orçamento do Estado para 2023 (OE2023) apresentada pelo Grupo Parlamentar do PS.
Viver em Portugal

Paz reina em Portugal: como é viver no 6º país mais seguro do mundo?

Viver num ambiente de paz tornou-se essencial num momento em que a guerra está instalada no espaço europeu. O conflito armado na Ucrânia já leva 7 meses e, mesmo assim, a Europa continua a ser considerada a região mais pacífica do mundo em 2022, de acordo com o Instituto de Economia e Paz (IEP). É aqui que se localizam 7 dos 10 países mais seguros do planeta. E Portugal é um deles. A segurança sentida em território nacional tem atraído várias famílias para viver, sejam investidoras ou não. Mas comprar ou arrendar casa em Portugal está mais caro e o poder de compra a diminuir devido à inflação.
mansão de Shakira em Miami

Shakira muda-se para mansão em Miami após separação de Piqué

O famoso casal Shakira e Piqué chegou a um acordo de divórcio pelo qual a artista manterá a custódia dos seus dois filhos, Milan e Sasha, depois de anunciar a separação há cinco meses. Após oito anos de convivência em Barcelona, ​​devido aos compromissos profissionais do jogador de futebol, a cantora colombiana vai mudar-se para uma mansão espetacular em Miami que colocou à venda em 2018 por 10 milhões de euros.
Negócio imobiliário em Caminha

Acordo imobiliário em Caminha: secretário de Estado afasta ilegalidade

A construção do Centro de Exposições Transfronteiriço (CET) em Caminha está sob o olhar atento do Ministério Público, dado o pagamento adiantado de 300 mil euros em arrendamento do espaço ao promotor do projeto em 2020. O autor deste negócio imobiliário foi o, então, presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves, que é hoje secretário de Estado-Adjunto do primeiro-ministro. Falando pela primeira vez sobre este tema, Miguel Alves não admite “nenhum cenário de ilegalidade” sobre este caso, sublinhando que “os factos falam de legalidade, de transparência e de interesse público”.