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O mercado de arrendamento é para muitos o que mais se adequa hoje em dia. Por circunstâncias pessoais ou devido aos novos modos de vida, mais dinâmicos e flexíveis, onde muitas vezes há mobilidade profissional e familiar. E na hora de procurar uma casa para morar sozinho há que orientar as escolhas consoante o orçamento, que está mais apertado dada a alta inflação que se faz sentir em Portugal. Entre as opções em cima da mesa poderá estar arrendar um estúdio ou arrendar um quarto numa casa partilhada. Mas a diferença de preços entre os dois pode ser significativa para algumas carteiras, sendo que a privacidade de um estúdio acaba por sair duas vezes mais cara, mostra um estudo do idealista.
O Governo assegurou que "está a trabalhar na agilização de procedimentos" referentes ao Programa de Arrendamento Acessível (PAA), ao abrigo do qual foram celebrados "950 contratos" desde 2019. O Ministério das Infraestruturas e da Habitação respondeu assim às perguntas enviadas pela Lusa na sequência das críticas feitas pela Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), que considerou que o PAA "está muitíssimo longe de cumprir os objetivos" declarados quando foi criado, em 2019.
A aposta no Build to Rent, ou seja, na construção de casas para arrendar, está cada vez mais no radar da MVGM, empresa de gestão de ativos imobiliários de origem holandesa que “aterrou” em Portugal no final de 2019, meses antes do súbito aparecimento da pandemia da Covid-19. Uma prioridade, de resto, que também não está a passar ao lado do Governo. “A área em que nesta altura estamos a apostar, e na qual estamos a trazer de fora um grande conjunto de conhecimentos e de boas práticas, é no setor residencial”, diz ao idealista/news Miguel Kreiseler, Managing Director da MVGM Portugal.
A morada de família é aquela onde, de forma permanente, estável e duradoura, está o centro da vida familiar. Os membros do casal devem escolher, de comum acordo, a residência do agregado familiar, tendo em conta, nomeadamente, as exigências profissionais e os interesses dos filhos.
O elevado número de inscritos nas hastas públicas relativas a bancas e lojas ainda disponíveis no Mercado do Bolhão levaram a Câmara do Porto a alterar o local da realização das mesmas para o Teatro Rivoli, foi hoje anunciado.
Entre janeiro e novembro de 2022, o Programa de Arrendamento Acessível (PAA) conseguiu atrair “pouco mais de 400 alojamentos”, segundo a Associação Lisbonense de Proprietários (ALP). Para a associação, o programa está “muitíssimo longe”de cumprir os objetivos declarados aquando da sua criação em 2019, e revela um “fracasso” da Nova Geração de Políticas de Habitação do Governo.
O Governo quer tornar o programa de arrendamento acessível apetecível para os fundos de investimento imobiliário e, para isso, pretende alterar a lei para conceder benefícios fiscais a estes organismos. A medida consta da proposta de lei do Programa Nacional de Habitação (PNH) enviada pelo Executivo ao Parlamento.
As famílias que procuram, hoje, uma casa para viver na Grande Lisboa deparam-se com um mercado residencial mais caro. Os preços das casas para comprar e para arrendar subiram a um ritmo mais elevado do que os rendimentos disponíveis nos últimos anos.
A falta de habitação é uma questão bem presente na Grande Lisboa. Com a subida dos preços das casas, cerca de 62% das famílias que vivem na Área Metropolitana de Lisboa (AML) têm de despender mais de 40% do seu rendimento para conseguir arrendar ou comprar casa. Mas, apesar da elevada procura e de haver vários incentivos à reabilitação de imóveis, há ainda cerca de 160.000 casas vazias na Grande Lisboa. “Não há, de facto, razão nem desculpa para estes imóveis estarem vazios”, sublinha Ana Pinho, ex-secretária de Estado da Habitação, em entrevista ao idealista/news.
A Câmara do Porto e o Governo vão formalizar esta sexta-feira (18 de novembro de 2022) o acordo para reabilitar as ilhas da Lomba, fruto de um investimento de 7,7 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), revelou a autarquia.
A falta de acesso à habitação na Área Metropolitana de Lisboa “é mais premente” na zona norte, mas o aumento dos preços está a expandir-se a todos os municípios e a acentuar-se nos limítrofes, revela um estudo.
A Comissão Europeia apresentou uma proposta de regulamento para “aumentar a transparência” no domínio do arrendamento de alojamentos de curta duração e ajudar as autoridades públicas a garantir o seu “desenvolvimento equilibrado” como parte de um setor do turismo sustentável. Para Eduardo Miranda, presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), a proposta “é um passo em frente mas não resolve o problema principal, que é a fragmentação de leis” a nível local.
Queres colocar uma casa à venda? Queres arrendar casa? É importante que tenhas em conta que a qualidade do anúncio vai influenciar o resultado do teu negócio. E para criar um anúncio imobiliário que gere impacto junto do público importam vários fatores.
O ministro das Infraestruturas e da Habitação classificou esta quarta-feira (16 de novembro de 2022) como histórico o arranque da primeira obra de construção de raiz de habitação para renda acessível pelo Estado, o que não se verificava há mais de 40 anos.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), que é tutelado pelo Ministério da Habitação, vai avançar com a construção de 24 habitações de renda acessível em Alcaniça, Monte da Caparica (na Margem Sul de Lisboa), num investimento de cerca de quatro milhões de euros. Esta será a primeira fase do Plano Integrado de Almada (PIA), que prevê ainda a construção de 28 habitações na Quinta do Olho de Vidro e 156 em Alfazina. Serão construídas, desta forma, 208 casas, num investimento de 31,1 milhões de euros financiados no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Especialistas no setor do imobiliário e conscientes da situação atual do país, empresas como a Clikalia pretendem dar resposta às necessidades do mercado. A iBuyer número um da Europa e do México oferece, de 21 a 27 de novembro, descontos num total de 300.000 euros em mais de 15 imóveis em Lisboa.
A isenção de IMT aos jovens até 35 anos que comprem casa até 250 mil euros é uma das medidas propostas no orçamento municipal de Lisboa para 2023. E, segundo as contas do vereador das Finanças, este apoio poderá dar um benefício máximo de 8.322 euros aos jovens.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) vai sortear 26 casas em todo o país, no âmbito da promoção de respostas públicas ao arrendamento acessível. Os concursos arrancam esta terça-feira, dia 15 de novembro de 2022, e estendem-se até dia 12 de dezembro.
Há falta de casas para arrendar no mercado residencial para tanta procura. E, em resultado, o valor das rendas sobe e as habitações ficam pouco tempo no mercado. Em concreto, cerca de 19% das casas arrendadas através do idealista durante o mês de outubro estiveram menos de 24 horas no mercado, segundo um estudo publicado pelo idealista, o Marketplace imobiliário do sul da Europa. A maior fatia de "arrendamento expresso" é de casas com rendas mais acessíveis.
Para fazer face à inflação e aumento do custo de vida, o Governo decidiu criar um pacote de medidas que prevê um travão de 2% à subida das rendas em 2023. A regra vai aplicar-se a todos os contratos: habitacionais e não habitacionais, tais como escritórios ou centros comerciais.