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Hoje, vive-se um momento em que incerteza é a palavra de ordem, dentro e fora do país. Ninguém sabe ao certo quando se vai atingir o pico da inflação, até que patamar os juros podem subir, como vai evoluir a crise energética ou até onde a guerra da Ucrânia poderá escalar. A somar a este contexto, juntou-se uma nova variável de instabilidade no plano nacional: uma polémica revisão constitucional, 17 anos depois de se realizar a última em 2005. Lançado pelo Chega, o processo conta com propostas de alteração à Constituição Portuguesa de todos os oito partidos com assento parlamentar.
O Orçamento do Estado para 2023 (OE2023) obteve luz verde na semana passada e traz um conjunto de medidas que vão fazer diferença na vida das famílias já no próximo ano. Como? Ao congelar os preços dos passes para os transportes públicos, ao limitar a subida de rendas e das contas de energia, ao aliviar a pressão das subidas de juros no crédito habitação e ao apoiar os jovens, por via de reduções de IRS e de subsídios para o arrendamento de habitação. Mas o que muda, em concreto, na habitação e imobiliário já em 2023? O idealista/news analisou o OE2023 e explica tudo.
O PS na Câmara Municipal de Lisboa vai votar contra a isenção do pagamento do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) para jovens até aos 35 anos que comprem casa até ao valor de 250.000 euros. Esta era uma das propostas de Carlos Moedas, presidente da autarquia (PSD/CDS-PP), que governa sem maioria absoluta. Em alternativa, os socialistas irão propor a criação do Subsídio de Arrendamento Jovem, anunciou esta sexta-feira (25 de novembro de 2022) o partido.
No próximo ano, os senhorios podem aumentar as rendas das casas e lojas acima do travão de 2% imposto pelo Governo, até ao máximo de 2,43%, sem que isso seja ilegal. Mas como? Na prática, os proprietários podem adicionar o aumento de 0,43% que não aplicaram este ano ao teto de 2% e manter os benefícios fiscais – desde que os contratos estejam em vigor desde dezembro de 2021.
A vereadora da Habitação na Câmara de Lisboa vai voltar a propor um programa especial de renda acessível dirigido a quem vive ou tenha residido nos últimos 10 anos na cidade, proposta anteriormente chumbada pela oposição.
Os deputados aprovaram esta quinta-feira (24 de novembro de 2022) uma proposta do PS de alteração ao Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) que atribui uma isenção de IRS e IRC aos rendimentos obtidos através de arrendamento a custos acessíveis para alojamento estudantil no âmbito de programas municipais.
O pagamento antecipado de rendas não pode superar os dois meses, segundo uma proposta do Bloco de Esquerda aprovada esta quinta-feira no Parlamento, e que visa combater “os abusos de garantias” que atualmente são pedidas pelos senhorios aos inquilinos no momento de assinar um novo contrato de arrend
Os deputados aprovaram uma proposta do PS de alteração ao Orçamento do Estado para 2023 (OE2023) que exclui os senhorios que interrompam contratos de arrendamento antes do prazo de usufruir do benefício fiscal que compensa travão ao aumento das rendas.
A proposta foi aprovada, esta quarta-feira, co
Em Portugal, existem mais de 151 mil casas que têm contratos de arrendamento celebrados antes de 1990. O universo de rendas antigas representa 16% do total de alojamentos arrendados até 2021, segundo mostram os dados dos Census 2021 divulgados pelo INE. E cerca 79% das famílias com rendas antigas pagam aos senhorios menos de 200 euros por mês. Mas qual será o futuro das rendas antigas? Poderão as rendas congeladas há dez anos serem atualizadas no futuro? Ainda não há uma decisão tomada, mas o Governo aguardava os resultados dos Census 2021 para tomar uma decisão sobre esta matéria.
Muito mudou em dez anos, sobretudo, o modo de viver em Portugal. Agora, há mais 18% de pessoas que vivem sozinhas nas suas casas, mostram os dados dos Census 2021 publicados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O aumento de famílias constituídas por só uma pessoa incentiva o mercado residencial a adaptar a sua oferta, colocando mais casas no mercado com apenas um quarto ou estúdios, por exemplo. Mas quais são as principais tendências na habitação identificadas em 2021? O idealista/news explorou os dados definitivos dos Census 2021 e explica tudo.
Com a mobilidade profissional – e até familiar - que existe nos dias de hoje, o mercado de arrendamento torna-se um regime mais atrativo para muitas famílias, dada a sua flexibilidade. E há cada vez mais famílias a optar por arrendar casa em Portugal. Os dados definitivos dos Census 2021, publicados esta quarta-feira, dia 23 de novembro, mostram que o número de casas arrendadas em Portugal aumentou 16% nos últimos dez anos. E como a oferta de casas para arrendar não acompanhou a procura, o valor médio das rendas deu o salto de 42,1% numa década.
A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou esta terça-feira (22 de novembro de 2022) uma recomendação da Iniciativa Liberal (IL) para que a câmara proceda à suspensão automática do agravamento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) sobre prédios devolutos em ruínas que aguardam resposta ao pedido de licenciamento de obra.
O mercado de arrendamento é para muitos o que mais se adequa hoje em dia. Por circunstâncias pessoais ou devido aos novos modos de vida, mais dinâmicos e flexíveis, onde muitas vezes há mobilidade profissional e familiar. E na hora de procurar uma casa para morar sozinho há que orientar as escolhas consoante o orçamento, que está mais apertado dada a alta inflação que se faz sentir em Portugal. Entre as opções em cima da mesa poderá estar arrendar um estúdio ou arrendar um quarto numa casa partilhada. Mas a diferença de preços entre os dois pode ser significativa para algumas carteiras, sendo que a privacidade de um estúdio acaba por sair duas vezes mais cara, mostra um estudo do idealista.
O Governo assegurou que "está a trabalhar na agilização de procedimentos" referentes ao Programa de Arrendamento Acessível (PAA), ao abrigo do qual foram celebrados "950 contratos" desde 2019. O Ministério das Infraestruturas e da Habitação respondeu assim às perguntas enviadas pela Lusa na sequência das críticas feitas pela Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), que considerou que o PAA "está muitíssimo longe de cumprir os objetivos" declarados quando foi criado, em 2019.
A aposta no Build to Rent, ou seja, na construção de casas para arrendar, está cada vez mais no radar da MVGM, empresa de gestão de ativos imobiliários de origem holandesa que “aterrou” em Portugal no final de 2019, meses antes do súbito aparecimento da pandemia da Covid-19. Uma prioridade, de resto, que também não está a passar ao lado do Governo. “A área em que nesta altura estamos a apostar, e na qual estamos a trazer de fora um grande conjunto de conhecimentos e de boas práticas, é no setor residencial”, diz ao idealista/news Miguel Kreiseler, Managing Director da MVGM Portugal.
A morada de família é aquela onde, de forma permanente, estável e duradoura, está o centro da vida familiar. Os membros do casal devem escolher, de comum acordo, a residência do agregado familiar, tendo em conta, nomeadamente, as exigências profissionais e os interesses dos filhos.
O elevado número de inscritos nas hastas públicas relativas a bancas e lojas ainda disponíveis no Mercado do Bolhão levaram a Câmara do Porto a alterar o local da realização das mesmas para o Teatro Rivoli, foi hoje anunciado.
Entre janeiro e novembro de 2022, o Programa de Arrendamento Acessível (PAA) conseguiu atrair “pouco mais de 400 alojamentos”, segundo a Associação Lisbonense de Proprietários (ALP). Para a associação, o programa está “muitíssimo longe”de cumprir os objetivos declarados aquando da sua criação em 2019, e revela um “fracasso” da Nova Geração de Políticas de Habitação do Governo.
O Governo quer tornar o programa de arrendamento acessível apetecível para os fundos de investimento imobiliário e, para isso, pretende alterar a lei para conceder benefícios fiscais a estes organismos. A medida consta da proposta de lei do Programa Nacional de Habitação (PNH) enviada pelo Executivo ao Parlamento.
As famílias que procuram, hoje, uma casa para viver na Grande Lisboa deparam-se com um mercado residencial mais caro. Os preços das casas para comprar e para arrendar subiram a um ritmo mais elevado do que os rendimentos disponíveis nos últimos anos.