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Ensinar a aproveitar e valorizar ao máximo o potencial de cada espaço e tornar as casas mais atrativas é o objetivo desta rubrica do idealista News Portugal, assegurada pela Home Staging Factory. Hoje ajudamos-te a "preparares a casa" para a arrendares a turistas.
Portugal tem milhares de edifícios em ruínas e abandonados, que têm agora a oportunidade de ter uma segunda vida, com o Reabilitar para Arrendar. O programa "está a superar as expetativas" e a dotação inicial de 50 milhões de euros está já em vias de ser consumida. Mas o "dinheiro não é uma preocupação, porque há financiamento garantido para o que for necessário", revela em entrevista ao idealista/news Vítor Reis, presidente do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).
Depois de ter abrandado por força da crise, a vontade de os portugueses serem proprietários da sua própria casa está a voltar a florescer, em detrimento do arrendamento. Incentivados por uma maior oferta de crédito à habitação por parte da banca e um enquadramento macro-económico mais favorável, a procura pela compra de imóvel está a subir desde 2014.
A partir de domingo (1 de novembro), os senhorios deixam de poder passar recibos das rendas recebidas pelos inquilinos em papel e estão obrigados a fazê-lo por via eletrónica, através do Portal das Finanças. Os proprietários já podem, no entanto, aderir ao novo sistema de forma voluntária, sendo que até dia 27 já o tinham feito mais de 165 mil senhorios.
Vitor Reis, presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), revela que a entidade está a receber de outros organismos do Estado milhares de casas. “Estamos a falar em mais de seis, sete mil casas que andam por aí”, diz em entrevista ao idealista/news. O responsável refere que cada imóvel que fica vazio para ser atribuído a uma nova família “custa em média 7.000 euros” ao IHRU. “Nunca entregamos uma casa sem ser arranjada. O nosso investimento em obras já vai em 37 milhões de euros”, conta.
O Mill Residential Reit, o primeiro fundo de investimento britânico que comprava casas para depois as colocar no mercado de arrendamento (conhecido como “buy-to-let”), encerrou menos de um ano depois de entrar na bolsa.
Convicto de que a aposta na compra de casa em Portugal, nas últimas décadas, foi "um dos grandes erros da economia nacional", o presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), Vítor Reis, defende uma Estratégia Nacional para a Habitação orientada claramente para o mercado de arrendamento, que revela e explica em entrevista ao idealista/news.
Estás a tentar vender uma casa e não consegues? Só há dois motivos pelos quais um imóvel não se vende: um preço demasiado elevado e uma promoção desajustada. Apresentamos-te um guia para que consigas fazer com que a adequada exposição no mercado se torne no único fator crítico de sucesso para a venda.
Durante os últimos três anos, os grandes grupos imobiliários da Alemanha viram-se envolvidos num agitado processo de fusões e aquisições que deixaram três grandes grupos que lutam por converter-se no principal senhorio do país, num mercado em que mais de 50% do mercado imobiliário é de arrendamento.
A Remax Portugal vai apostar forte no Brasil, um mercado onde a marca norte-americana já estava implementada, prevendo ter 250 agências e uma equipa de 2.500 agentes dentro de quatro a seis anos. Atualmente tem 22 agências e mais de 200 agentes.
Os ministérios da Defesa e das Finanças querem rentabilizar 183 imóveis através da venda, arrendamento ou cedência, entre outras soluções. A lista de imóveis – sem utilização – a colocar no mercado foi publicada num despacho assinado a dois dias das eleições. Recentemente, Bernardo Alabaça, sub-diretor geral da DGTF, disse ao idealista/news que estava em estudo a realização de uma hasta pública em dezembro com “imóveis afetos ao Ministério da Defesa”.
As candidaturas à sexta edição – e terceira do ano – do Subsidio Municipal ao Arrendamento (SMA) começaram quinta-feira (dia 15) e decorrem até 14 de novembro, segundo uma nota da Câmara Municipal de Lisboa (CML).
Os tempos são de confiança e otimismo para o setor imobiliário em Portugal e as perspetivas muito animadoras. Quem o diz são as principais mediadoras imobiliárias a operar no mercado nacional.
Há mais de um ano que o Governo regulou o arrendamento de museus e monumentos nacionais na dependência da Direção-Geral do Património Cultural, mas o organismo recusa-se a divulgar quais ou quantas vezes foram arrendados estes espaços ou para que fins.
Mais de 130 imóveis da Caixa Geral de Depósitos (CGD) vão a leilão este fim de semana com desconto. Em causa estão dois leilões que se realizarão durante o Salão Imobiliário de Portugal (SIL), que decorre na FIL, em Lisboa, até domingo. Os mesmos decorrem sábado e domingo, dia 10 e 11, respetivamente, às 15h.
O Salão Imobiliário de Portugal (SIL) 2015, maior feira imobiliária do país, arranca esta quarta-feira (dia 7) – realiza-se na FIL, em Lisboa, e termina dia 11. Luís Lima, que desde 2013 é presidente do conselho estratégico do SIL, revela, em entrevista ao idealista/news, que “o investimento estrangeiro e a internacionalização continuarão a ser uma aposta” na edição deste ano.
O Salão Imobiliário de Portugal (SIL) 2015, maior feira imobiliária do país, começa na próxima semana – realiza-se entre 7 e 11 de outubro na FIL, em Lisboa – e promete ser um sucesso. “O objetivo para a edição de 2015 eram 200 empresas, mas já contamos com 234, o que é muito positivo e mostra que as empresas continuam a apostar no SIL”, conta Sandra Fragoso, gestora do evento, em entrevista ao idealista/news.
A Feira Internacional de Lisboa (FIL), no Parque das Nações, volta a receber mais uma edição (a 18ª) do Salão Imobiliário de Portugal (SIL). A maior feira do setor imobiliário do país começa dia 7 de outubro e termina dia 11, realizando-se em conjunto com a InterCasa, o Lisboa Design Show e o Vintage Festival, à semelhança de anos anteriores.
A nova lei da renda apoiada está a gerar uma vaga de contestação nacional. Ontem, mais de 150 moradores de bairros sociais de todo o país manifestaram-se junto à sede do IHRU, em Lisboa, exigindo a suspensão da nova normativa da habitação social que entrou em vigor em março.
Os portugueses continuam a preferir comprar casa em vez de arrendar. Esta é uma tendência que se mantém, apesar do mercado de arrendamento ter ganho maior expressão nos últimos tempos. A diferença, agora, é que estão a ser transacionadas menos casas novas: em 10 imóveis vendidos, só dois estão por estrear, menos um que antes da chegada da Troika, em 2011.