A pesquisa encontrou 1221 resultados
Resultados da pesquisa
O coronavírus veio a mudar a vida de todos nós. Somos confrontados diariamente com o medo, sentimentos de ansiedade, incerteza ou dúvida, chocados com o relato do que está a acontecer um pouco por todo o mundo.
O setor do alojamento turístico registou 1,4 milhões de hóspedes e 3,3 milhões de dormidas em janeiro de 2020, mais 12,2% e 7,6% que no mesmo período do ano passado, respetivamente. As dormidas de residentes aumentaram 12,1% e as de não residentes 5,6%. China, Canadá e Espanha registaram, por esta ordem, as maiores subidas homólogas.
A pandemia de coronavírus está a expandir-se rapidamente em países como Itália ou Espanha, ao mesmo tempo que a China e Coreia do Sul dão sinais de estarem a conseguir controlar a disseminação do Covid-19.
O surto de coronavírus poderá custar entre 500 e 800 milhões de euros aos hotéis portugueses até junho, segundo as previsões da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) que está a realizar um inquérito junto dos hoteleiros nacionais para perceber o impacto que o Covid-19 está a ter no setor.
Viagens adiadas, feiras e eventos cancelados ou adiados, escolas, teatros, museus e bibliotecas fechados. Bolsas em queda e mercados financeiros a “tremer” com a ameaça de uma nova crise.
O cisne negro do coronavírus começou a cantar na China e, rapidamente, fez-se ouvir por todo o mundo, deixando a população, políticos, autoridades monetárias, empresas e investidores com os nervos em franja. As projeções macroeconómicas e financeiras internacionais são de alerta, com uma iminente recessão equivalente à da crise de 2008 no topo das prioridades internacionais, caso a pandemia do Covid-19 e o pânico continuem a alastrar-se. E o imobiliário, que nos últimos anos viveu em Portugal tempos de glória, também já está a sentir os efeitos do contágio? Como é que se pode ver afetado e proteger-se da pandemia, entretanto declarada pela Organização Mundial de Saúde? O idealista/news foi ouvir vários representantes do mercado a nível nacional.
O governo italiano decretou a quarenta em todo o país, numa tentativa de controlar o surto de coronavírus, e planeia suspender o pagamento de empréstimos de crédito à habitação e outros impostos em todo o território. Haverá ajudas para trabalhadores independentes, pequenas empresas e famílias
A epidemia do novo coronavírus continua a motivar o cancelamento de vários certames pelo país. O IMOBINVEST, assim como o Smart Home Show, foram adiados. Os eventos estavam agendados para os próximos dias 20, 21 e 22 de março, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, e deverão agora decorrer de 15 a 17 de maio.
Os mercados financeiros arrancaram esta semana no “vermelho” depois de a Arábia Saudita ter anunciado que vai abrir a “guerra total” ao preços do petróleo, numa tentativa de “encostar” Moscovo à parede. A cotação da matéria-prima caiu mais de 30%, como já não se via há mais de 30 anos, desde a Guerra do Golfo, e vem intensificar a crise gerada pela epidemia do coronavírus, que continua a propagar-se rapidamente um pouco por todo o mundo, jogando com as expetativas dos investidores.
Já se começam a sentir os efeitos do travão aos vistos gold no país. Em fevereiro foram atribuídas apenas oito autorizações de residência a chineses, menos de metade do número observado no mês anterior, segundo dados que o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). A epidemia do coronavírus e o novo ano chinês são outras causas que poderão estar na origem da quebra.
Mais do que um negócio, um projeto de vida. O Retiro Atlântico, o primeiro espaço de glamping na Ilha de São Jorge, nos Açores, com quinta biológica certificada, nasceu pelas mãos de um casal, desde sempre ligado à natureza.
O Covid-19, designado coronavírus, está a espalhar-se um pouco por todo o mundo, e também já chegou a Portugal. Segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), não existem restrições à estadia no nosso país de pessoas provenientes de áreas afetadas pelo novo coronavírus, recomendando-se apenas o isolamento preventivo. Não se sabe ainda como a doença vai evoluir, e as dúvidas multiplicam-se, também, entre viajantes. Devo ou não viajar? Terei direito a um possível reembolso? A Deco elaborou um guia que responde a algumas questões.
Um grupo chinês liderado pela China State Construction Engineering Corp. está entre os interessados da operadora rodoviária portuguesa Brisa. O gigante público da construção formou um consórcio com o fundo de investimento chinês CNIC Corp. e o Fundo de Desenvolvimento de Cooperação China-Países de Língua Portuguesa, aberto a mais investidores, para entrar na corrida à Brisa, um negócio que poderá ultrapassar os 3 mil milhões de euros e deverá estar fechado até julho.
O número de novos multimilionários na China – um país que passa por momentos complicados, devido ao surto do novo coronavírus – está a crescer a olhos vistos, tendo atingido um nível recorde até 31 de janeiro de 2020, ultrapassando os existentes nos EUA.
O surto do novo coronavírus – já morreram mais de 2.400 pessoas em todo o mundo, sobretudo na China – está a fazer soar todos os alarmes também na economia mundial. O Fundo Monetário Internacional (FMI) diz que o vírus Covid-19 coloca em risco a recuperação económica mundial e Bruxelas teme que o surto leve ao encerramento de fronteiras na Europa. As bolsas também estão a sentir os efeitos da epidemia.
A marca de carros elétricos Tesla anunciou, em novembro de 2019, que pretende construir uma fábrica na Europa, mais precisamente em Berlim, na Alemanha. E para cumprir o objetivo de ter esta unidade operacional em meados do próximo ano, a empresa norte-americana decidiu arriscar e avançar sem a devida licença para a construção da Gigafactory. Agora, um tribunal alemão decretou a interrupção imediata dos trabalhos da fabricante automóvel liderada por Elon Musk.
A Liga dos Chineses em Portugal está a organizar-se para que os cidadãos chineses regressados da China – mesmo longe da cidade de Wuhan, o epicentro do coronavírus – , cumpram os 14 dias de isolamento, por precaução, numa espécie de quarentena.
Começam a surgir as primeiras reações ao fim dos vistos gold nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto. Depois de confirmado o “travão” à atribuição de Autorizações de Residência para Atividade de Investimento (ARI) – como é conhecido o regime –, houve investidores, sobretudo chineses e brasileiros, a cancelar contratos de promessa de compra e venda e até escrituras.
O dinheiro guardado em ETFs (“Exchange Traded Fund”) de ouro, um ativo que dá segurança aos investidores, atingiu um recorde histórico na sessão do dia 3 de fevereiro, tendo alcançado o patamar das 2.573,9 toneladas, um valor acima do anterior máximo, registado em dezembro 2012.
O mercado alemão ultrapassou Portugal como mercado europeu mais atrativo para investimento em imobiliário de retalho – inclui comércio de rua, restauração e centros comerciais. O país caiu do primeiro para o segundo lugar, no Global Retail Attractiveness Index (GRAI), que mede a atratividade dos mercados no total de 20 países na Europa, América do Norte e região Ásia-Pacífico.