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Museu de Siza Vieira e Carlos Castanheira na China inaugurado amanhã

Museu de Siza Vieira e Carlos Castanheira na China inaugurado amanhã

O MOAE – Huamao Museum Of Art Education (Museu de Arte e Educação) de Dongqian Lake, em Ningbo, na China – um trabalho conjunto dos arquitetos portugueses Álvaro Siza Vieira e Carlos Castanheira, que nos últimos anos têm trabalhado em conjunto naquele território –, é inaugurado este sábado (21 de novembro de 2020). 
As cidades mais caras do mundo para viver

As cidades mais caras do mundo para viver

Hong Kong, Zurique e Paris são as três cidades mais caras do mundo, enquanto Damasco ocupa a última posição no relatório global do custo de vida publicado esta quarta-feira, dia 18 de novembro de 2020, pela Unidade de Inteligência do semanário britânico The Economist.
Europeus nunca importaram tantos equipamentos para fazer exercício físico – a culpa é da pandemia

Europeus nunca importaram tantos equipamentos para fazer exercício físico – a culpa é da pandemia

Muitos europeus foram obrigados a ficar em casa este ano, isolados e/ou em confinamento, devido à crise pandémica. Deixaram de poder, por exemplo, ir ao ginásio. Para muitos a solução foi comprar equipamentos de exercício físico. Dados divulgados recentemente pelo Eurostat permitem concluir que a comercialização destes aparelhos disparou em tempos de Covid-19, sobretudo no verão.
Um travão ao turismo chamado Covid-19: Portugal é um dos 20 países mais afetados pela pandemia

Um travão ao turismo chamado Covid-19: Portugal é um dos 20 países mais afetados pela pandemia

O setor do turismo foi um dos mais afetados pela crise pandémica, tendo-se verificado um travão a fundo nas entradas e saídas de turistas, o que resultou, como seria de esperar, numa grande quebra de receitas. Portugal sentiu “na pele” os colaterais deixados pela Covid-19: teve menos 65,7% de visitantes em 2020 face a 2019 (no período compreedido entre janeiro e agosto) e as receitas desceram 55,9%.
Mais novos “preferem” dinheiro... e portugueses são dos que abdicam menos da ética

Mais novos “preferem” dinheiro... e portugueses são dos que abdicam menos da ética

A geração millennial (18 a 37 anos) é a que revela maior disposição para comprometer princípios em detrimento de retornos financeiros: entre ética e dinheiro, 25% prefere o dinheiro. Os mais velhos mostram-se mais comprometidos com as suas crenças: apenas 16% dos seniores (71 anos ou mais) e 20% dos baby-boomers (51 a 70 anos) estariam dispostos a “fechar os olhos” aos seus princípios éticos. Mais perto do patamar dos millenials encontra-se a chamada geração X (38 a 50 anos), com 24%.
A “arte” de acumular profissões: geração 'slasher' ganha força em Portugal

A “arte” de acumular profissões: geração 'slasher' ganha força em Portugal

Ter mais que uma profissão e conjugá-las com a vida pessoal não será fácil, nem uma habilidade para todos. Por necessidade ou decisão própria, para conciliar o sustento com trabalhos por vocação, há cada vez mais pessoas a fazer muitas coisas ao mesmo tempo. E (muito) diferentes umas das outras. A chamada geração 'slasher' – este termo foi usado, pela primeira vez, no contexto da polivalência profissional nos EUA, em 2007, num artigo escrito pela colunista do The New York Times Marci Alboher – começa agora a ter peso em Portugal.
Vistos gold: investimento cai 10% num ano – captados mais de 5,5 mil milhões desde 2012

Vistos gold: investimento cai 10% num ano – captados mais de 5,5 mil milhões desde 2012

O investimento captado através da concessão de Autorização de Residência para Investimento (ARI) – designação oficial para a atribuição de vistos gold – caiu 10% em setembro face ao mesmo mês do ano passado, para 43,5 milhões de euros. Ao todo, em quase oito anos, o investimento conseguido através do programa de vistos gold, que vai terminar em Lisboa e Porto, totaliza mais de 5,5 mil milhões de euros, com a aquisição de bens imóveis a representar quase 90% do montante.
Mota-Engil reforça moratórias e adia investimentos previstos para assegurar liquidez

Mota-Engil reforça moratórias e adia investimentos previstos para assegurar liquidez

O contexto pandémico penalizou os resultados da construtora portuguesa Mota-Engil que, no primeiro semestre do ano, para assegurar a gestão da liquidez dos negócios, se viu “obrigada” a reforçar o recurso às moratórias e adiar investimentos previstos para este ano. O grupo também negociou linhas adicionais de liquidez com a banca para enfrentar a pandemia, que provocou um impacto negativo de 280 milhões de euros no seu volume de negócios até junho.