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Os preços das casas para arrendar em Portugal desceram 5,1% num ano, em março de 2021 face ao mesmo mês do ano passado, um período marcado pela chegada da pandemia da Covid-19 ao país. Segundo o índice de preços do idealista, no final do mês de março deste ano, arrendar casa tinha um custo de 11 euros por metro quadrado (m2). Já em relação à variação trimestral, a descida foi de 1,7%.
A pandemia da Covid-19 tem afetado o quotidiano das pessoas à escala global, com as implicações a manifestarem-se das mais variadas formas, desde as mais basilares que implicam vermos os nossos direitos, liberdades e garantias ser restringidos, a alterações às regras de saúde pública, impactos e desequilíbrios económicos, problemas sociais, entre muitos outros. O mercado de arrendamento habitacional também sentiu o impacto da crise pandémica. Explicamos tudo sobre estas alterações, com fundamento jurídico.
A Mota Engil fechou 2020 com prejuízos de 20 milhões de euros, que compara com lucros de 27 milhões no ano anterior, e uma quebra de 17% no volume de negócios, para 2.429 milhões de euros, divulgou a construtora ao mercado.
O parlamento aprovou o projeto-lei do PSD que renova por mais 70 dias a obrigatoriedade de usar máscaras em espaços públicos, medida que vigora em Portugal desde 28 de outubro de 2020 e que terminaria hoje, dia 5 de abril de 2021. Desta forma, será obrigatório usar máscara na rua até dia 13 de junho.
Os bancos estão a cumprir de forma generalizada os limites recomendados pelo Banco de Portugal (BdP) na concessão de novos créditos, nomeadamente no que diz respeito ao crédito à habitação, que atinge apenas 90% do valor do imóvel em mais de 90% dos casos. Em 2020, ano marcado pela chegada da pandemia da Covid-19, registou-se, no entanto, um aumento da maturidade média dos empréstimos para a casa, para 33,2 anos.
A Cisco foi considerada a melhor empresa para trabalhar em Portugal, tendo levado a melhor no ranking Best Workplaces™ 2021, da Great Place to Work, sobre a AbbVie e a Centros de Formação Talento, que ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente.
A entrega da declaração de IRS, referente aos rendimentos do ano passado, arranca esta quinta-feira, 1 de abril de 2021, e prolonga-se até 30 de junho. Os contribuintes têm agora três meses para acertarem as contas com as Finanças, e devem avaliar, neste momento, se reúnem as condições para confirmar a declaração automática de rendimentos, garantindo que o documento pré-preenchido pelo Fisco está correto, ou se, por outro lado, devem proceder à entrega do Modelo 3. O idealista/news decidiu preparar um guia com um resumo daquilo que é preciso saber, entre procedimentos e detalhes que não deves perder de vista.
Em 2020, ano marcado pela chegada da pandemia da Covid-19, a carga fiscal situou-se em 34,8% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo a estimativa divulgada recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Em causa está uma carga fiscal – inclui receita de impostos e contribuições efetivas – de 70.377,0 milhões de euros.
Os bancos continuam a mostrar disponibilidade para financiar a compra da casa, mesmo em tempos de pandemia da Covid-19. Em fevereiro de 2021, as novas operações de crédito à habitação aumentaram para 999 milhões de euros, um valor superior ao verificado no mês anterior (968 milhões de euros) e no período homólogo (919 milhões de euros). Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (31 de março de 2021) pelo Banco de Portugal (BdP).
Vive com três cães e mais de 60 plantas em casa. Acredita que as pessoas têm o poder de transformar as suas vidas a qualquer momento, “e que as plantas e os animais têm superpoderes e podem contribuir para mudar a nossa vida, de dentro para fora”. Sofia Eiras Antunes é a fundadora e CEO da Curae, uma loja online de venda de plantas focada na experiência de cuidado, que nasceu e floresceu em tempos de pandemia, com entregas à porta em qualquer parte do país. Mas quem compra uma planta desta jovem marca portuguesa está, na verdade, a comprar uma experiência, uma vez que todas são acompanhadas de autocolantes para dar um nome à planta, guias de cuidados e exercícios de “wellbeing” – de meditação, por exemplo.
A qualidade do ar que respiramos dentro de casa é fundamental para o nosso bem-estar e saúde, sobretudo agora, em tempos de pandemia e confinamento, que passamos a maioria do tempo “fechados” dentro de quatro paredes. E ao contrário do que parece, o ar interior pode ser até 5 vezes pior do que o ar que respiramos no exterior se não prestarmos atenção a alguns cuidados que devemos ter. A ventilação é, entre outras coisas, palavra de ordem, e essencial para evitar doenças e outras complicações.
Em março, com o desconfinamento, o indicador de confiança dos consumidores aumentou “significativamente”, após ter diminuído no mês anterior, situando-se no nível mais elevado desde abril de 2020, segundo dados divulgados esta terça-feira (30 de março de 2021) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou o diploma do Governo que aprova o teletrabalho obrigatório até ao final do ano, segundo uma nota publicada no site da Presidência da República esta segunda-feira (29 de março de 2021).
O setor residencial continua o seu caminho imparável rumo à sustentabilidade e eficiência energética. A industrialização destaca-se como o principal modelo construtivo para atingir esse objetivo, mas não é o único.
Ser proprietário de uma parcela de terra na Escócia é, a partir de agora, um sonho realizável e pouco dispendioso, segundo garante a empresa Highland Titles.
Nos últimos meses, a maior parte do tempo dos portugueses foi passado em casa, devido à pandemia da Covid-19. Não é de estranhar, por isso, que os consumos de energia tenham subido em flecha, nomeadamente os da eletricidade. Quais serão, então, os eletrodomésticos mais “glutões” da casa e o que é possível fazer para que poupar energia com os mesmos? Explicamos-te tudo sobre este assunto no artigo de hoje da Deco Alerta.
O preço pedido pelos senhorios aos inquilinos pela renda da casa continua a subir em Portugal em tempos de pandemia da Covid-19, embora a um ritmo mais lento que o verificado nos últimos meses. Quanto custa, afinal, arrendar uma casa nas duas principais cidades do país? Em Lisboa, os preços mais elevados superam os 13 euros por metro quadrado (€/m2), bem mais que os 5,61 €/m2 registados a nível nacional. Já no Porto, arrendar uma habitação chega a custar 9,50 €/m2. Fica a saber onde é mais caro e barato arrendar casa na capital e na Invicta.
As rendas da casa continuam a subir, mesmo em tempos de pandemia da Covid-19, mas a um ritmo mais lento que o observado nos últimos tempos. No segundo semestre de 2020 (últimos 12 meses), a renda mediana dos 79.878 novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares celebrados atingiu 5,61 euros por metro quadrado (€/m2), mais 5,5% face ao período homólogo, revelou esta segunda-feira (29 de março de 2021) o Instituto Nacional de Estatística (INE), salientando que no primeiro semestre de 2020 tinha-se registado um crescimento homólogo de 9,3%.
“Os três diplomas em análise implicam potenciais aumentos de despesas ou reduções de receitas, mas de montantes não definidos à partida, até porque largamente dependentes de circunstâncias que só a evolução da pandemia permite concretizar. E, assim sendo, deixando em aberto a incidência efetiva na execução do Orçamento do Estado”, refere o chefe de Estado, numa nota divulgada no site da Presidência da República. Esta é, de resto, uma das 12 razões dadas por Marcelo para justificar a (sua) decisão.
Para ajudar a ultrapassar a crise gerada pelo pandemia da Covid-19, e agravada pelo segundo confinamento, os lojistas dos centros comerciais beneficiam de um desconto de até 50% na renda fixa, calculado em função da perda de faturação. Agora, e em linha com o que estava previsto no Orçamento do Estado para 2021 (OE2021), o Governo decidiu prolongar esta ajuda por mais três meses, ou seja até ao final de junho de 2021.