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Os feriados de dezembro de 2020 - que chegam pegados ao fim de semana e são pontes para muitos - vão ser diferentes por força da pandemia.
A pandemia colocou em evidência um problema que vinha a acentuar-se nos últimos anos: a crise habitacional em que vive a classe média. Pessoas com rendimentos a mais para beneficiar de habitação social e rendimentos a menos para aceder a casas com preços de mercado.
O setor da construção e atividades imobiliárias parece estar a conseguir fintar a crise pandémica. Isso mesmo mostram os dados divulgados esta quinta-feira (26 de novembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Segundo os mesmos, apenas 2% das empresas do setor tencionam concorrer aos fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), bem menos que as empresas do setor da indústria e energia, que lideram o ranking (12%). A maioria das empresas (60%) diz que não tem intenção de concorrer aos fundos. E mais: o grosso das companhias do setor da construção e atividades imobiliárias planeia manter os postos de trabalho este ano e em 2021.
A proposta do PS que prevê o novo apoio extraordinário aos rendimentos dos trabalhadores até 501,16 euros foi aprovada no âmbito das votações na especialidade do Orçamento do Estado para 2021 (OE2021). A iniciativa dos socialistas que substitui a proposta inicial do Governo, após negociações com o BE, vem alargar o âmbito de aplicação do novo apoio social aos sócios-gerentes e aos trabalhadores informais e altera algumas regras.
O prazo para aderir às moratórias bancárias, que permitem suspender o pagamento das prestações dos empréstimos, nomeadamente do crédito à habitação, terminou dia 30 de setembro, apesar do regime estar em vigor até setembro de 2021. As famílias e empresas ainda poderão, no entanto, aceder às moratórias, tendo o prazo de adesão sido alargado até março do próximo ano. Em causa está uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) apresentada pelo PSD e que foi aprovada na especialidade, no Parlamento, na terça-feira (24 de novembro de 2020).
O mercado imobiliário tem conseguido resistir à crise pandémica, sendo as baixas taxas de juro e as moratórias aos empréstimos no crédito bancário as principais razões que contribuem para esta situação.
Um relatório recente sobre crime financeiro indica que a taxa de fraude financeira disparou 60,5% desde março, quando começaram os períodos de confinamento devido à pandemia da Covid-19.
Cerca de três em cada quatro portugueses concordam com a frase “compro produtos nacionais sempre que posso”. Em causa está um estudo da Marktest, que conclui que em julho, em plena pandemia da Covid-19, mais de 6,3 milhões de portugueses diziam comprar produtos nacionais sempre que podem, um valor que representa 73,9% dos residentes no continente com pelo menos 15 anos.
Os preços das casas subiram em flecha nos últimos anos, nomeadamente em Portugal, mas uma “nuvem” chamada pandemia pode fazer com que o crescimento abrande e que, por isso mesmo, se assista a uma descida generalizada dos mesmos. Um cenário já colocado em cima da mesa pela Comissão Europeia (CE) e pelas agências de notação financeira S&P e Moody's. Para Paulo Barros Trindade, presidente da Associação Profissional das Sociedades de Avaliação (ASAVAL), é de esperar, de facto, uma “correção de preços, verificando-se já esse efeito no mercado de arrendamento”.
A crise económica desencadeada pela Covid-19 vai, tendencialmente, provocar uma quebra generalizada nos preços das casas em toda a Europa já em 2021 - Portugal incluído. Mas a tendência de descida não se irá traduzir num aumento das transações de compra, venda ou arrendamento de imóve
O uso de máscara no local de trabalho passa a ser obrigatório a partir desta terça-feira, 24 de novembro de 2020, exceto quando os postos de trabalho são isolados ou quando haja separação física entre diferentes postos.
Inacreditável, mas é verdade. Uma das maiores empresas de cruzeiros do mundo, a Royal Caribbean, está à procura de voluntários que estejam dispostos a viajar de graça nos seus navios para testar medidas anti-Covid. A ideia é simples: ter tudo preparado para o regresso à nova normalidade.
São muitos os portugueses que, devido à pandemia da Covid-19, foram “forçados” a ficar em casa nos últimos tempos. O lar passou a ser, também, a escola e o escritório, entre muitas outras coisas, claro. O resultado, ou um dos resultados, está à vista: o consumo de água disparou. E a fatura também. Mas há estratégias a ter em conta para ajudar a diminuir o valor a pagar. Contamos-te tudo sobre este assunto no artigo de hoje da Deco Alerta.
Os estabelecimentos hoteleiros, de turismo de habitação e resorts estão autorizados, a partir de ontem (23 de novembro de 2020), a serem temporariamente usados como escritórios, 'showrooms' e centros de dia, segundo o decreto-lei publicado em Diário da República no domingo. Trata-se de uma medida que já era reclamada pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), que no início do mês referia que a decisão agora tomada estava do lado do Governo.
O Governo vai reforçar a fiscalização ao teletrabalho. Isto porque, adiantou António Costa no sábado (21 de novembro de 2020), tem-se verificado “um grande incumprimento” em casos em que este tipo de trabalho é possível. Uma situação que não estará a contribuir para combater de forma eficaz ao aumento do número de infeções por Covid-19, alegou o primeiro-ministro. Para João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), a questão do incumprimento do teletrabalho “passa muito pela interpretação da lei”.
Portugal vai continuar em estado de emergência por mais 15 dias, numa altura em que a situação epidemiológica do país continua a agravar-se.
A promotora imobiliária Incentinveste está no mercado há mais de 25 anos, tendo sido fundada por Moisés Broder, um empresário ligado ao setor que nasceu em Lisboa e é filho de pais judeus. “Desde muito novo que criei e desenvolvi uma forte relação com Israel”, diz, em entrevista ao idealista/news, adiantando que tem estado, juntamente com a neta, Carine Lederer, a “explorar novas oportunidades para apresentar” no país.
Depois da escalada dos últimos anos, os preços da casas em Portugal começaram a desacelerar no segundo trimestre de 2020. E a expetativa da Comissão Europeia (CE) é que venham a cair mais, no curto prazo. Sem apontar estimativas em forma de número, Bruxelas antecipa uma tendência de baixa dos preços da habitação no mercado português, atribuindo "culpas" à pandemia, mas dizendo que também o reforço da oferta de nova construção residencial deverá contribuir para este fenómeno de ajustamento. Por outro lado, o relatório da 12ª missão de avaliação pós-programa de ajustamento económico destaca a resiliência que o setor imobiliário tem mostrado nesta crise.
Foram seis meses de um intenso debate online em torno do presente e do futuro do setor imobiliário, com especial enfoque na mediação e nos desafios e oportunidades existentes no mercado. Isto em tempos marcados por uma pandemia que teima em não dar tréguas.
Já passaram quase oito meses desde o início da pandemia e ainda muito falta saber sobre este vírus que paralisou o mundo e mudou a realidade das pessoas. E nem sempre é fácil distinguir o certo do errado, e saber viver no meio da desinformação que (também) é constante.