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Quase oito meses depois de ser declarada a pandemia mundial da Covid-19 e com "o mundo de pernas para o ar" - devido a uma crise sanitária, que rapidamente se tornou económica, social e política - quais foram, afinal, os efeitos no mercado imobiliário residencial no sul da Europa?
A Covid-19, além dos efeitos que tem diretamente na saúde de quem é contagiado pelo novo coronavírus, está a ter impacto a nível emocional em muitas outras pessoas, gerando níveis crescentes de apatia.
Em plena segunda vaga de Covid-19, e com os novos confinamentos à vista, fala-se muito sobre como ventilar devidamente os espaços para dificultar a ação do vírus. Mas, afinal, como se deve ventilar um restaurante? E uma escola?
O diretor-geral da consultora JLL Portugal considera que a pandemia impediu que o setor imobiliário atingisse este ano um novo máximo, mas ainda assim será o terceiro melhor ano de sempre em volume de transações. “Até a pandemia aparecer estimávamos que [2020] iria ser mais uma vez o melhor ano em todos os setores do imobiliário. Que seria mais um ano histórico”, disse Pedro Lancastre, assinalando que, apesar da atual situação, 2020 “ficará como o terceiro melhor ano” a seguir a 2018 e 2019 em termos de volume transacionado.
Os Planos Poupança Reforma (PPR) foram criados para incentivar a poupança e são especialmente atrativos pelos benefícios fiscais que proporcionam. A perspetiva de investimento nestas soluções de poupança é de longo prazo, mas, ainda assim, existem várias circunstâncias que te podem levar a optar pelo resgate das mesmas, nomeadamente para o pagamento de prestações do crédito à habitação.
As empresas dos 121 concelhos que esta quarta-feira (4 de novembro de 2020) voltam a confinar – num total de 308 que existem em Portugal – são responsáveis por 80% da riqueza que é produzida no país, qualquer coisa como 78 mil milhões de euros. Significa isto que as empresas dos restantes 187 municípios produzem apenas 20 mil milhões de euros de VAB, ou seja, cerca de 20% do total nacional.
Do jardim à agricultura, passando pela pecuária e animais de estimação até à bricolage, a Agriloja tem uma vasta gama de produtos, e está a multiplicar a sua presença um pouco por todo o país.
A pandemia trouxe muitas alterações na sociedade e no dia a dia de todos nós, em termos pessoais e profissionais. Muita coisa mudou e pode ainda vir a mudar no pós-Covid-19, e o setor imobiliário não é exceção. Será que os potenciais compradores de casas estão de facto a “fugir” das cidades com maior densidade populacional ou que, devido ao teletrabalho, as empresas deixarão de ter os seus escritórios? Apesar das dúvidas e do contexto de incerteza, há dados que mostram que, na prática, estas (e outras) tendências já se verificavam antes da crise pandémica. Este foi um dos assuntos abordados na 4ª edição do Imocionate, que se realizou online esta terça-feira (3 de novembro de 2020) e teve o idealista como portal oficial.
A Cofidis decidiu desenvolver uma “workplace strategy” para a nova sede, que será inaugurada em meados do próximo ano nas Natura Towers, em Lisboa. Com o objetivo de proporcionar aos seus colaboradores uma melhor experiência, atendendo sobretudo ao seu bem-estar e à sustentabilidade ambiental, a empresa decidiu contratar a JLL para elaborar um estudo focado nas pessoas, nos espaços e nas novas formas de trabalhar do futuro.
Ter um escritório em casa é mais importante que nunca – e uma aposta ganha para o futuro. Mais de sete milhões de portugueses estarão em confinamento parcial, com teletrabalho obrigatório, na sequência das novas medidas do Governo para travar a propagação da pandemia, e voltam a confrontar-se com a necessidade de ter um espaço de trabalho adequado em casa. Se ainda haverá quem tenha de improvisar, ja há quem tenha procurado soluções para resolver esse problema logo depois do primeiro período de quarentena, tal como explica em entrevista ao idealista/news a diretora da Architect Your Home (AYH) Portugal, Mariana Morgado Pedroso. “Temos tido muitos pedidos de consultoria para melhorar espaços de trabalho dentro de casa”, garante, dando nota do “aumento considerável de pedidos de renovação de habitações próprias, arquitetura de interiores e decoração” com a chegada da pandemia.
A partir da próxima quarta-feira, 4 de novembro de 2020, o teletrabalho volta a ser obrigatório, mas apenas nos 121 concelhos considerados de risco e mais afetados pelo vírus. Mas o que é que acontece se a empresa ou o trabalhador não reunirem condições para o desempenho de tarefas remotamente?
A pandemia da Covid-19 colocou um travão ao crescimento económico de vários países, o que levou ao encerramento de muitas empresas. Outras não fecharam mas foram forçadas a colocar muitos trabalhadores em lay-off. Os números pós-pandemia no mundo laboral não são, por isso, animadores. Segundo dados recentes do Eurostat, em Portugal, a “probabilidade de perder o emprego é duas a três vezes maior” para as pessoas que ganham menos. Um cenário que também se verifica em Espanha, Irlanda ou Itália.
Os bancos emprestaram 970 milhões de euros para a compra de casa em setembro, mais 116 milhões que no mês anterior (854 milhões) e mais 55 milhões que no período homólogo (915 milhões). É preciso recuar até janeiro – antes do aparecimento da pandemia da Covid-19 – para encontrar um valor superior de novo crédito à habitação concedido (977 miilhões).
Crise, desemprego, pandemia, Covid-19, lay-off. Estas foram algumas das palavras mais ouvidas nos últimos meses, pelo menos desde a chegada do novo coronavírus a Portugal, em meados de março. Tentar poupar é, por isso, crucial nos tempos que vivemos. E pode ser mais fácil conseguir fazê-lo do que parece. Contamos-te tudo sobre este assunto no artigo de hoje da Deco Alerta.
Casas por um ou dois euros e outros incentivos para atrair população para regiões despovoadas. Este tipo de iniciativas continua a multiplicar-se um pouco por toda a Itália, e desta vez destaca-se a idílica cidade de Salemi, na Sicília, que decidiu leiloar casas abandonadas por um euro numa tentativa de dar nova vida ao seu território. Famosa pelos seus encantos medievais, Salemi está assim pronta para começar um novo capítulo, com novos residentes.
Inês Guimarães, 24 anos, e Pedro Castro, 31 anos, são um jovem casal empreendedor português que, durante o período de confinamento obrigatório por causa da pandemia da Covid-19, decidiram criar algo próprio. E foi, desta forma, que nasceu o projeto Azeites Pintarroxo, em Vila Flor, distrito de Bragança, capital do azeite e conhecida também como a terra das ‘amendoeiras em flor’.
Cerca de 20 anos depois de ter “aterrado” em Portugal, através da compra de imóveis – nomeadamente palácios e palacetes – para reabilitar na zona do Príncipe Real, no coração de Lisboa, a EastBanc Portugal, promotora imobiliária do norte-americano Anthony Lanier, está de pedra e cal no país. E nem a pandemia da Covid-19 é um obstáculo às intenções da empresa de continuar a investir. “A EastBanc está em Portugal para ficar e continuar a revitalizar as suas cidades, em particular Lisboa”, diz Tiago Eiró, Diretor Geral da EastBanc em Portugal, em entrevista ao idealista/news.
O Governo decidiu reforçar as medidas excecionais de combate à pandemia, com novas restrições para tentar travar a propagação da doença no país. Renovou o estado de calamidade em todo o território nacional até 15 de novembro, e vai alargar a 121 concelhos as medidas especiais que tinham sido estabelecidas para os concelhos de Felgueiras, Lousada e Paços de Ferreira. Trata-se de um confinamento parcial que atinge mais de sete milhões de portugueses e que prevê, entre outras coisas, o dever de recolhimento domiciliário e teletrabalho obrigatório. As medidas serão revistas a cada 15 dias. Eis um resumo de todas as novas regras.
Com a pandemia e confinamento, o mundo “enlouqueceu” pelo DIY – Do It Youself (em português, ‘faz tu mesmo’). As pessoas repensaram os seus espaços em casa, desde as obras à redecoração dos interiores. E qual a melhor maneira de exibir os projetos de design doméstico amador nos dias de hoje?
A conhecida Casa Batlló, um edifício modernista de Antoni Gaudí localizado no centro histórico de Barcelona – uma das atrações turísticas da cidade espanhola –, fechou ao público esta quinta-feira (29 de outubro de 2020), na sequência de atos de vandalismo e de uma greve decretada pelo sindicato Solidariedade e Unidade dos Trabalhadores (SUT).