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Duas residências seculares e um antigo bairro operário do Porto vão transformar-se em 2021 na primeira unidade mundial 'co-living' Willa, uma ‘startup’ israelita para habitação de luxo, com espaços partilhados, para combater a solidão dos seniores.
A crise sanitária trouxe para cima da mesa a necessidade de se repensarem os espaços, dentro e fora de portas. O mercado está a tentar dar resposta a estes novos desafios, criando soluções capazes de ampliar a área das habitações e até espaços de restauração, hotelaria ou comércio, sem realizar obras, com jardins, terraços e até esplanadas, para maximizar a vida ao ar livre. Como? Com recurso, por exemplo, às pérgulas, que deixam agora “o seu papel secundário para se tornarem protagonistas dos espaços, para aumentar a qualidade de vida dos seus utilizadores”, tal como explica Pedro Giménez Barceló, CEO da Giménez Ganga, especialista neste tipo de soluções, em entrevista ao idealista/news. Os portugueses são adeptos da tendência e também já aderiram à “moda”.
A “nova” comporta está em vias de começar a nascer. O megaprojeto projeto do consórcio formado pela promotora imobiliária Vanguard Properties (VP) e pela Amorim Luxury (AL) arranca em dezembro, com os trabalhos de infraestruturas para os 365 hectares do lote Torre-Terras da Comporta, em Grândola, que em conjunto com o Dunas, em Alcácer do Sal, integra o projeto que está a ser desenvolvido na zona. Em causa está um investimento total estimado em 2.300 milhões de euros.
O Programa Regressar, que pretende promover o regresso de emigrantes, vai ser reavaliado com mais medidas e prolongado até 2023, devido à “grande procura” que continua a ter, disse esta quinta-feira (12 de novembro de 2020) a secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes. “O Programa Regressar, o mais bem sucedido dos programas semelhantes de que temos conhecimento, terminaria este ano. Mas, como continua a ter muita procura, vai ser reavaliado e prolongado até 2023 e vamos ter mais medidas”, explicou.
A digitalização ganhou força em tempos de pandemia da Covid-19 e está a tornar-se um dos maiores aliados (também) dos consumidores portugueses, que estão a aderir em força às compras online. Uma tendência que deverá manter-se nos próximos tempos, nomeadamente tendo em conta que a Black Friday e o Natal estão aí à porta. E, claro, que aumentaram as restrições no comércio, devido ao surto do novo coronavírus.
A pandemia mudou – ou parece estar a mudar – a forma como empresas e empregados encaram o mercado laboral. Abriu-se espaço, por exemplo, ao teletrabalho. Disso mesmo já nos tinha dado conta Carla Rebelo, CEO da Adecco em Portugal. “A forma de trabalhar terá de ser repensada pelas empresas de acordo com os seus modelos e especificidade de negócio podendo a aposta seguir no caminho de trabalho mais remoto e possivelmente uma mudança para semanas de trabalho mais curtas”, referiu. A empresa, especialista em recursos humanos, lançou uma espécie de guia no qual dá cinco dicas para fazer um networking remoto bem-sucedido enquanto se trabalha à distância.
Esta é a história do nascimento, ou do crescimento, de um resort de luxo no Algarve, em total sintonia com a natureza. Um resort no campo, e não costeiro, que começou a sair do papel no final do ano passado. O ruído das máquinas das obras faz-se sentir e os aidaimes são bem visíveis, e nem a pandemia da Covid-19 pôs um travão à construção do Ombria Resort, que tem 153 hectares e está localizado a cerca de dez minutos de Loulé. O idealista/news foi conhecer alguns “segredos” daquele que será um empreendimento em que a sustentabilidade, a proteção do meio ambiente e o apoio ao património local são prioridades. A ver pelo apartamento modelo (um T2) das Viceroy Residences – ao todo serão 65, sendo que 30% já têm dono, 10% dos quais são portugueses –, o Ombria promete fazer a diferença no setor.
A pandemia da Covid-19 chegou e deixou marcas um pouco por todo o mundo, obrigando os países a reverem os respetivos orçamentos de forma a evitar uma crise económica de dimensões ainda mais graves. Mas a verdade é que os esforços financeiros que cada uma das nações está a fazer são muito diferentes. Portugal, por exemplo, está entre os países europeus que menos gastam de imediato no combate à crise, pelo que pode vir a ser um dos que mais lentamente regressa aos níveis de atividade económica verificados na pré-pandemia.
Menos dinheiro em numerário, menos cheques, e mais digital.
As empresas vão ter mais tempo para entregarem a declaração do IVA e procederem ao pagamento do imposto, segundo um despacho agora publicado, que alarga também os prazos para o cumprimento de várias outras obrigações fiscais.
Depois da primeira experiência de internacionalização em Itália, a consultora digital espanhola atSistemas decidiu apostar no mercado português, com a abertura de um escritório em Lisboa. O objetivo da empresa é ter mais de 100 postos de trabalho no país, tanto físicos como remotos, até ao final de 2021.
“Viver mais devagar”, foi isso que Rita Fazenda, editora, ganhou quando trocou a cidade pelo campo.
Fazes muitas compras online com cartão? Se sim, deverás estar atento às novas regras.
Com a chegada do tempo frio, mas também da segunda vaga da Covid-19, é natural que passemos mais tempo em casa.
A pandemia veio mostrar que o mercado imobiliário é muito mais amplo e cheio de oportunidades do que se poderia pensar. A procura de casa alargou-se para fora dos centros das cidades, para o campo ou junto ao mar, ao mesmo tempo que o leque de oferta residencial tem-se revelado cada vez mais amplo, com novos conceitos. Na Ilha da Armona, em pleno Parque Natural da Ria Formosa (Olhão, Algarve), nasceu uma espécie de cabana de luxo com vista para o mar, que é exemplo disto mesmo.
A seguradora Allianz está a desfazer-se de alguns dos seus imóveis no norte do país. Arrendou a antiga sede no Porto, um imóvel com 2.600 metros quadrados (m2) na rua Gonçalo Cristóvão, a uma marca hoteleira nacional, vendeu os antigos escritórios em Viana do Castelo – um imóvel devoluto com 250 m2 – a um investidor privado português e quer, agora, vender os atuais escritórios na região de Braga, um imóvel com cerca de 450 m2.
São muitos os portugueses que estiveram em teletrabalho no terceiro trimestre do ano. Isto apesar de terem sido mais os que tinham estado antes a trabalhar a partir de casa e os que estarão atualmente e até final do ano, devido às maiores restrições impostas no combate à pandemia da Covid-19. Os dados divulgados esta sexta-feira (6 de novembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE) são reveladores.
Há 730 mil casas vazias e abandonadas em Portugal. E, apesar de ser um fenómeno que atinge todas as capitais de distrito, Lisboa e Porto lideram a lista. Em causa está um inventariado da Federação Europeia das Organizações Nacionais que Trabalham com Sem-Abrigo (Feantsa), confirmado por dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). Investigadores e ativistas da habitação alertam para a possibilidade da tendência disparar com a pandemia da Covid-19.
A Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC) alertou este domingo, dia 08 de novembro de 2020, para as "graves consequências" e "grande golpe" dado ao comércio e restauração com a proibição de circulação nos próximos dois fins de semana, aprovada sábado no âmbito do Estado de Emergência
A Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR) pede ao Governo e à Assembleia da República a aplicação das rendas variáveis no ano 2021 e uma redução das rendas dos lojistas e dos restaurantes de rua. O ano 2020 “está a ser catastrófico” e a não aprovação de “medidas de justa repartição do sacrifício entre proprietários, arrendatários e Estado” resultará na falência de milhares de empresas e na destruição de centenas de milhares de empregos”, alerta a associação, reagindo às medidas de combate à pandemia da Covid-19, aprovadas em Conselho de Ministros do passado sábado.