A pesquisa encontrou 3055 resultados

Resultados da pesquisa

Prestações da casa mais altas

Prestação da casa atinge nível mais elevado desde 2009

Com os juros a subir à medida que crescem as taxas Euribor, as prestações da casa estão a ficar mais caras. É mesmo isso que mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), publicado esta terça-feira, dia 20 de setembro: a prestação da casa dos últimos 12 meses atingiu os 388 euros em agosto, a mais elevada desde fevereiro de 2009. Já as prestações dos últimos três meses alcançaram o maior valor alguma vez registado, de 445 euros.
Lagarde sobe juros para baixar inflação

Lagarde vai subir juros até que inflação estabilize na zona euro

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, voltou a reforçar que a entidade tem como objetivo repor a taxa de inflação na fasquia dos 2% a médio prazo, sendo que atualmente está bem mais elevada – em agosto, atingiu os 9,1% na Zona Euro e os 10,1 na União Europeia. Para tal, reiterou, o BCE “vai fazer o que for preciso”, antecipando, nesse sentido, mais subidas das taxas de juro.
Como investir poupanças

Como proteger as poupanças num cenário de alta inflação

Os portugueses estão a sentir o seu poder de compra pressionado pela subida generalizada dos preços dos produtos e serviços, bem como pelo aumento da prestação da casa. Isto porque a inflação em Portugal fixou-se 8,9% em agosto, estando no nível mais elevado dos últimos 30 anos.
previsões para o imobiliário

Inflação e juros altos: como fica o imobiliário? Mediadores respondem

Da guerra na Ucrânia à subida das taxas de juro, passando pela escalada sem precedentes da inflação, aumento dos custos das matérias primas e escassez de mão de obra. A economia, a recuperar dos efeitos da pandemia, enfrenta novos desafios, num fluxo de acontecimentos inesperados que voltam a trazer à tona o fantasma da recessão, dentro e fora de Portugal. Vivem-se tempos de incerteza, com impacto direto nos diferentes setores, nomeadamente no imobiliário – que até agora tem dado provas do seu dinamismo e resiliência, funcionando como um importante motor económico. Quais são então os efeitos deste contexto nos preços e na procura de habitação em Portugal? Como está a reagir o setor? E o que esperar do futuro? Para medir o pulso ao mercado, o idealista/news ouviu os profissionais de algumas das maiores redes de mediação imobiliária do país.
Taxa de juros mantém-se na China

China: taxa de juros de referência mantém-se em 3,65%

O Banco Popular da China (banco central) anunciou esta terça-feira (20 de setembro de 2022) que vai manter a taxa de juros de referência em 3,65%, após ter realizado um corte de cinco pontos base há um mês. Na atualização mensal, a instituição indicou que a taxa de referência para empréstimos (LPR, na sigla em inglês) se vai manter no nível atual até pelo menos daqui a um mês.
inflação EUA

Para onde vai a inflação nos EUA? Resposta está no arrendamento

A inflação nos EUA desacelerou em agosto para 8,3% - tinha chegado aos 8,5% em julho e atingido a taxa máxima de 9,1% em junho. No entanto, este recuo não tem sido suficiente para acalmar as bolsas, que continuam a registar perdas por medo de uma eventual recessão. O S&P 500, de resto, teve a sua maior queda semanal desde junho passado.
Juros a subir (também) na Suécia: taxa diretora aumenta 1%

Juros a subir (também) na Suécia: taxa diretora aumenta 1%

A inflação alta está “a bater à porta” de todos os países e, claro, a deixar marcas na economia e a ter impacto no custo de vida das pessoas. O Banco Central da Suécia decidiu, à semelhança do que fez, por exemplo, o Banco Central Europeu (BCE), subir a taxa diretora em um ponto percentual. Trata-se de um aumento superior ao esperado pelos analistas, que anteviam uma subida já elevada, mas de 75 pontos base. O objetivo desta decisão passa por combater a inflação, a mais elevada no país em 30 anos.
Como ajustar o crédito habitação

Subida da Euribor: Bankinter dá tiro de partida com redução de spread

Mesmo num contexto de alta inflação e de subida dos juros, as famílias continuam a recorrer ao financiamento bancário para comprar casa em Portugal. Quem o diz são os dados do próprio Banco de Portugal (BdP): só nos primeiros sete meses de 2022 foram concedidos 8.630 milhões de euros em novos créditos habitação no país. E quando a procura está em alta e os juros sobem à boleia da Euribor, os bancos usam estratégias para atrair mais clientes. É aí que entra a redução dos spreads. E já houve um banco que deu o tiro de partida nesta corrida: o Bankinter, que oferece agora um spread mínimo de 0,85%.
Subida da prestação da casa

Prestação da casa: ano do contrato e valor em dívida determinam subida

O clima económico europeu está dominado pela inflação. E para a travar o Banco Central Europeu (BCE) subiu as taxas de juro diretoras, uma decisão que desencadeou uma escalada da Euribor e, por conseguinte, uma subida das prestações da casa da maioria das famílias portuguesas, já que cerca de 90% tem créditos habitação com taxa variável. Mas a subida das taxas Euribor não impacta todos os empréstimos habitação de taxa variável ​​da mesma forma, já que depende do ano do contrato e do valor já pago. Explicamos tudo tendo por base simulações.
Casas de luxo nos EUA

Viver na Fisher Island? Bilionário vai vender casas desde 30 milhões

O bilionário Jorge Perez comprou aquele que foi o último lote na exclusiva ilha de Fisher, destinado ao desenvolvimento de novos projetos imobiliários. Nesta ilha exclusiva localizada a sul da Flórida (EUA), o empresário quer construir 50 condomínios de luxo. As casas vão ser vendidas apenas por convite e podem custar entre 30 e 60 milhões de euros.
Subida de juros pelo BCE

Subida dos juros pelo BCE? Centeno pede “cautela” nos próximos passos

O Banco Central Europeu (BCE) está a apostar todas as cartas para combater a inflação na Zona Euro, que atingiu os 9,1% em agosto. Na última reunião, o regulador europeu decidiu voltar a subir as taxas de juro diretoras este ano, mas desta vez em 75 pontos base. E dado o aumento histórico dos juros, Mário Centeno, membro o conselho do BCE e governador do Banco de Portugal (BdP), indica que os próximos passos do supervisor europeu deverão ser cautelosos.