A pesquisa encontrou 3055 resultados

Resultados da pesquisa

Preços das casas em Portugal

Preço das casas a desacelerar – em Lisboa e mais seis concelhos

As casas para comprar continuam a ficar mais caras em todos municípios com mais de 100 mil habitantes. Mas houve 7 concelhos que registaram uma desaceleração da evolução dos preços medianos das casas para comprar, com destaque para Lisboa: que passou de um crescimento homólogo de 13,7% no primeiro trimestre de 2022 para 7,6% no segundo trimestre do ano (ou seja, -6,1 pontos percentuais), refere o Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quarta-feira. Já no Porto os preços das casas aceleraram entre estes dois momentos (+9,2 p.p.).
macroeconómico

O mapa de risco macroeconómico por país em 2022

Para estabelecer o nível de risco de um país, foram levados em consideração vários fatores externos que podem afetar os investimentos e as avaliações das empresas de um país. Da política monetária, aos fluxos comerciais e ao marco regulatório ou ao clima político.
Comprar casa com crédito habitação

Perguntas a fazer se queres comprar casa com crédito habitação agora

Comprar casa é uma das decisões financeiras mais importantes na vida de uma família, sobretudo se necessitar de recorrer a financiamento bancário, já que se traduz numa responsabilidade de longo prazo. É por isso que antes de dar este passo e contratar um crédito habitação para comprar casa, é importante ter em conta a documentação que deve ser apresentada, qual o valor das poupanças necessário e qual o valor que terá se ser pago de prestação da casa todos os meses.
preço das casas Suécia

Preço das casas na Suécia cai 11,2% em meio ano  

O mercado imobiliário sueco, que foi um dos mais “quentes” durante a pandemia, está a atravessar uma crise. O preço das casas caiu 11,2% em setembro, face ao pico atingido em março, sendo esta a maior queda registada desde a última crise financeira global, segundo a Bloomberg. A explicar este arrefecimento está, entre vários fatores, a forte subida das taxas de juro.
A importância da tecnologia na mediação imobiliária

“A tecnologia transforma a venda de uma casa numa viagem mais rápida”

O mundo está repleto de desafios e incertezas. E todos os setores de atividade estão a sentir os ventos de mudança, nomeadamente o imobiliário e em concreto o negócio da mediação. A pandemia veio acelerar a digitalização, que está a ganhar força em tempos de crise como os que se vivem. É caso para dizer que o “comboio” da tecnologia está a passar, e quem não o apanhar fica pelo caminho. “A tecnologia disponível hoje transforma o processo de venda de um empreendimento numa viagem mais rápida, mais previsível e até mais eficiente”, diz ao idealista/news João Félix da Costa, CEO da startup portuguesa Gigantic, que tem nova solução 3D para o mercado imobiliário.
Pagamento do cheque de 125 euros

Cheque de 125 euros: caos nos pagamentos (ou falta deles)

O apoio extraordinário do Estado, para mitigar os efeitos da inflação, começou a ser pago aos contribuintes na quinta-feira, dia 20 de outubro. E já se afigura o caos no pagamento do cheque de 125 euros às famílias. Isto porque há famílias que têm direito ao apoio e o sistema indica não o vão receber. E, por outro lado, há famílias que não têm direito a estas ajudas à inflação – por receberem mais de 2.700 euros brutos mensais, por exemplo – e têm o pagamento agendado nas plataformas.
Prestação da casa mais cara

Prestação da casa sobe 14,8% para 272 euros – a mais alta desde 2012

Os empréstimos habitação já estão a refletir os efeitos da subida das taxas de juro diretoras pelo BCE e o consequente aumento das taxas Euribor. Isto porque, no conjunto de contratos de crédito habitação em Portugal, a taxa de juro atingiu os 1,144% em setembro, o valor mais elevado desde março de 2016. E esta evolução espelha-se nas prestações da casa, que estão a ficar mais caras. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a prestação média fixou-se em 272 euros em setembro (+14,8% em termos homólogos). Esta é a prestação da casa mais elevada desde maio de 2012.
Mediação imobiliária em Portugal em tempos de crise

“Imobiliário continua a ser um bom sítio para proteger as poupanças”

Vivem-se tempos conturbados e de incerteza um pouco por todo o mundo. Um cenário – de inflação alta, taxas de juro a crescer e custos de construção a aumentar, entre outros fatores – que também terá impacto na mediação imobiliária. Estes são temas que serão, seguramente, abordados esta quinta-feira (20 de outubro) no Imocionate 2022, que se realiza no Centro de Congressos do Estoril. “O imobiliário continua a ser um bom sítio para proteger o valor das poupanças”, diz ao idealista/news o economista Nadim Habib, um dos oradores do evento. 
Valorização de imóveis

Valorização dos imóveis reduz diferenças entre ricos e pobres, diz BdP

“Sempre que o valor dos ativos aumenta significativamente, e de forma transversal aos vários tipos de famílias, a desigualdade da distribuição da riqueza reduz-se”. Quem o diz é o Banco de Portugal (BdP) no Boletim Económico de outubro, explicando que é precisamente isso que está a acontecer em 2022. O “dinamismo do mercado imobiliário” e o “elevado peso dos imóveis no total de ativos” é responsável, em grande medida, pelo aumento de 12,1% da riqueza líquida em termos nominais no país.
Investir em imobiliário em Portugal

Investimento em imobiliário a bater recordes – “2022 é ano estranho”

“É um ano muito estranho este que estamos a viver. A nós corre bem. É um sentimento um pouco esquizofrénico”. É desta forma que Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield (C&W) em Portugal, inicia a apresentação da 39ª edição do Marketbeat Portugal. Segundo a consultora, 2022 pode ser um ano de recordes em termos de investimento em imobiliário comercial, com vários negócios em pipeline e em vias de “sair do papel” até final do ano, o que permite concluir que Portugal continua no radar dos investidores estrangeiros. Não há, no entanto, como fugir ao contexto atual, marcado por alta inflação, taxas de juro a subir e elevados custos de construção, por exemplo, pelo que se antevê que haja um travão no investimento em 2023.  
Logística em Portugal

Logística ao rubro: Goldman Sachs está a estudar projetos em Portugal

O investimento imobiliário continua a ser um refúgio para os investidores nacionais e internacionais. E o segmento de logística continua a atrair investidores de todo o mundo, até porque há escassez de imóveis deste tipo para a procura existente. Um dos gigantes que está de olho em desenvolver novos imóveis logísticos em Portugal é a norte-americana Goldman Sachs.
taxa de esforço

Crédito habitação: o que é e como se calcula a taxa de esforço?

Nas famílias em que o rendimento é relativamente baixo ou com uma taxa de esforço elevada, o aumento do custo de vida já está a pressionar os orçamentos, e a provocar uma subida do sobreendividamento. Daí que seja tão importante conhecer a taxa de esforço, para evitar cenários de incumprimento e maiores dificuldades financeiras. No artigo da Deco Alerta desta semana, explicamos tudo sobre este assunto. Toma nota. 
imobiliário comercial

Imobiliário comercial: investidos mais de 1.100 milhões até agosto

Apesar do atual contexto macroeconómico, caracterizado pela subida dos juros e inflação alta, o mercado imobiliário português continua a dar sinais de resiliência – pelo menos, para já. Até ao final de agosto foram investidos 1.100 milhões de euros em imobiliário comercial, segundo o WMarket Review Mid-year 2022, uma publicação bianual da consultora imobiliária Worx.
Apoios ao crédito habitação

Apoios ao crédito habitação: banca espanhola propõe congelar prestação

A subida das taxas Euribor está a agravar os créditos habitação de taxa variável em todos os países da Europa. E há vários Estados-membros que estão a preparar um conjunto de apoios para ajudar as famílias a pagar prestações da casa mais caras. Portugal foi um deles, com o Governo de António Costa a anunciar descontos no IRS e condições extra de renegociação para as famílias. E, em Espanha, a banca está a estudar a hipótese de congelar o pagamento das prestações da casa durante um ano para atenuar o impacto da subida dos juros e da inflação nos orçamentos familiares.
Depósitos a prazo em Portugal

Ter poupanças em depósitos: juros em Portugal dos mais baixos na UE

A subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE) para travar a inflação acaba por influenciar o aumento generalizado dos juros na Zona Euro, quer nos créditos habitação, quer nos depósitos a prazo. Mas nem todos os países europeus estão a refletir esta subida dos juros diretores da mesma forma. Colocar as poupanças num depósito a prazo rende 1,44% nos Países Baixos, enquanto em Portugal rende 20 vezes menos. A taxa de juro nos depósitos a prazo no nosso país, de 0,07%, foi mesmo a terceira mais baixa da União Europeia (UE) em agosto.
créditos habitação

Crédito habitação: vêm aí mais medidas para apoiar famílias

Para ajudar as famílias a enfrentar a subida dos juros no crédito habitação, o Governo desenhou várias medidas na proposta do Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), como a redução do escalão do IRS. Ainda assim, o Ministério das Finanças e o Banco de Portugal (BdP) estão a trabalhar em novas medidas, nomeadamente alterações aos regimes que monitorizam sinais que apontem para o incumprimento dos créditos para a compra de habitação permanente.