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O calendário do IRS está em contra-relógio (o prazo para a entrega termina a 30 de junho de 2019); o período para pagar o IMI já arrancou e todos os dias se vendem, compram ou arrendam casas em Portugal, transações imobiliárias que implicam obrigações fiscais.
Os proprietários que, por exemplo, contratem seguros multiriscos habitação não podem deduzir este tipo de despesa aos rendimentos prediais na hora de apresentar o IRS, porque estes são considerados facultativos pelas Finanças. No âmbito da categoria F do IRS, o Fisco aceita
As obras no Porto saltam a olho visto de quem anda pela cidade. E as gruas também. Nem sempre respeitando as regras de segurança, segundo denuncia o presidente da Câmara Municipal, após mais um acidente envolvendo este tipo de equipamentos, no passado sábado, dia 20 de abril de 2019. Rui Moreira promete que vai pedir uma investigação sobre as gruas instaladas na cidade e pedir ao Governo alteração das regras de licenciamento.
Por esta altura já muitos contribuintes receberam o reembolso do IRS. E este é o momento certo para pensar no que fazer a esse dinheiro. Deixamos-te seis alternativas de investimento.
Mais de 800 anos de história queimados. É este o rescaldo do incêndio de grandes dimensões que destruiu parcialmente a catedral de Notre Dame, em Paris. O fogo “devorou” dois terços do topo do edifício, com o pináculo central e o teto a sucumbirem totalmente às chamas.
Os proprietários de imóveis arrendados devem ter atenção redobrada na hora de entregar o IRS. Englobar ou não as rendas? Optar por declará-las na categoria F ou B? Damos-te algumas dicas.
Moreira de Lima, freguesia localizada a poucos quilómetros de Ponte de Lima, foi o local eleito por um casal russo, Ella e Sergey Smotrov, para a construção de um projeto de ecoturismo, onde vão investir mais de seis milhões de euros.
O mercado imobiliário está em alta e Portugal não é exceção. Cada centímetro de construção vale ouro, pelo que os apartamentos tendem a ser cada vez mais pequenos. Aproveitar cada cantinho torna-se imperativo. Eis algumas dicas.
Os futebolistas não estão ativos apenas dentro de campo. Fora dos relvados apostam também no setor imobiliário. Depois de Gerard Piqué ter comprado um edifício em Barcelona por 15 milhões, sabe-se agora que Lionel Messi comprou mais um hotel, o Sea Sun Fona, em Maiorca.
A Câmara Municipal de Lisboa discute na reunião do executivo desta quinta-feira uma proposta subscrita pelo vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, para que a ampliação da Fundação Champalimaud seja considerada de “interesse excecional”.
Gerard Piqué está a engordar a sua carteira de ativos imobiliários. O jogador do FC Barcelona acaba de fechar a compra de um edifício residencial no coração de Barcelona por 15 milhões.
Recuperar os atrasos nos pedidos de licenciamento de obras é a nova meta do Executivo da Câmara de Lisboa.
A taxa reduzida de IVA, afinal, pode aplicar-se a todas as obras de reforma, em qualquer localização, e não somente nas zonas de reabilitação urbana. Mas há um condição: o imóvel em causa tem de ser usado como habitação.
Os custos de construção para erguer uma nova casa são cada vez mais altos em Portugal, numa tendência verificada desde há dez anos. É sobretudo a mão de obra que está mais cara.
Investir em alojamento de estudantes parece ser cada vez mais uma tendência de mercado, com os projetos a multiplicarem-se à velocidade da luz. Que o diga o grupo Uhub Investments (U.hub), em que pontificam os empresários Jaime Antunes e Hugo Gonçalves Pereira e a gestora de ativos Atrium, que vai investir 60 milhões de euros na construção de quatro residências universitárias em Lisboa e no Porto.
O apartamento de luxo de Duarte Lima em Lisboa, que estava a ser leiloado no âmbito de um processo de insolvência, foi arrematado esta quarta-feira por 2,035 milhões de euros, sendo que o valor-base era de 1,96 milhões de euros.
A casa do Real Madrid será, finalmente, renovada.
O início de 2019 está a ser marcado por um “forte arranque no mercado da habitação”, revelou a AICCOPN, concluindo que se verificaram em janeiro aumentos homólogos no consumo de cimento, no licenciamento de obras e na concessão de crédito à habitação.
Há cada vez mais lojas, ateliers ou garagens, sem licença de habitação, a ser transformadas e vendidas como casas. Uma tendência crescente e que reflete a falta de oferta na capital.
O Palácio do Correio-Mor, que se encontra em Loures numa quinta com cerca de 140 hectares, está a ser reabilitado e irá receber um hotel, entre outros projetos. Ao todo está prevista a construção de 9 unidades hoteleiras nos próximos anos na cidade.