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Portugal está confinado por causa do agravar da pandemia e o funcionamento das atividades económicas sujeitas a regras diferentes e mais apertadas. Mas isso não significa deixar de trabalhar e de fazer (ou preparar) negócios.
Este 2021 começou com a ressaca vivida em 2020, protagonizada pela pandemia do coronavírus, e à qual se juntou um novo confinamento geral para os portugueses, numa tentativa de travar o pico de contágios pela Covid-19.
Muitos portgueses sentiram, e estão a sentir, os danos colaterais da pandemia da Covid-19, como por exemplo o aumento do desemprego. A renda da casa, no caso dos inquilinos, pode ser uma das “despesas” das famílias que ficam por pagar, entrando as mesmas em incumprimento com os respetivos senhorios. Há, no entanto, um regime excecional de proteção aos arrendatários, que foi alargado até final do primeiro semestre de 2021. Fica a saber tudo sobre este assunto no artigo de hoje da Deco Alerta.
A construção foi um dos cinco setores que aumentou a faturação durante a pandemia da Covid-19, mais concretamente entre março e novembro de 2020, face ao período homólogo. Em causa está um crescimento de 4%, segundo dados divulgados recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), com base na informação da plataforma e-fatura, da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT).
O presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), Luís Lima, diz que o setor está absolutamente solidário com as ações do Governo para tentar travar a pandemia e compreende a necessidade de um novo confinamento geral, na sequência da pandemia da Covid-19, mas defende que o acesso à habitação é essencial aos cidadãos e à sobrevivência do imobiliário. Nesse contexto, pede ao Executivo de António Costa que seja revista a possibilidade de se fazerem visitas a imóveis com marcação prévia.
Os supermercados e hipermercados vão ficar impedidos de vender artigos não alimentares, como roupa, livros e objetos de decoração a partir desta segunda-feira, 18 de janeiro de 2021. Em causa está o facto de poder haver uma "concorrência desleal" face a outros estabelecimentos que têm de fechar portas no novo confinamento geral.
A Golden Real Estate vai alargar a sua área de intervenção a clientes externos e pretende atingir a breve prazo na concretização de transações um valor mínimo de 250 milhões de euros anuais, centrados nas áreas de promoção imobiliária e investimento. Luís Mesquita - que veio da CBRE - é o novo partner e em entrevista ao idealista/news destaca que a empresa vai aprofundar o seu posicionamento de “boutique imobiliária, reforçando a sua equipa de modo a poder ser uma referência a nível nacional na área de capital markets imobiliário”.
A pandemia da Covid-19 tem estado a despertar um novo interesse pelas zonas menos densificadas.
A construção foi um dos poucos setores que não parou durante a pandemia, dando sinais de resiliência mesmo durante os meses do primeiro confinamento em março e abril do ano passado. Em 2020, aliás, o salário mensal médio na construção ultrapassou os mil euros pela primeira vez, e conseguiu atingir a média de 1.010 euros em julho. Este valor, registado numa altura em que várias empresas do país estavam paradas, representa um crescimento de 3,7% face a igual período de 2019.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) defendeu, na semana passada, que é necessário melhorar a proteção de quem trabalha em casa, dado que a pandemia da Covid-19 fez aumentar substancialmente o número de trabalhadores domiciliários, muitos sem condições laborais. A partir de hoje, em Portugal, o teletrabalho volta a ser obrigatório para todas as funções compatíveis, independentemente da vontade do empregador ou do trabalhador, não sendo necessário haver acordo entre as partes, no âmbito do novo mês de recolhimento obrigatório decretado pelo Governo socialista de António Costa.
O teletrabalho voltou a estar na ordem do dia com o novo confinamento. É obrigatório para todas as funções compatíveis e desafia, mais uma vez, a capacidade de resposta das empresas à mudança.
Como salvar vidas sem matar a economia? A resposta a esta pergunta não é, claro, fácil de dar, mas há uma combinação de medidas que, a ser cumprida, garante “uma eficácia máxima” com o difícil equilíbrio entre restrições da mobilidade, controlo da pandemia e proteção da economia. Em causa está um estudo realizado pela consultora PSE, especializada em ciências de dados, denominado “Mobilidade, Pandemia, Economia – Impactos e Efeitos Multiplicadores”.
O Governo reforçou o valor das ajudas às empresas e trabalhadores, em virtude do novo confinamento – e espera que cheguem mais depressa ao “bolso” de quem precisa. Decidiu conceder o acesso ao lay-off simplificado de forma automática às empresas que são obrigadas a encerrar, mas também às lojas que apenas possam fazer vendas à porta. Reabriu ainda a linha de crédito com garantia pública de 400 milhões e fortaleceu o Apoiar.pt, o programa de subsídios a fundo perdido. O idealista/news preparou um guia explicativo com todos os apoios disponíveis para resistir e enfrentar a crise.
A empresa especialista em pequenas casas sobre rodas, Build Tiny, com sede na Nova Zelândia, viu a procura por um dos seus modelos mais recentes disparar, uma vez que oferece a possibilidade de montar um escritório e receber animais de estimação – neste caso, gatos.
O uso de máscara obrigatório em Portugal foi sendo reforçado desde abril de 2020, passando a aplicar-se desde os trasportes públicos, recintos de espetáculos, espaços comerciais, vias públicas até aos locais de trabalho.
O Göteborg Film Festival propõe uma experiência inovadora por ocasião da sua próxima edição, e perfeitamente adequada aos novos tempos confinamento por causa da pandemia.
Num ano em que a pandemia pôs um travão à criação de novas empresas, as atividades imobiliárias e construção deram o tudo por tudo para fintar a crise, resistir aos efeitos do primeiro confinamento e da degradação económica ao longo de 2020, e manter-se de portas abertas, mesmo q
As mercearias, supermercados e hipermercados vão manter-se abertos durante o novo confinamento e não terão restrição de horário. Não há, por isso, "nenhum motivo" para corridas a estes estabelecimentos, garante o primeiro-ministro, António Costa. Ainda assim, os espaços terão uma lotação máxima limitada a cinco pessoas por cada 100 metros quadrados em simultâneo.
O Ministério da Saúde emitiu uma ordem de concentração máxima de esforço das unidades hospitalares na área dos cuidados intensivos.
A renda da casa ficou mais cara em 2020, um ano marcado pela pandemia da Covid-19, segundo a informação que consta no Índice de Preços no Consumidor (IPC), divulgado esta quarta-feira (13 de janeiro de 2021) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). “Tomando o conjunto do ano 2020, a variação média anual do valor das rendas de habitação por metro quadrado (m2) de área útil fixou-se em 2,6% (3,2% em 2019)”, lê-se no documento.