Bancos deram mais de 751 mil moratórias até setembro – crédito à habitação lidera ranking
Até 30 de setembro, data em que terminou o prazo para se aceder à moratória pública – aprovada pelo Governo na sequência da pandemia da Covid-19 –, os pedidos de adesão a moratórias de crédito abrangeram 812.214 contratos, tendo sido aprovadas e/ou concedidas 751.725 moratórias. Os restantes 60.489 contratos correspondem a situações que estavam ainda em apreciação ou que não preencheram as condições de acesso, revelou esta quinta-feira (5 de novembro de 2020) o Banco de Portugal (BdP).
IHRU indeferiu maioria dos 2.219 pedidos de apoio ao pagamento de rendas – só foram aprovados 713
O Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) indeferiu 2.219 pedidos de apoio ao pagamento de rendas, no âmbito das medidas de apoio contra os efeitos da pandemia da Covid-19, de um total de 2.932, ou seja, só foram aprovados até agora 713 pedidos, pouco mais de 24% do total.
Investimento em imobiliário comercial a recuperar: passa de 90 para 619 milhões em plena pandemia
O investimento em imobiliário comercial no país está ao "rubro", registando, de resto, uma "forte recuperação" ao longo do 3º trimestre, com cerca de 619 milhões transacionados. Quase sete vezes mais que os 90 milhões investidos no 2º trimestre do ano, o primeiro a refletir o impacto da pandemia da Covid-19. Os dados foram divulgados no mais recente boletim trimestral de mercado “Market Pulse" da JLL, no qual a consultora analisa trimestralmente o desempenho dos setores de investimento, escritórios, retalho e habitação.
Novo Banco escolhe Av. da República para lançar novo conceito de balcões 'master'
Com o encerramento de 20 balcões até final do ano, o Novo Banco decidiu apostar num novo modelo de agência, de grandes dimensões e localização privilegiada.
Co-living já dá cartas na Europa e tem “muito potencial” em Portugal – jovens são o alvo
O co-living, muito antes de chegar a pandemia, surgiu para dar resposta à necessidade de habitação nos centros das cidades, destinada sobretudo a jovens profissionais.
Prendas de Natal em plena pandemia: comprar antes e trocar até mais tarde - é o apelo do Governo
Em 2020, também o Natal vai ser diferente, por causa da Covid-19. Seja no que respeita às festas de empresas e encontros familiares, como no que toca a prendas, a pandemia e a crise económica vão condicionar a quadra natalícia este ano.
Teletrabalho obrigatório: tudo sobre as novas regras para trabalhadores e empresas
O teletrabalho voltou a ser obrigatório, mas apenas nos 121 concelhos considerados de risco e mais afetados pelo vírus, que a partir desta quarta-feira (4 de novembro de 2020) passaram a estar obrigados ao cumprimento de medidas adicionais para combater o avanço da pandemia no país. O Governo já publicou o diploma que regula as novas regras do trabalho a partir de casa, esclarecendo assim todas as dúvidas. Preparámos um conjunto de perguntas e respostas sobre o tema.
Taxa de desemprego sobe para 7,8% – e população desempregada dispara 45,1%
A taxa de desemprego subiu em flecha em Portugal em tempos de pandemia, tendo-se fixado, no terceiro trimestre, em 7,8%, mais 2,2% e 1,7% que no trimestre anterior e no homólogo, respetivamente. Já a população desempregada foi estimada em 404,1 mil pessoas, mais 45,1% (125,7 mil) que no trimestre anterior, o que corresponde à taxa de variação trimestral mais elevada da série iniciada em 2011, e 24,9% (80,7 mil) face ao mesmo período do ano passado. Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (4 de novembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Unidades hoteleiras e alojamentos locais querem ser também escritórios (e muito mais) no futuro
O impacto da pandemia da Covid-19 vai deixando marcas (bem vincadas) na sociedade e na economia. O mundo laboral é uma das frentes mais visíveis das mudanças que se vivem, com o teletrabalho a ganhar mais força do que nunca. E se, agora mesmo, é tempo de estar recolhido em casa, passada esta nova fase de confinamento, quando for hora de voltar à "normalidade", mas ainda com cuidados, tanto trabalhadores, como empresas, podem precisar de soluções alternativas ao espaço doméstico ou aos tradicionais escritórios. Os alojamentos turísticos, a braços com uma forte crise, querem posicionar-se nesta oferta.
Segunda vaga da pandemia e incerteza económica condicionam evolução do setor da construção
O setor da construção civil e obras públicas tem-se mostrado resiliente à pandemia da Covid-19, com vários segmentos a darem resposta positiva à crise pandémica, como por exemplo o consumo de cimento, os licenciamentos e os concursos promovidos e contratos celebrados de empreitadas de obras públicas. Uma evolução, no entanto, que é “fortemente condicionada pelo significativo aumento da incerteza em torno do comportamento do atual surto pandémico e a possibilidade de ressurgimento de medidas restritivas, cujos impactos na economia poderão ser muito significativos no conjunto da atividade económica”, alertam duas das mais importantes associações do setor.
O impacto da Covid-19 no mercado imobiliário no sul da Europa
Quase oito meses depois de ser declarada a pandemia mundial da Covid-19 e com "o mundo de pernas para o ar" - devido a uma crise sanitária, que rapidamente se tornou económica, social e política - quais foram, afinal, os efeitos no mercado imobiliário residencial no sul da Europa?
Fadiga pandémica está a aumentar - o que é e como combater
A Covid-19, além dos efeitos que tem diretamente na saúde de quem é contagiado pelo novo coronavírus, está a ter impacto a nível emocional em muitas outras pessoas, gerando níveis crescentes de apatia.
Como ventilar escritórios, escolas, cafés e outros espaços para evitar contágios por coronavírus
Em plena segunda vaga de Covid-19, e com os novos confinamentos à vista, fala-se muito sobre como ventilar devidamente os espaços para dificultar a ação do vírus. Mas, afinal, como se deve ventilar um restaurante? E uma escola?
Setor imobiliário vai registar em 2020 o terceiro melhor ano de sempre
O diretor-geral da consultora JLL Portugal considera que a pandemia impediu que o setor imobiliário atingisse este ano um novo máximo, mas ainda assim será o terceiro melhor ano de sempre em volume de transações. “Até a pandemia aparecer estimávamos que [2020] iria ser mais uma vez o melhor ano em todos os setores do imobiliário. Que seria mais um ano histórico”, disse Pedro Lancastre, assinalando que, apesar da atual situação, 2020 “ficará como o terceiro melhor ano” a seguir a 2018 e 2019 em termos de volume transacionado.
Edifício Expo Living “muda de mãos” – comprado por 21,8 milhões pela Square à GMG Real Estate
O edifício Expo Living, localizado no Parque das Nações, em Lisboa, tem novo dono, tendo sido comprado pela gestora portuguesa de fundos de investimento Square Asset Management à suíça GMG Real Estate. A operação terá ficado fechada por 21,8 milhões de euros. Trata-se de um imóvel que se encontra junto ao Hospital CUF Descobertas e que tem cerca de 10.000 metros quadrados (m2) em 11 pisos acima do solo, conjugando uma componente de residências sénior, operadas pelo grupo Montepio, com uma componente de apartamentos destinados ao arrendamento tradicional.
O que mudou no comprador do imobiliário? “Há um acelerar de coisas que já vinham de trás”
A pandemia trouxe muitas alterações na sociedade e no dia a dia de todos nós, em termos pessoais e profissionais. Muita coisa mudou e pode ainda vir a mudar no pós-Covid-19, e o setor imobiliário não é exceção. Será que os potenciais compradores de casas estão de facto a “fugir” das cidades com maior densidade populacional ou que, devido ao teletrabalho, as empresas deixarão de ter os seus escritórios? Apesar das dúvidas e do contexto de incerteza, há dados que mostram que, na prática, estas (e outras) tendências já se verificavam antes da crise pandémica. Este foi um dos assuntos abordados na 4ª edição do Imocionate, que se realizou online esta terça-feira (3 de novembro de 2020) e teve o idealista como portal oficial.
Nova sede da Cofidis vai ser mais flexível e preparada para o futuro
A Cofidis decidiu desenvolver uma “workplace strategy” para a nova sede, que será inaugurada em meados do próximo ano nas Natura Towers, em Lisboa. Com o objetivo de proporcionar aos seus colaboradores uma melhor experiência, atendendo sobretudo ao seu bem-estar e à sustentabilidade ambiental, a empresa decidiu contratar a JLL para elaborar um estudo focado nas pessoas, nos espaços e nas novas formas de trabalhar do futuro.
“Temos tido muitos pedidos para melhorar espaços de trabalho dentro de casa”
Ter um escritório em casa é mais importante que nunca – e uma aposta ganha para o futuro. Mais de sete milhões de portugueses estarão em confinamento parcial, com teletrabalho obrigatório, na sequência das novas medidas do Governo para travar a propagação da pandemia, e voltam a confrontar-se com a necessidade de ter um espaço de trabalho adequado em casa. Se ainda haverá quem tenha de improvisar, ja há quem tenha procurado soluções para resolver esse problema logo depois do primeiro período de quarentena, tal como explica em entrevista ao idealista/news a diretora da Architect Your Home (AYH) Portugal, Mariana Morgado Pedroso. “Temos tido muitos pedidos de consultoria para melhorar espaços de trabalho dentro de casa”, garante, dando nota do “aumento considerável de pedidos de renovação de habitações próprias, arquitetura de interiores e decoração” com a chegada da pandemia.
Covid-19: portugueses que ganham menos têm mais probabilidades de ficarem desempregados
A pandemia da Covid-19 colocou um travão ao crescimento económico de vários países, o que levou ao encerramento de muitas empresas. Outras não fecharam mas foram forçadas a colocar muitos trabalhadores em lay-off. Os números pós-pandemia no mundo laboral não são, por isso, animadores. Segundo dados recentes do Eurostat, em Portugal, a “probabilidade de perder o emprego é duas a três vezes maior” para as pessoas que ganham menos. Um cenário que também se verifica em Espanha, Irlanda ou Itália.
Crédito à habitação “reage” a pandemia: bancos emprestaram 970 milhões de euros em setembro
Os bancos emprestaram 970 milhões de euros para a compra de casa em setembro, mais 116 milhões que no mês anterior (854 milhões) e mais 55 milhões que no período homólogo (915 milhões). É preciso recuar até janeiro – antes do aparecimento da pandemia da Covid-19 – para encontrar um valor superior de novo crédito à habitação concedido (977 miilhões).