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Resultados da pesquisa
A promotora imobiliária Incentinveste está no mercado há mais de 25 anos, tendo sido fundada por Moisés Broder, um empresário ligado ao setor que nasceu em Lisboa e é filho de pais judeus. “Desde muito novo que criei e desenvolvi uma forte relação com Israel”, diz, em entrevista ao idealista/news, adiantando que tem estado, juntamente com a neta, Carine Lederer, a “explorar novas oportunidades para apresentar” no país.
Depois da escalada dos últimos anos, os preços da casas em Portugal começaram a desacelerar no segundo trimestre de 2020. E a expetativa da Comissão Europeia (CE) é que venham a cair mais, no curto prazo. Sem apontar estimativas em forma de número, Bruxelas antecipa uma tendência de baixa dos preços da habitação no mercado português, atribuindo "culpas" à pandemia, mas dizendo que também o reforço da oferta de nova construção residencial deverá contribuir para este fenómeno de ajustamento. Por outro lado, o relatório da 12ª missão de avaliação pós-programa de ajustamento económico destaca a resiliência que o setor imobiliário tem mostrado nesta crise.
Foram seis meses de um intenso debate online em torno do presente e do futuro do setor imobiliário, com especial enfoque na mediação e nos desafios e oportunidades existentes no mercado. Isto em tempos marcados por uma pandemia que teima em não dar tréguas.
Já passaram quase oito meses desde o início da pandemia e ainda muito falta saber sobre este vírus que paralisou o mundo e mudou a realidade das pessoas. E nem sempre é fácil distinguir o certo do errado, e saber viver no meio da desinformação que (também) é constante.
O movimento ‘Pinheiro Bombeiro’ está de volta para iluminar o Natal das famílias e regressa com a missão de ajudar os Bombeiros Voluntários portugueses num ano particularmente difícil. A ideia é simples: trazer para casa um pinheiro que foi cortado para limpar as matas e prevenir incêndios, e dar-lhe uma segunda vida. A 4ª edição desta iniciativa, desenvolvida pela Rnters, já arrancou, e este ano, além do aluguer da árvore, estarão à venda enfeites solidários. No final da época natalícia, o pinheiro pode ser devolvido à Rnters nos locais indicados na plataforma online para depois ser transformado em biomassa, fazendo com que o aluguer termine também de forma sustentável.
O mercado de escritórios de Lisboa está a sentir os efeitos da crise pandémica, tendo sido ocupados nos dez primeiros meses do ano 114.027 metros quadrados (m2), num total de 76 operações e uma área média de 1.500 m2. Uma taxa de absorção 29% abaixo da verificada no mesmo período do ano passado. Em outubro, no entanto, registou-se uma evolução mensal positiva, com um ‘take-up’ de 11.986 m2 – foram concluídas cinco operações, das quais três com áreas superiores a 2.000 m2.
O mundo vive com a pandemia há vários meses e não há, para já, um fim à vista, trazendo novos desafios à economia, de uma forma global, e ao setor imobiliário, em particular.
A pandemia veio mudar a forma como se fazem negócios, provocando profundas alterações em diversos setores, nomeadamente no imobiliário.
Hong Kong, Zurique e Paris são as três cidades mais caras do mundo, enquanto Damasco ocupa a última posição no relatório global do custo de vida publicado esta quarta-feira, dia 18 de novembro de 2020, pela Unidade de Inteligência do semanário britânico The Economist.
Os proprietários que coloquem os seus imóveis no mercado de arrendamento (a preços especulativos) na cidade de Lisboa deixarão de beneficiar do desconto de 20% no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), uma decisão – foi tomada recentemente pela autarquia e deverá ser aprovada em breve – que é muito contestada pela Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), que reage “com perplexidade e frontal repúdio à intenção política” do munícipio. Para a associação, esta é uma “decisão insustentada, irrefletida e arbitrária”. O desconto fiscal que é aplicado aos senhorios da capital está em vigor desde 2013.
A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) pretende avaliar as condições operacionais que permitam fazer com que a isenção de IMI dirigida a pessoas de baixos rendimentos e património imobiliário possa chegar de forma automática aos herdeiros de heranças indivisas. O Orçamento do Estado para 2021
A pandemia da Covid-19 fez-nos começar a usar toda uma terminologia que nos era completamente estranha em janeiro deste ano: máscaras, KN95, higiénico, gel hidroalcoólico, ventilação cruzada, medidores de CO2.
O grupo Decisões e Soluções (DS) decidiu lançar uma nova marca premium direcionada ao mercado imobiliário de luxo. Chama-se DS Private e vai trabalhar a área imobiliária no segmento premium, mas também a intermediação de crédito e construção de imóveis.
O grupo israelita Fortera colocou à venda dois dos projetos imobiliários que estava a desenvolver no concelho de Vila Nova de Gaia.
As famílias vão poder deduzir ao seu IRS 50% do IVA suportado em despesas com veterinários, incluindo medicamentos para animais. A medida resulta de uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) apresentada pelo PAN, que ao que tudo indica já foi negociada e aceite pelo Governo.
Num “2020 de loucos”, os consumidores portugueses dão preferência às compras online mas, comparando com 2019, preveem reduzir as despesas na Black Friday e no Natal. Quem o diz é a Associação para a Defesa do Consumidor – Deco, que realizou um estudo sobre as tendências de compra para estas épocas e como é que os portugueses planeiam gerir os seus gastos. Em média, no período da Black Friday, antecipam gastar 180 euros, menos que no ano passado.
O impacto deixado pela pandemia da Covid-19 teima em deixar rasto, mas o setor imobilliário, nomeadamente o segmento residencial, parece estar a resistir com “unhas e dentes” à conjuntura atual. E mesmo quando o mercado está aparentemente fácil para vender, a decisão de alienar a casa por conta própria – à “moda” do DIY (Do It Youself/Faz Tu Mesmo) – pode ser um plano furado. Esta é, pelo menos, a garantia dada por Massimo Forte, consultor independente especializado em mediação imobiliária.
A fórmula apresentada na proposta de Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) para corrigir o problema da mais-valias - que tem vindo a impedir a saída de muitos proprietários do Alojamento Local (AL) - pode complicar “ainda mais” o problema que existe no setor, já que contempla o pagamento de um novo imposto, “uma espécie de imposto patrimonial retroativo para quem retirar um imóvel do AL”. O alerta é dado pela Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), que considera que a proposta, não sendo alterada no debate na especialidade, irá também prejudicar os programas de migração do AL para o arrendamento “tradicional”.
Muitos europeus foram obrigados a ficar em casa este ano, isolados e/ou em confinamento, devido à crise pandémica. Deixaram de poder, por exemplo, ir ao ginásio. Para muitos a solução foi comprar equipamentos de exercício físico. Dados divulgados recentemente pelo Eurostat permitem concluir que a comercialização destes aparelhos disparou em tempos de Covid-19, sobretudo no verão.
Acabar com o Imposto sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT), sobre a compra de casa própria, já a partir do próximo ano, é o objetivo do Iniciativa Liberal.