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Resultados da pesquisa

Lay-off simplificado chega a 877 mil trabalhadores

Lay-off simplificado chega a 877 mil trabalhadores

São 877 mil os trabalhadores que estão em lay-off simplificado, uma legislação criada pelo Governo para responder à crise causada pela pandemia da Covid-19. Um número que corresponde a cerca de 25% da população ativa do setor privado, indicou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, esta quarta-feira (8 de julho de 2020).
Comprar ou arrendar? Casas próprias mais caras 40% em Portugal desde 2007 - o dobro de na UE

Comprar ou arrendar? Casas próprias mais caras 40% em Portugal desde 2007 - o dobro de na UE

Comprar ou arrendar casa? Esta é uma pergunta que muitas pessoas colocam e que é de difícil resposta. Uma coisa é certa: nos últimos anos, entre 2007 e o primeiro trimestre de 2020 – já abrange o mês de março deste ano, marcado pelo início da pandemia de Covid-19 –, muita coisa mudou nos preços na União Europeia (UE), onde subiram 20,5% no mercado de compra e venda de casas e 20,8% no mercado de arrendamento. E em Portugal as subidas foram ainda mais altas neste péríodo, analisado pelo Eurostat.
Poupanças no banco? Os depósitos a um ano mais rentáveis são...

Poupanças no banco? Os depósitos a um ano mais rentáveis são...

As poupanças depositadas nos bancos pelos portugueses dispararam em plena pandemia de Covid-19. Uma forma, talvez, de se prepararem para tempos mais complicados que se avizinham. Muito do dinheiro fica, no entanto, parado na conta à ordem. Fica a saber, num universo de 18 bancos, que depósitos pagam a um ano, ou seja, que retorno “oferecem”.  
Património imobiliário de Amancio Ortega (dono da Zara) ultrapassa os 15 mil milhões de euros

Património imobiliário de Amancio Ortega (dono da Zara) ultrapassa os 15 mil milhões de euros

O grupo Pontegadea, detido pelo empresário espanhol Amancio Ortega, fundador do grupo Inditex – detém, entre outras marcas, a Zara –, fez investimentos imobiliários em 2019 no valor de 2.065 milhões de euros. A sua carteira imobiliária estava avaliada, no final do ano passado, em mais de 15 mil milhões de euros, sendo que 61% do portefólio global está localizado na Europa.
As novas tendências de consumo no regresso à "normalidade"

As novas tendências de consumo no regresso à "normalidade"

A pandemia da Covid-19 está a ter efeitos a vários níveis em todo o mundo. E uma das caras mais evidentes destas mudanças reflete-se nos comportamentos dos consumidores, que têm vindo a criar novos hábitos. Apresentamos-te agora as novas tendências de consumo no chamado "regresso à normalidade", detetadas pela Mindshare, a partir de vários inquéritos que tem vindo a realizar no âmbito do COVID-19 New Normal Tracker.
Custos de construção de habitação nova aceleram na pandemia: aumentam 0,9% num ano

Custos de construção de habitação nova aceleram na pandemia: aumentam 0,9% num ano

Os custos de construção de habitação nova aumentaram 0,9% em maio de 2020 face ao mesmo mês do ano passado. Trata-se de uma subida de mais 0,6 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior e também superior face à verificada em abril (0,3%), meses que já sentiram o impacto da pandemia da Covid-19. Em causa estão dados divulgados esta terça-feira (7 de junho de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Metade das famílias portuguesas só tem poupanças que duram no máximo até cinco meses

Metade das famílias portuguesas só tem poupanças que duram no máximo até cinco meses

Os números são alarmantes, nomeadamente porque remontam ao período pré-Covid-19. Ainda antes da pandemia, metade das famílias em Portugal já só tinha poupanças para, no máximo, cinco meses de consumos básicos, ou seja, para comprar apenas o essencial – alimentação, pagar empréstimos ou rendas da casa, luz, água e gás. Em causa está um estudo de três economistas, publicado recentemente pelo ‘think tank’ Bruegel, um dos mais importantes na Europa.
Teletrabalho ganha força, mas espaços físicos das sedes das empresas continuarão a ser fundamentais

Teletrabalho ganha força, mas espaços físicos das sedes das empresas continuarão a ser fundamentais

A Covid-19 virou o mundo do avesso. Apareceu “do nada”, sem avisar, e teve (e está a ter) impacto em todos os setores de atividade, nomeadamente no setor imobiliário. O segmento de escritórios não escapou aos danos colaterais da pandemia, nomeadamente devido ao fenómeno do teletrabalho, que ganhou força nos últimos tempos. Um tendência que “é incontornável”, diz ao idealista/news Frederico Mondril, Associate Director de Propety Management na consultora CBRE, acrescentando, no entanto, que os “espaços físicos das sedes das empresas não vão perder o seu papel fundamental para o negócio das mesmas”.
Uon Imobiliária lança campanha Oferta Certa: 28 imóveis para venda até 15 de setembro

Uon Imobiliária lança campanha Oferta Certa: 28 imóveis para venda até 15 de setembro

A nova campanha de divulgação da Uon Mediação, com a designação Oferta Certa, inclui um pacote de 28 ativos de natureza residencial, propriedade do Millennium BCP, para venda. Esta carteira agora entregue à Uon é colocada em comercialização no site sem a indicação do Valor  de Oferta Certa de cada imóvel.
Férias em tempos de pandemia: partilhar quarto com desconhecidos num hostel, sim ou não?

Férias em tempos de pandemia: partilhar quarto com desconhecidos num hostel, sim ou não?

O verão chegou e para muitos portugueses é hora de gozar férias. Este ano, devido à pandemia de Covid-19, há muitas dúvidas em cima da mesa, mas uma coisa é certa, o descanso é merecido. Mas o que fazer no caso de se ter marcado férias num hostel com amigos e de se ter de pernoitar numa camarata onde se pode ter a companhia de desconhecidos? Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta.
Obras públicas em Portugal: 70% do mercado é garantido por empresas espanholas

Obras públicas em Portugal: 70% do mercado é garantido por empresas espanholas

Numa altura em que o Parlamento vai voltar a discutir alterações ao código dos contratos públicos – o tema será debatido esta terça-feira (7 de julho de 2020) na Assembleia da República (AR) –, sabe-se que, no último ano e meio, as empresas portuguesas asseguraram pouco mais de 30% das obras públicas lançadas: apenas 444,8 milhões dos 1.431 milhões de euros adjudicados. As companhias espanholas lideram a lista.