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Resultados da pesquisa
O choque das taxas de juro deverá atingir famílias e empresas no primeiro semestre de 2023, com a taxa de juro de referência na zona Euro a chegar ao pico até março, prevê a Allianz Trade, acionista da Cosec. “Para as famílias, incluindo as portuguesas, o choque das taxas de juro deverá estar a aproximar-se, podendo mesmo materializar-se no próximo ano”, avançam os especialistas da empresa de seguro de créditos no estudo ‘Europe: How big will the interest rate shock be in 2023?’.
O mercado imobiliário deverá desacelerar nos próximos meses. Esta é, pelo menos, uma das conclusões do inquérito de outubro às expectativas dos consumidores divulgado esta quarta-feira, 7 de dezembro de 2022, pelo Banco Central Europeu (BCE). Cidadãos do euro esperam uma subida de 3% no preço das casas nos próximos 12 meses, uma taxa inferior à de 3,4% indicada em setembro.
A promotora imobiliária VIC Properties, que recentemente foi notícia por ter colocado no mercado vários projetos imobiliários, entre eles o empreendimento Prata Riverside Village, em Lisboa, os terrenos da Matinha, também na capital, e a Herdade do Pinheirinho, em Melides, quer ser cotada em bolsa nos EUA, no Nasdaq.
A habitação de luxo num dos mercados mais exclusivos do mundo continua sob os efeitos da pandemia e atingida pelas oscilações económicas devido ao aumento das taxas de juro. De acordo com as previsões da Centaline Property, uma das maiores imobiliárias de Hong Kong, apenas 1.800 operações habitacionais de luxo serão fechadas em 2022. É o valor mais baixo desde 2013.
O Governo quer acabar com o travão legal que, desde março de 2020, mês marcado pela chegada da pandemia da Covid-19 a Portugal, tem permitido a famílias com ordem de despejo permanecer excecionalmente na habitação onde moram. Em causa está uma proposta que já foi apresentada pelo Executivo à Assembleia da República, que visa revogar a medida.
Nos últimos três anos, 56 mil pessoas deixaram Lisboa e mudaram-se para outro município do país. No Porto, o cenário não é muito diferente – no mesmo período, cerca de 20 mil pessoas abandonaram a cidade. A maioria das famílias foi “empurrada” para as periferias face à subida do preço das casas e das rendas.
Em 2021, em plena pandemia da Covid-19, as famílias portuguesas pouparam apenas 9,8% dos seus rendimentos. Portugal é, de resto, o quinto país da União Europeia (UE) onde as famílias menos pouparam no ano passado, encontrando-se apenas atrás de Dinamarca (9,3%), Lituânia (5,8%), Grécia (3,7%) e Polónia (2,8%). Em causa estão dados divulgados recentemente pelo Eurostat.
Encontrar a casa ideal para viver é uma verdadeira aventura para as famílias. Desde logo, são vários os fatores que têm de ser colocados em cima da mesa, como a localização, o orçamento, as poupanças disponíveis, a mobilidade e a proximidade entre família e amigos. A verdade é que uma das primeiras decisões que se tem de tomar tem que ver com a localização. Portanto, quer estejas a pensar em comprar ou arrendar casa, deves definir qual é o melhor lugar para viver, já que a localização da tua futura habitação poderá influenciar a tua qualidade de vida, bem como o custo da casa.
A Assembleia Legislativa da Madeira aprovou o regime jurídico do programa de apoio a fundo perdido às famílias com crédito habitação, dotado, segundo o orçamento regional para 2023, de um milhão de euros.
Para garantir o bem estar, conforto e tranquilidade no seio familiar, há quem procure uma casa para comprar. Adquirir aquela que vai ser a primeira casa é um passo importante na vida dos portugueses, já que muitos precisam de recorrer ao financiamento bancário, representando, assim, um investimento de longo prazo. Há também quem procure uma segunda casa para comprar, seja para passar férias ou numa perspetiva de investimento. Mas o clima atual, marcado pela alta inflação e pela subida de juros no crédito habitação, traz novos desafios para as famílias, que se somam aos impostos a pagar.
A Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra viu aprovado o projeto “Espaço Cowork na Região de Coimbra”, que permite a criação de espaços de cowork em Cantanhede, Mealhada e Mira.
Encontrar uma casa para comprar compatível com os orçamentos das famílias tornou-se mais difícil desde o início de 2020. Foi nessa altura que a pandemia da Covid-19 entrou nas nossas vidas e tudo mudou, criando a necessidade de mudar de casa. Desde então, a subida dos preços das casas à venda tem vindo a acelerar em vários países do mundo, Portugal incluído. Mas os rendimentos das famílias não têm acompanhado esta evolução - e agora estão pressionados pela alta inflação que se faz sentir. Em resultado, o acesso à habitação caiu depois da pandemia na maioria dos países europeus que pertencem à OCDE. E Portugal é o terceiro país onde está mais difícil comprar casa desde então.
É em Oeiras que vai nascer o Vistabella, o novo empreendimento residencial da Major Development. O condomínio vai desdobrar-se em três projetos: o Panorama, com 44 apartamentos T1 a T3 e quatro penthouses T4; o Boulevard, com 14 moradias T4, com área gourmet e piscina privativa; e o Mirad'or, com 32 apartamentos T1 a T4 e duas penthouses T4. O valor dos apartamentos varia entre os 400 e os 700 mil euros, as penthouses e as moradias têm um valor de venda a partir de 1 milhão de euros, sendo que 50% das unidades já estão vendidas.
Travão a fundo na venda de carteiras de crédito malparado (Non-Performing Loans, NPL na sigla inglesa) em Portugal. O investimento neste tipo de ativos deverá cair 40% este ano, antevendo-se que a venda de portfólios ascenda a 1,7 mil milhões de euros – as estimativas consideram transações já concluídas, ativas ou anunciadas no mercado –, bem menos que o valor registado em 2021 (três mil milhões de euros), ano em que a atividade recuperou após a travagem de 2020, quando as transações não foram além dos mil milhões de euros, refletindo o impacto da pandemia. Em causa estão dados que constam no research “Investing in NPL in Iberia”, lançado recentemente pela Prime Yield.
A Suécia vive uma correção significativa nos preços das casas, que já caíram 12% desde o seu máximo, enquanto as principais instituições suecas dizem que pode chegar aos 18%-20%, e continuarão a cair até ao final de 2023. Os especialistas já antecipavam a vulnerabilidade do mercado residencial sueco, onde 44% das famílias estão expostas às flutuações das hipotecas de taxa variável, e a sentir pressão pelo aumento do custo de vida. Reino Unido, EUA, Austrália ou Nova Zelândia também arriscam quedas significativas.
A confiança dos consumidores diminuiu “marginalmente” em novembro, para um valor próximo do registado no início da pandemia da Covid-19. Já o indicador de clima económico aumentou, após ter recuado entre agosto e outubro. Em causa estão dados divulgados esta terça-feira (29 de novembro de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Com o grande avanço tecnológico, o grande desafio de Portugal passa, hoje, por atrair talento, para conquistar mais empresas do mundo a instalarem-se no país. Neste contexto, a Lionesa está um passo à frente. Há 20 anos que promove a felicidade e produtividade nos seus escritórios. E com a criação do Lionesa Group, em setembro, pretende construir um “Norte para a Felicidade”, criando laços entre o talento e a cultura. Até 2025, o grupo quer provar que "o Norte de Portugal é o lugar mais feliz do mundo para se viver”, diz Pedro Pinto, presidente do Grupo Lionesa, em entrevista ao idealista/news.
Nos últimos 10 anos, o “aumento significativo” da participação de compradores não residentes marcou o mercado residencial português. Não só representaram 11,7% do valor das transações de habitação nos quatro trimestres terminados em junho, como também compraram casas de valores bem mais elevados do que os residentes. O Banco de Portugal (BdP) diz mesmo que o valor médio por aquisição de casas desembolsado por compradores estrangeiros é 95% mais elevado do que valor pago por compradores residentes no país.
A subida da Euribor para todos os prazos afeta particularmente os portugueses, já que cerca de 90% dos contratos de crédito habitação são de taxa variável. E o próprio Banco de Portugal (BdP) alerta que, com a subida das taxas de juro, a prestação da casa, em termos médios, poderá aumentar 92 euros até ao final de 2023. O que o regulador português também diz é que haverá uma em cada dez famílias que vão ter taxas de esforço superiores a 40% já no próximo ano.
O mundo está em constante mudança, e as novas tecnologias vieram acelerar tendências e provocar mudanças em vários setores, e o imobiliário não é exceção. Mas, afinal, como será o consultor imobiliário do futuro? E como é que o setor se pode adaptar e melhorar os seus modelos de negócio? Jeff D'Angelo, CEO e líder de equipa da Keller Williams Coastal and Lakes, & Mountains em Portsmouth, New Hampshire (EUA), deixa pistas para o futuro numa entrrevista ao idealista/news.