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O ano de 2023 será de maior instabilidade para o mercado imobiliário, principalmente devido à subida das taxas de juro que impactará o valor de venda dos imóveis. Esta é a visão de Francisco Horta e Costa, diretor geral da CBRE Portugal. Para o responsável, e em virtude dos juros mais altos, “o financiamento fica mais caro e os preços tenderão a ajustar em baixa”. Esta situação, diz, “poderá impatar também alguns promotores imobiliários com excesso de dívida em terrenos, podendo vir a acelerar a venda dos mesmos”.
A receita do Imposto Municipal sobre Transações (IMT) atingiu, entre janeiro e novembro de 2022, os 1.566 milhões de euros, mais 15,6% do que o montante arrecadado ao longo de 2021, e que constitui já um novo recorde.
A dinâmica no mercado residencial de Manhattan, em Nova Iorque (EUA), começou a arrefecer na reta final de 2022.
No arranque do ano, entrou em vigor no Canadá uma nova lei que proíbe estrangeiros de comprar casas como investimento por dois anos. A lei foi aprovada devido ao aumento dos preços das casas no país desde o início da pandemia, e à crença de alguns políticos de que os compradores estrangeiros são também responsáveis pelas subidas.
O Japão planeia aumentar os incentivos económicos para os pais que optarem por sair de Tóquio. O governo tentará encorajar as famílias a mudarem-se com um generoso pagamento de até 1 milhão de ienes (7.600 dólares ou 7.220 euros) por criança se elas se mudarem da cidade superlotada para municípios fora da cidade e regiões vizinhas. O valor é mais do que o triplo dos 300.000 ienes (2.173 euros) oferecidos pelo plano em vigor desde 2019.
Desde a pandemia, o teletrabalho tornou-se uma parte das nossas vidas. Desde então, muitas empresas estabeleceram um modelo híbrido que combina presença de escritório com trabalho a partir de casa.
Adeus 2022, olá 2023. O Ano Novo traz mudanças nos salários e pensões em Portugal, com aumentos que, contudo, não deverão compensar a subida do custo de vida, que disparou com o escalar da taxa de inflação – em dezembro terá sido de 9,6%, segundo a mais recente estimativa do Instituto Nacional de Estatística (INE). Eis algumas das alterações que entrarão em vigor já a partir de janeiro.
O indicador de confiança dos Consumidores aumentou em dezembro, interrompendo o perfil negativo dos três meses anteriores, revelou esta segunda-feira (2 de janeiro de 2023) o Instituto Nacional de Estatísticas (INE). Já o indicador de clima económico estabilizou no último mês do ano, interrompendo nos últimos dois meses o movimento descendente iniciado em março.
Um novo ano começa cheio de desafios macroeconómicos. A inflação na Zona Euro fixou-se nos 10,1% em novembro. E a política monetária está mais apertada, depois do BCE ter subido os juros diretores em 250 pontos base em 2022. E assim vai continuar em 2023: a presidente do regulador europeu admite continuar a subir os juros para conter a inflação que, além de ser impulsionada pela guerra na Ucrânia, também é alimentada pelas políticas orçamentais dos países. Se assim não fosse, “seria pior para todos”, frisou Christine Lagarde. Mas a subida dos juros deverá ser mais contida, antecipam analistas.
O primeiro-ministro defendeu esta domingo, dia 1 de janeiro de 2023, a obrigação de assegurar que a nova geração pode escolher Portugal para trabalhar, considerando a habitação “a maior preocupação dos jovens no momento de se autonomizarem”, uma área onde o Estado está “agora a atuar”.
Para enfrentar a crise energética e a alta inflação que se fez sentir em Portugal ao longo de 2022, o Estado português colocou em prática um conjunto de medidas de apoio às famílias e empresas que mexeram com as receitas fiscais e as despesas. E, no total, este conjunto de medidas custaram ao Estado 3.849 milhões de euros até novembro. O que a Direção-Geral do Orçamento (DGO) também revelou esta quinta-feira é que a pandemia da Covid-19 continuou a ter um custo expressivo para o Estado em 2022, de 3.719 milhões de euros. Ainda assim, a receita fiscal do Estado aumentou 17,5% até novembro.
Ano novo, casa nova. Nada melhor para receber 2023 de braços abertos do que uma nova decoração para a casa. Querem-se espaços confortáveis, neutros e aconchegantes, privilegiando-se a luz natural, o mobiliário com curvas e ainda os materiais naturais. A Engel & Volkers apresenta 5 tendências de decoração para o próximo ano.
O ano 2022 prometia ser de recomeços e de recuperação económica depois do impacto da pandemia da Covid-19. Mas, no dia 24 de fevereiro de 2022, o mundo foi surpreendido pelo eclodir da guerra na Ucrânia. E tudo mudou. As famílias começaram a fugir da guerra – e muitas escolheram Portugal para se refugiar. A inflação começou a escalar ao longo do ano. E os bancos centrais começaram a subir os juros diretores para tentar travar o ciclo inflacionista. Todo este cenário teve impactos no imobiliário, aumentando os custos da construção, os preços das casas e os custos com o crédito habitação.
Apesar da incerteza e da crise instalada, Portugal continuou no radar do investimento imobiliário em 2022. A liquidez acumulada e falta de oportunidades em alguns setores tradicionais tem levado os investidores a canalizar o seu capital para ativos alternativos. E a verdade é que nacionais e estrangeiros continuam atentos ao país, e a dar impulso a vários segmentos de negócio. A logística e escritórios destacaram-se em 2022 pela robustez e capacidade de resiliência, sendo dos setores mais atrativos para quem investe.
Com a pandemia COVID-19 e a adaptação das empresas ao trabalho híbrido e ao trabalho remoto começaram a surgir novas possibilidades no que diz respeito à redução da jornada de trabalho.
As previsões das principais instituições internacionais para a evolução da economia em 2023 não são animadoras. Isto porque admitem que o crescimento da economia mundial irá abrandar no próximo ano, em particular na Zona Euro, onde algumas das principais economias podem registar uma recessão económica. Uma destas instituições é o Fundo Monetário Internacional (FMI) que diz que o crescimento económico global será de 2,7% em 2023, o “mais fraco” dos últimos 20 anos. Já a economia da Zona Euro deverá crescer ainda menos, 0,5%. Resta saber se Portugal irá esquivar-se ou não à recessão económica.
A pandemia da Covid-19 gerou um boom imobiliário mundial. Durante a crise marcada por vários períodos de confinamento, as famílias passaram a valorizar mais a casa e foram engordando as suas poupanças, fatores que aliados aos baixos juros dos créditos habitação ajudaram a impulsionar a procura de casas para comprar um pouco por todo o mundo. Foi por isso mesmo que os preços das casas à venda continuaram a aumentar mesmo durante a crise. Mas a consequência deste panorama é só uma: as famílias passam mais tempo a pagar a casa, sendo precisos cada vez mais anos de salário para o fazer.
O Índice de Bem-estar (IBE) em Portugal caiu ligeiramente em 2021 face a 2020, de 45,8% para 45,7%, segundo dados publicados esta segunda-feira (26 de dezembro de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se, numa escala de zero a 100, do valor mais baixo desde 2017, sendo inferior aquele que o país registou em 2019 (47,2%), ou seja, antes do aparecimento da pandemia.
Nova Iorque dá mais um passo no processo de transformação urbanística vivido pela cidade desde a pandemia e tem como meta reinventar a Quinta Avenida, a artéria comercial mais famosa do mundo. O objetivo é criar um ‘boulevard’, com espaço para árvores, peões e ciclistas.
O Governo decidiu prorrogar o prazo de conclusão do Programa Bairros Saudáveis até 30 de abril de 2023, sendo já o terceiro prolongamento da vigência deste instrumento, para permitir aos projetos e à coordenação nacional concluírem os trabalhos.