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O Edifício Marechal Saldanha e o Casas de Fez são os dois projetos residenciais que a parceria Promotop e Cobelba está agora a desenvolver na zona da Foz do Douro, no Porto. O primeiro empreendimento é composto por um total de 22 apartamentos, desde T1 a T4, e uma loja no R/Chão, estando a conclusão da construção prevista para o início de 2022. Já o condomínio da Rua do Fez é constituído por sete apartamentos, tipo moradia, todos com entrada independente, com tipologias T3, T4, T5 e T6. A construção deste empreendimento ficou concluída recentemente.
Os portugueses estão atentos ao segmento residencial de luxo, tendo comprado em 2020, ano marcado pelo surgimento da pandemia da Covid-19, mais de metade (54,3%) das 3.420 casas vendidas pela Remax Collection. A imobiliária vendeu no ano passado menos imóveis de luxo que em 2019, mas mais 9% que em 2018, tendo terminado o ano de 2020 com um total de volume de preços na ordem dos 1.152 milhões de euros, segundo revela em comunicado.
Mesmo em tempos de pandemia, muitos portugueses querem comprar casa e, para isso, precisam de um crédito à habitação. E se os bancos, apesar da crise gerada pela Covid-19, têm-se mantido disponíveis para emprestar dinheiro para esta finalidade, ao contrário de outros tempos, já não dão financiamentos a 100%. Assim, para se conseguir a casa que se quer, é preciso ter um pé-de-meia, ou seja, dinheiro de parte para se dar de entrada -e para suportar os outros gastos associados à aquisição, nomeadamente impostos. O nível de poupanças necessário varia consoante a zona do país onde se quer comprar casa, atendendo aos preços médios dos imóveis. Uma análise do idealista - realizada em plena crise pandémica - mostra a taxa de esforço nas capitais de distrito de Portugal Continental e Ilhas.
O projeto de requalificação do Mercado do Bom Sucesso (MBS) já recebeu “luz verde” da Câmara do Porto e vai estar em obras durante 2021.
"Voltar a casa sem pensar... Deixar a luz entrar... Sem ter medo". A casa, sempre a casa. O porto de abrigo, o refúgio, o ninho, o berço, o tudo. Na música de Rodrigo Leão. E sempre. Ainda mais agora na pandemia, ao ganhar novas formas de expressão.
No ano passado foi criada uma lei que determina a proteção dos inquilinos durante a pandemia de Covid-19, suspendendo os efeitos das ações de despejo e de cessação de contratos de arrendamento.
O exercício físico continua a ser permitido ao ar livre de forma individual e persistem as dúvidas sobre a utilização de máscara durante uma corrida ao ar livre, por exemplo, uma vez que esta poderá interferir com a respiração.
As restrições à concessão de vistos gold – Autorizações de Residência para Atividade de Investimento (ARI), na sua designação oficial – só entram em vigor a partir de 1 de janeiro de 2022, mas o setor imobiliário está atento à situação, visto que o programa deixará de se aplicar à compra de imóveis nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, por exemplo. A pensar nisso, a imobiliária de luxo Portugal Sotheby’s Realty lançou uma campanha internacional (“Last call for Golden Visa”), para aproveitar os últimos meses de vistos gold.
As hortas urbanas continuam a espalhar-se um pouco por todo o país.
Os últimos 12 meses revolucionaram o mundo, a economia, os modos de vida e os mercados. A Covid-19 foi a grande protagonista de 2020, num ano marcado por grandes mudanças, a vários níveis, e que também impactaram o imobiliário. O país fechou-se em casa e muitos descobriram que o local onde viviam estava longe de ser o espaço ideal; outros decidiram ir viver para segundas residências, com a crescente afirmação do teletrabalho; e houve ainda quem decidisse pôr mãos à obra para remodelar a casa. Os negócios continuaram a fazer-se, mesmo que dentro de portas, e Portugal manteve-se atrativo para os investidores. Apesar da dificuldade de realizar qualquer tipo de previsão, num contexto de grande incerteza, o idealista compilou as análises de mercado da habitação até hoje para fazer um retrato de 2020, deixando pistas sobre o que esperar de 2021.
As finanças vão reavaliar o valor a pagar pelo El Corte Inglês pelos terrenos da antiga estação ferroviária da Boavista, no Porto, de forma ajustar o contrato aos preços atuais. A revelação foi feita pelo presidente da Infraestruturas de Portugal (IP), António Laranjo, durante a audição, por videoconferência, na Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, após um requerimento apresentado pelo BE sobre “o processo de alienação e do contrato de promessa de compra e venda dos terrenos da antiga estação ferroviária da Boavista pela Infraestruturas de Portugal ao EL Corte Inglês, no Porto”.
A criação de uma cidade global que conjugará um estilo de vida único e sustentável numa nova geografia de inovação e conhecimento tecnológico é o objetivo do Innovation District, projeto que prevê um investimento privado de 800 milhões de euros e a criação de 17.000 postos de trabalho em Almada, no Monte da Caparica e na zona envolvente de Porto Brandão. Está prevista a construção, por exemplo, de 1.000 novos fogos habitacionais e de uma área de 250.000 metros quadrados (m2) para a implementação de novas atividades económicas e de 86.000 m2 de infraestruturas turísticas.
Comprar ou arrendar casa onde se quer pode ser uma tarefa complicada.
O concurso público internacional para a conceção de uma nova ponte sobre o rio Douro, que permitirá concretizar a chamada “segunda linha” de metro de Vila Nova de Gaia, foi lançado esta terça-feira (16 de março de 2021) no Porto, com a presença do primeiro-ministro António Costa. A nova travessia para ligar o Porto e Vila Nova de Gaia através de metro deve ficar entre as pontes da Arrábida e Luís I e servirá uma nova linha entre a Casa da Música e Santo Ovídeo. Em causa está um projeto cuja estimativa de custo de empreitada ronda os 50 milhões de euros.
Pandemia, Covid-19, coronavírus, teletrabalho, ensino à distância, confinamento, desconfinamento. Estas foram algumas das palavras e/ou expressões mais usadas no último ano. Sim, porque a pandemia já chegou a Portugal há mais de um ano. E sim, o país voltou agora (só agora) a desconfinar, com a abertura, por exemplo, das creches e escolas até ao 4.º ano de escolaridade. A verdade é que muita coisa mudou nos últimos 12 meses. Mostramos-te um conjunto de indicadores que mostram como mudou a economia nacional com a súbita chegada do novo coronavírus.
As cidades que têm um rendimento familiar mais elevado são as mais atrativas para a população viver, mas são, também, as que têm as taxas de desemprego mais altas. As duas principais cidades do país, Lisboa e Porto, integram este lote. Esta é uma das conclusões a retirar do Relatório Anual do Mercado Residencial 2020 Portugal, publicado recentemente pelo idealista e baseado em dados do INE, da Pordata, do IEFP e do idealista/data.
A pandemia está a ter efeitos diretos na habitação, a vários níveis. No caso da procura sobre a oferta, o impacto manifesta-se de forma distinta no mercado de arrendamento e no mercado de venda de casas, e segundo as diferentes regiões do país.
O Seixal, na margem sul do Tejo, vai contar com um reforço da oferta de habitação nova. O Grupo A. Silva & Silva decidiu construir um empreendimento com 175 novos apartamentos, distribuídos por seis edifícios, com seis pisos cada e um piso semienterrado para estacionamento, áreas técnicas e arrumos. Localizado junto ao mercado, o complexo habitacional terá vistas privilegiadas para a baía do Seixal.
A Valeo Management Europa, do grupo norte-americano Valeo, tem em fase final de construção a primeira residência no Polo Universitário de Paranhos, com abertura prevista para o ano letivo de 2021/22.
Um ano de pandemia e tudo mudou. A economia, o trabalho, as casas, as famílias, os hábitos – o mundo, a vida.