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Há um ano, o Majestic estava “completamente cheio”, “com filas à porta”. Agora, o histórico café da Baixa do Porto está de portas fechadas, desde esta segunda-feira, dia 30 de novembro, por falta de clientela, devido à pandemia da Covid-19.
Ter uma casa de banho especialmente dedicada às crianças pode ser um luxo, mas pensar e adaptar esta divisão da casa de forma a garantir a segurança das crianças pode com toda a certeza tornar a vida muito mais fácil para os pais.
É a partir de um único local que grande parte da economia e da sociedade mundial se está a mover atualmente: o lar de cada um - e assim será ainda mais no futuro, com a tecnologia como aliada. Por motivos de saúde, durante a pandemia, as casas tornaram-se o centro do mundo e isso vai
O fundo Quântico/Albatross, criado em 2017 para investir na promoção e reabilitação de habitação para segmento premium, já iniciou a promoção do empreendimento residencial Antas Atrium, no Porto, constituído por cerca de 1.100 apartamentos, num investimento estimado de mais de 240 milhões de eu
O Alojamento Local (AL) está a sentir o forte abalo da pandemia da Covid-19, tendo o grosso do setor (cerca de 80% dos titulares e gestores de AL) registado quedas de faturação superiores a 75% durante o segundo trimestre de 2020, em comparação com o mesmo período do ano passado. Esta é uma das conclusões do inquérito aos titulares e gestores de AL do país, segundo um estudo realizado pelo DINÂMIA’CET do Iscte – Instituto Universitário de Lisboa – foram recebidas 868 respostas.
O Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) foi aprovado em votação final esta quinta-feira, 26 de novembro de 2020, apenas com os votos favoráveis do PS, a abstenção do PCP, PEV, PAN e as deputadas não inscritas e os votos contra do PSD, BE, CDS, IL e Chega.
A residência de estudantes Porto Asprela recebeu a certificação LEED Gold na categoria 'Hotelaria'. Torna-se assim o primeiro edifício do setor com a mais elevada certificação de qualidade e sustentabilidade da Europa com o selo atribuído pelo Green Building Council.
A aplicação do novo pacote de fundos europeus, para combater a crise pandémica e para ajudar a recuperação económica do país, pode ficar comprometida pelas políticas centralistas da administração pública nacional e pela influência dos ‘lobbies’ internacionais da construção e da economia verde.Esta i
Quando um proprietário decide vender uma casa deve saber quanto tempo poderá permanecer o imóvel no mercado até encontrar um interessado em comprar - esta mesma informação é também relevante para os agentes imobiliários e demais profissionais do setor. Sempre e agora, em plena crise pandémica, ainda mais. Em Portugal, o período de venda de casas ronda, atualmente, os cinco meses, tendo aumentado face ao terceiro trimestre de 2019 - quando se vivia em crescimento económico e sem o novo coronavírus. Há apenas um ano, em termos médios, contabilizava-se em pouco mais de quatro meses o tempo de um imóvel à venda no mercado nacional, segundo uma análise do idealista.
Muitas câmaras têm optado, nos últimos anos, por reduzir a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), que pode variar entre 0,3% e 0,45%. No ano passado, esta medida fez com que a poupança por cidadão chegasse aos 300 euros. Albufeira, Loulé, Lagos e Silves, todas no Algarve, estão entre as autarquias do país com a maior redução per capita, sendo que Lisboa, Sintra e Porto deixaram de encaixar 128 milhões de euros e foram os concelhos que abdicaram de mais receita para baixar a fatura do IMI das famílias.
O mercado imobiliário tem conseguido resistir à crise pandémica, sendo as baixas taxas de juro e as moratórias aos empréstimos no crédito bancário as principais razões que contribuem para esta situação.
Os municípios cobraram 3.569,6 milhões de euros em impostos e taxas em 2019, com destaque para o IMT, a fonte de receita mais relevante, sobretudo, para os municípios de grande dimensão, revela o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses.O documento divulgado esta terça-feira, dia 24 de novembro
Vai nascer junto à estação de Campanhã, no Porto, uma nova casa para startups. Onde? Num edifício reabilitado com 4.000 metros quadrados (m2) que (man)terá, por exemplo, uma chaminé industrial e um reservatório de água transformado em miradouro. O Founders Founders Porto Oriental – o segundo espaço da empresa na Invicta, que também já se encontra em Lisboa – abre portas no início de 2021 e poderá receber 12 startups e cerca de 300 pessoas.
O espaço da falida concessionária BMW e Mini no Grande Porto vai ser ocupado pela Matrizauto, marca do grupo português JAP. As instalações foram transformadas numa das “maiores ‘megastores’ automóvel da Península ibérica”, com capacidade para mais de 500 viaturas. O investimento ronda os mais de 10 milhões de euros.
A Mota-Engil celebrou três novos contratos para um estádio de futebol e um novo mercado coberto, na Costa do Marfim, e um projeto associado à exploração de gás e petróleo em Moçambique, num valor total de 171 milhões de euros.
Portugal é o sétimo país do mundo com melhor proficiência em inglês, de acordo com o relatório EF English Proficiency Index (EF EPI) , que analisa dados de 2,2 milhões de falantes não nativos de inglês, em 100 países e regiões.
O movimento ‘Pinheiro Bombeiro’ está de volta para iluminar o Natal das famílias e regressa com a missão de ajudar os Bombeiros Voluntários portugueses num ano particularmente difícil. A ideia é simples: trazer para casa um pinheiro que foi cortado para limpar as matas e prevenir incêndios, e dar-lhe uma segunda vida. A 4ª edição desta iniciativa, desenvolvida pela Rnters, já arrancou, e este ano, além do aluguer da árvore, estarão à venda enfeites solidários. No final da época natalícia, o pinheiro pode ser devolvido à Rnters nos locais indicados na plataforma online para depois ser transformado em biomassa, fazendo com que o aluguer termine também de forma sustentável.
O mercado de escritórios de Lisboa está a sentir os efeitos da crise pandémica, tendo sido ocupados nos dez primeiros meses do ano 114.027 metros quadrados (m2), num total de 76 operações e uma área média de 1.500 m2. Uma taxa de absorção 29% abaixo da verificada no mesmo período do ano passado. Em outubro, no entanto, registou-se uma evolução mensal positiva, com um ‘take-up’ de 11.986 m2 – foram concluídas cinco operações, das quais três com áreas superiores a 2.000 m2.
O grupo israelita Fortera colocou à venda dois dos projetos imobiliários que estava a desenvolver no concelho de Vila Nova de Gaia.
O impacto deixado pela pandemia da Covid-19 teima em deixar rasto, mas o setor imobilliário, nomeadamente o segmento residencial, parece estar a resistir com “unhas e dentes” à conjuntura atual. E mesmo quando o mercado está aparentemente fácil para vender, a decisão de alienar a casa por conta própria – à “moda” do DIY (Do It Youself/Faz Tu Mesmo) – pode ser um plano furado. Esta é, pelo menos, a garantia dada por Massimo Forte, consultor independente especializado em mediação imobiliária.