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São muitas as famílias que estão a ser empurradas para o mercado de arrendamento em Portugal, numa altura em que comprar casa está mais difícil, devido aos elevados preços das casas à venda, a par dos juros altos no crédito habitação e da perda de poder de compra. Como resultado, e com uma oferta inferior à procura de casas para arrendar, as rendas das casas subiram em cinco grandes cidades em novembro face ao mês anterior, Porto incluído (+0,5%). Mas também há casos em que as rendas das habitações se mantiveram praticamente estáveis, em linha com a realidade nacional, como é o caso de Lisboa, aponta o índice de preços do idealista.
O Conselho de Ministros aprovou esta quarta-feira, dia 29 de novembro, a compensação aos senhorios para contratos de arrendamento anteriores a 1990 e não submetidos ao Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU).
Portugal vive um sério problema de acesso à habitação. Mas a verdade é que, hoje, há mais casas disponíveis no nosso país do que agregados familiares.
A nova Lei da Habitação em Espanha entrou em vigor há seis meses. Trata-se de uma regulamentação que abre a porta ao limite das rendas em áreas pressionadas e tem gerado muita polémica tanto no setor imobiliário, como político.
Depois de quatro dias de debate e votação na especialidade de mais de 1.900 propostas de alteração, o Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) foi esta quarta-feira, dia 29 de novembro, aprovado na votação final global do documento com os votos favoráveis do PS (que tem maioria absoluta) e as abstenções dos deputados únicos do Livre e do PAN. Já o PSD, Chega, Iniciativa Liberal, PCP e BE votaram contra. E contam-se mais de 200 propostas de alteração ao OE2024 que obtiveram luz verde - a grande maioria do PS. Muitas destas alterações ao OE2024 vão tocar no universo da habitação, por exemplo, reforçando a dedução da renda no IRS para 600 euros, criando a possibilidade de recuperar o imposto sobre mais-valias ou prolongando até 2024 o resgate do PPR sem penalizações para pagar o crédito habitação.
O Governo afastou esta terça-feira, numa reunião do Conselho Nacional de Habitação, atribuir uma compensação aos senhorios de rendas anteriores a 1990, segundo relataram associações de proprietários e inquilinos.
Em comunicado, a Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), presente na reunião, re
Os deputados aprovaram esta terça-feira, dia 28 de novembro, na especialidade uma proposta de alteração do Livre ao Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) que prevê a criação de um fundo de emergência para habitação.
"É criado, no primeiro trimestre de 2024, o Fundo de Emergência para a Habitação,
A vida é feita de mudanças – mais ou menos difíceis. E a mudança de casa, quando acontece por razões “alheias” à vontade e sonhos pessoais, pode ser um grande desafio.
A contenção continua a ser a palavra de ordem no mercado de escritórios português em 2023, uma tendência alinhada com o contexto internacional. Desde janeiro até outubro, foram ocupados 79.300 m2 de escritórios em Lisboa e 45.290 m2 no Porto, refletindo uma queda de 69% na capital e de 8% na cidade Invicta face ao período homólogo. Há, portanto, uma "queda significativa" nos m2 arrendados nos dois principais mercados de escritórios em Portugal, mas esta descida é “menos acentuada” no número de negócios realizados. E os preços e as rendas têm-se mantido estáveis.
O Parlamento voltou, esta segunda-feira (27 de novembro de 2023), a chumbar um teto para o aumento das rendas, tendo o Governo explicado que o objetivo é estabilizar o mercado perante críticas do PCP e BE pela falta de respostas para a “situação dramática” dos inquilinos. Paralelamente, foi aprovada a redução de 40 euros na retenção na fonte do IRS para trabalhadores por conta de outrem que vivem em casa arrendada. Em causa está a votação na especialidade do Orçamento do Estado (OE2024), sendo que a votação final global da versão final do documento está agendada para esta quarta-feira.
Quem vai viver sozinho tem uma primeira preocupação central: conseguir um espaço para viver a um preço compatível com o seu rendimento. Mas o acesso à habitação é uma tarefa cada vez mais difícil sobretudo nos grandes centros urbanos, seja para quem passe por um divórcio ou separação, seja para os estudantes e profissionais deslocados. Muitos enfrentam um dilema na hora de escolher uma casa para habitar: arrendar um estúdio para morar sozinho ou optar por arrendar um quarto numa casa partilhada? As diferenças económicas entre os dois são expressivas, uma vez que a privacidade de um estúdio acaba por sair duas vezes mais cara do que arrendar um quarto, mostram os dados mais recentes do idealista.
A maratona de votações na especialidade da proposta do Orçamento de Estado para 2024 (OE2024) arrancou esta quinta-feira, dia 23 de novembro, com os deputados a debaterem e votarem as mais de 1.900 propostas de alteração ao documento (um novo recorde).
O mercado de arrendamento em Portugal continua sob forte pressão. Há falta de casas para arrendar para responder à elevada procura. E este desequilíbrio tende a agravar-se ainda mais num momento em que é mais difícil comprar casa própria, devido aos juros e preços das casas à venda em alta, a par da queda do poder de compra. Este contexto também tem alimentado as rendas das casas, que continuam em escalada - e vão poder subir até 6,94% no próximo ano -, pelo que encontrar casas no mercado de arrendamento a preços acessíveis é cada vez mais difícil, sobretudo nos grandes centros urbanos. E, por isso, assim que surgem casas para arrendar a preços convidativos tendem a desaparecer depressa, tal como mostram os dados mais recentes do idealista: 27% das casas arrendadas em menos de 24 horas através do portal imobiliário custavam menos de 750 euros por mês (euros/mês).
As votações na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) iniciam-se esta quinta-feira (23 de novembro de 2023), com os deputados a debaterem e votarem as mais de 1.900 propostas de alteração ao documento, naquele que é um novo recorde.
A especialidade do OE2024 decorre num
Num contexto internacional marcado pelas tensões geopolíticas na Ucrânia e no Médio Oriente, incerteza quanto à duração da restritividade da política monetária do Banco Central Europeu e deterioração das perspetivas económicas, “a probabilidade de uma correção de preços no mercado imobiliário residencial tende a aumentar”, avisa o Banco de Portugal (BdP). E tudo isto “faz aumentar o risco de crédito da carteira de crédito habitação”. Mas a escassa oferta de casas deverá mitigar o impacto da redução da procura sobre os preços.
“Incerteza” e “esperar para ver”. Este é o sentimento partilhado por vários players do setor imobiliário em Portugal, estando o país a lidar com os desafios causados pelo contexto económico-financeiro que se faz sentir, com elevadas taxas de juro para atenuar a alta inflação. Para Pedro Rutkowski, CEO da Worx, o momento é desafiante e o contexto é de incerteza, mas há “oportunidades a surgir”, nomeadamente “em setores alternativos, como os de healthcare e living, que incluem ativos como residências seniores ou residências de estudantes”.
A famosa Quinta Avenida, em Nova Iorque (EUA), continua a ser a localização de comércio de rua mais cara do mundo, com valores anuais por metro quadrado (m2) de 20.384 euros. Seguem-se no pódio as ruas Via Montenapoleone, em Milão (Itália), e Tsim Sha Tsui, em Hong Kong, que trocaram de posições este ano face ao ranking do ano passado. O Chiado (Lisboa) surge na 29ª posição da tabela, tendo descido um lugar comparativamente com 2022. Esta são algumas das conclusões a retirar do relatório “Main Streets Across the World”, da Cushman & Wakefield (C&W).
Chegam do Brasil a Portugal para recomeçar a vida longe, sobretudo, da insegurança e instabilidade política.
As rendas de casa cobradas pelos senhorios aos inquilinos dispararam nos últimos tempos em Portugal, tendo a discrepância entre os valores dos contratos antigos e os dos mais recentes aumentado. Em 2021, à data dos últimos Censos, a renda média dos contratos de arrendamento mais recentes correspondia a mais do triplo daquela que se verificava nos contratos antigos. Paralelamente, apoiar o descongelamento das rendas antigas para preços de mercado – ou seja, compensar os senhorios – custaria 653 milhões de euros por ano. Estas são algumas das conclusões do estudo "Arrendamento Habitacional em Portugal", publicado esta segunda-feira (20 de novembro de 2023) pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU).
O ministério da Justiça vai disponibilizar mais 23 imóveis para integrar o Programa de Arrendamento Acessível. Trata-se, na maioria, de antigas casas de magistrados, que se encontravam devolutas e sem utilização, e que agora serão recuperadas pelo Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).