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habitação

Governo destina 1.039 milhões do OE2024 para habitação

O Governo vai investir 1.039 milhões de euros do Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) em habitação, o dobro da despesa total consolidada de 2023, que rondou os 519 milhões de euros.  O Executivo de António Costa deixa claro que, em 2024, continuará a dar prioridade a quatro grandes objetivos estratégicos: supressão de situações habitacionais indignas; aumento da oferta de arrendamento a preços acessíveis; requalificação do parque habitacional público existente; criação de uma rede de respostas de alojamento de emergência e de transição.
Medidas do OE2024

Da habitação ao IRS: descobre todas as medidas do OE2024 neste guia

Já são conhecidos os pormenores do Orçamento de Estado para 2024 (OE2024). Na tarde desta terça-feira, dia 10 de outubro, o ministro das Finanças Fernando Medina entregou na Assembleia da República a proposta de lei que define as contas públicas para o próximo ano, que vem aumentar pensões e salários, descer o IRS e ainda reforçar os apoios à habitação, numa altura em que o país enfrenta uma crise de acesso a casa própria. Mas há mais novidades que tocam os bolsos dos portugueses, como o alagarmento das creches gratuitas e o agravamento do IUC. Fica a conhecer tudo neste guia com todas as novidades do OE2024 preparado pelo idealista/news.
Habitação acessível em Portugal

Habitação acessível: vem aí uma linha de financiamento de 250 milhões

O aumento da oferta de habitação acessível em Portugal, uma das bandeiras do programa Mais Habitação – a Lei n.º 56/2023 foi publicada dia 6 de outubro de 2023 e o diploma entrou em vigor no dia seguinte –, parece estar a sair do papel, tendo a ministra da Habitação, Marina Gonçalves, 90 dias desde a entrada em vigor da referida lei para publicar a portaria que regulamenta os termos e condições da linha de financiamento de 250 milhões de euros.
orçamento do Estado

O que já se sabe do OE2024: habitação entre as prioridades 

A proposta do Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) será entregue esta terça-feira, 10 de outubro, no Parlamento, depois de o Governo ter apresentado as linhas gerais do documento aos partidos. Numa altura em que o país se debate com uma grave crise na habitação, as medidas de apoio neste âmbito estarão entre as prioridades, assim como a descida do IRS com atualização dos escalões, aumento das pensões e salários. Eis um resumo daquilo que já se sabe e irá impactar a vida das famílias e empresas.
Portugal confirma fim dos vistos gold

Mais Habitação em vigor – já não são admitidos novos vistos gold

Ponto final na concessão de novos vistos gold em Portugal. Com a entrada em vigor do polémico programa Mais Habitação – a Lei n.º 56/2023 foi publicada dia 6 de outubro de 2023 e o diploma entrou em vigor no dia seguinte –, deixam de ser admitidas novas autorizações de residência para atividade de investimento, os chamados vistos gold (Golden Visa). Trata-se de um programa que foi lançado em outubro de 2012, com o objetivo de atrair investimento estrangeiro para o país. 
acesso à habitação

Acesso à habitação pior que em 2008 – e juros agravam cenário

O acesso à habitação via crédito bancário em Portugal continua a degradar-se, e está pior que na última crise financeira em 2008, segundo o Banco de Portugal (BdP). Estudo do regulador mostra que o esforço financeiro para comprar uma casa, no final de 2022, “situava-se em valores elevados, cerca de 11% acima dos máximos observados em 2007-2008”.
carência habitacional

Há 86 mil famílias em situação de carência habitacional no país

Portugal está a viver uma grave crise habitacional, que se agudizou nos últimos anos. Numa entrevista recente, a ministra da Habitação veio dizer que foram identificadas 86.000 famílias com necessidades habitacionais no país, um número bastante superior àquele que foi registado em 2018 – altura em que o levantamento apontava para um universo de 26.000 agregados a precisar de ajuda.
apoio à renda

Apoio às rendas: IHRU lança “Portal Consulta Cidadão”

O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) lançou uma nova ferramenta relativa ao apoio extraordinário à renda. Através do “Portal Consulta Cidadão”, qualquer pessoa elegível para receber este apoio conseguirá consultar no momento todos os dados que estiveram na origem do apuramento do valor a que tem direito.
Investir em imobiliário em Portugal

Atenção investidores: CORUM aumenta portfólio com 3 imóveis comerciais

A CORUM Investments investiu 193 milhões de euros na aquisição de três imóveis comerciais, dois nos Países Baixos e um no Reino Unido. A Sociedade de Investimento Imobiliário (SCPI) de origem francesa indica que dá, assim, continuidade à sua estratégia de investimento em imobiliário comercial com elevada rentabilidade, numa lógica de longo prazo, e que acaba por “tirar partido do alívio nos preços dos ativos”. Estas transações reforçam o portefólio dos fundos CORUM Origin e CORUM XL, que são disponibilizados aos investidores em Portugal, revela em comunicado. 
Construir casas em Portugal

Como construir mais casas? É preciso rever RJUE, PDM e licenciamentos

Hoje, a falta de casas para viver é um problema central em Portugal. E muito se deve aos atrasos nos processos de licenciamentos e à falta de terrenos para construção no mercado a preços acessíveis. E poderá o Mais Habitação ajudar a resolver estes desafios? Poderá ajudar a simplificar os licenciamentos ou até ajudar a ceder terrenos públicos para construir habitação a custos controlados. “Mas enquanto não tivermos uma revisão e uma reforma séria ao Regime Jurídico da Urbanização e Edificação (RJUE), aos processos de licenciamento, aos Planos Diretores Municipais (PDM) e à própria carga fiscal que é aplicada na habitação, temo que este programa não vá trazer nenhuma solução em termos de mais habitação”, diz ao idealista/news Daniel Correia, diretor de real estate do grupo United Investments Portugal (UIP), que tem vários projetos residenciais e turísticos em desenvolvimento no país.
residentes não habituais

Fim do regime dos residentes não habituais preocupa imobiliário

O primeiro-ministro apanhou o país de surpresa esta segunda-feira, 2 de outubro, ao anunciar que em 2024 pretende acabar com a taxa especial para novos residentes não habituais (RNH). António Costa defendeu que o Governo decidiu não prolongar “uma medida de injustiça fiscal, que já não se justifica e que é uma forma enviesada de inflacionar o mercado de habitação, que atingiu preços insustentáveis”. Sem dar mais explicações, o governante deixou várias dúvidas no ar - o suficiente para agitar as águas no setor. De investidores a promotores: mercado está preocupado.
Preço das casas para comprar

Preço das casas à venda na UE desce 1,1% - a 1.ª queda desde 2014

O mercado imobiliário europeu está a ser posto à prova em 2023, perante um novo contexto de subida das taxas de juro e de elevada inflação, que tem arrefecido a procura de casas à venda, por conseguinte, os negócios. E este cenário já se reflete nos preços das casas para comprar: caíram 1,7% na Zona Euro e 1,1% na União Europeia (UE) no segundo trimestre de 2023 face ao período homólogo. Esta foi mesmo a primeira diminuição anual registada desde o primeiro trimestre de 2014. Também nove Estados-membros sentiram as casas para comprar a ficarem mais baratas neste período – mas Portugal não está na lista, tendo os preços subido 8,7%. Já o mercado de arrendamento na Europa tem estado dinâmico, levando ao aumento anual das rendas das casas em 3,0%.
Comprar casa para arrendar

Comprar casa e colocá-la a arrendar rendeu 7,4% no verão

Hoje, o mercado de arrendamento em Portugal está no centro do debate político. Ainda não se sabe como se vai poder fazer atualização das rendas em 2024 e, por outro lado, controlar os preços das rendas nos novos contratos, forçar o arrendamento de casas vazias e reduzir as taxas de IRS sobre os rendimentos prediais fazem parte do polémico Mais Habitação, aprovado no Parlamento e promulgado pelo Presidente da República. Será que, no meio de tanta instabilidade, continua a ser um bom negócio comprar casa para colocá-la a arrendar? Com os preços do arrendamento em alta e a falta de stock, a verdade é que a rentabilidade bruta da habitação em Portugal subiu no último ano, tendo-se fixado em 7,4% no terceiro trimestre de 2023, apontam os dados do idealista. Mas isto quer dizer que os riscos do negócio também são superiores.
Costa diz não a travão de 2% no aumento das rendas

Travão às rendas em 2024? Costa confirma que vai haver, mas diferente

Quanto podem aumentar as rendas em 2024? Este ano, o Executivo decidiu pôr um travão na subida das rendas, com os senhorios a poderem aumentar o valor cobrado aos inquilinos no máximo 2%. Este é um assunto que tem feito correr muita tinta, e o primeiro-ministro António Costa veio agora confirmar que o teto de aumento de rendas de 2% não se vai repetir no próximo ano. 
Transferir crédito habitação

Transferir o crédito habitação: banca está a oferecer descontos

Com a prestação da casa a pesar cada vez mais nos orçamentos familiares devido à subida dos juros, há famílias a procurarem soluções de forma a aliviar a sua situação financeira. Uma das formas passa por transferir o crédito habitação para outro banco. Até porque, hoje, vários bancos em Portugal estão a oferecer condições especiais na transferência de empréstimos de forma a atrair mais clientes, não cobrando as despesas com a abertura do processo e a avaliação do imóvel, por exemplo.
Logística na Europa

Procura por imóveis logísticos na Europa continua apesar da inflação

O ambiente macroeconómico continua a ser uma realidade desafiante para os investidores e arrendatários dos imóveis industriais de logísticos na Europa. O aumento dos custos, a incerteza económica e a falta de mão de obra são três dos principais fatores que afetam os inquilinos em 2023. Alguns arrendatários destes espaços logísticos estão mesmo a adiar os seus planos de expansão no curto prazo, até porque há falta de ativos novos. Mas, ainda assim, a procura por imóveis industriais e de logística por parte dos inquilinos tem-se mantido saudável, com novos negócios de ocupação a florescer pelo espaço europeu.  
Casas baratas para arrendar

Arrendar casas baratas é possível nestes 10 municípios portugueses

Casas à venda mais caras. Juros nos créditos habitação a aumentar. Baixo poder de compra. Todos estes fatores marcam o contexto económico atual, que tem vindo a empurrar as famílias para o mercado de arrendamento. Mas, perante a alta procura para uma escassa oferta, as rendas das casas continuam a ficar mais caras, sendo sobretudo impulsionadas pelos preços praticados nos grandes centros urbanos. A boa notícia é que em 171 dos 308 municípios portugueses as rendas das casas são inferiores à mediana nacional, que atingiu os 6,86 euros por metro quadrado (euros/m2) nos últimos 12 meses terminados em junho. Vem daí conhecer os 10 municípios mais baratos para arrendar casa em Portugal.