Inquilinos e senhorios desconfiam do "efeito" do Programa de Habitação
As associações de inquilinos e de proprietários saúdam o Programa Nacional de Habitação (PNH) proposto pelo Governo, que vai ser discutido no Parlamento na sexta-feira, dia 20 de janeiro de 2023, mas desconfiam do seu efeito, sobretudo a curto prazo.
“É quase impossível construir habitação acessível” em Portugal
A falta de habitação digna é uma questão urgente em Portugal. Há várias políticas de habitação em marcha, como é o caso do Programa 1º Direito, que vai contar com um reforço do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Mas não chega para dar casas dignas e a preços acessíveis a todas as famílias que delas precisam. “Com a carga fiscal e todos os custos de contexto, é quase impossível construir habitação acessível, tanto pela via privada como pela pública”, partilham com o idealista/news os autores do livro “Políticas Locais de Habitação” Álvaro Santos, Miguel Branco-Teixeira e Paulo Valença.
Rendas antigas: estudo encomendado pelo Governo pronto até março
O Governo quer analisar as práticas internacionais em matéria de regulação da habitação e mostra-se muito atento, em particular, ao mercado de arrendamento em Portugal, tendo encomendado um estudo ao PlanAPP - Centro de Competências de Planeamento, Políticas e Prospetiva da Administração Pública.
Agenda fiscal 2023: prazos IRS e outros impostos a não esquecer
O início do ano, para muitos, significa planeamento e organização em várias áreas e uma delas é a área das finanças.
Controlo das rendas das casas: mecanismo é adotado por 13 países da UE
Os mecanismos de controlo de rendas são adotados por 13 dos 27 Estados-membros da União Europeia (UE), diz estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). Em causa está a aplicação de regulamentos à fixação das rendas das casas ou ao controlo do seu aumento, por exemplo. Portugal é um dos países onde não existe um sistema de regulação das rendas das casas, segundo a OCDE, apesar haver exceções como é o caso dos contratos de arrendamento anteriores a 1990.
Rendas 2023: as datas importantes para senhorios e inquilinos
As rendas das casas não param de subir?
Senhorios podem subir rendas das casas até 2,43% este ano - porquê?
Já entrou em vigor o diploma que colocou um travão à subida das rendas das casas em 2%. Mas, a verdade, é que o Código Civil permite uma exceção: os senhorios que não aumentaram as rendas das casas durante o ano passado (em 0,43%), poderão somar este aumento à atualização a realizar em 2023. Ou seja, poderão subir as rendas até ao máximo de 2,43% e mesmo assim manter os benefícios fiscais previstos na nova lei.
Senhorio não entrega recibos de renda: o que fazer?
Com os juros a subir e a incerteza dos tempos que virão, são muitas pessoas estão a optar por arrendar casa em vez de comprar. Quando falamos em arrendar casa há algumas dúvidas que nos podem surgir. Para que não tenhas nenhum contratempo e para que possas estar informado, deixamos-te alguns conselhos.
Metade dos senhorios já sofreu atos de vandalismo nos seus imóveis
Metade (49,8%) dos senhorios já sofreu atos de vandalismo nos seus imóveis. Esta é uma das conclusões a retirar da sexta edição do Barómetro “Confiança dos Proprietários” da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), cujos resultados foram conhecidos esta sexta-feira (13 de janeiro de 2023) – teve a participação de mais de 330 senhorios de todo o país. Os danos maliciosos provocados pelos inquilinos ou subarrendatários nos imóveis arrendados é “um dos maiores riscos associados à atividade do arrendamento, a par do incumprimento do pagamento de rendas”, revela a entidade.
Programa Revive com retorno anual de 2,3 milhões em rendas
O programa Revive, de requalificação de património do Estado para fins turísticos, representa atualmente um retorno de cerca de 2,3 milhões de euros em rendas anuais, revelou esta quarta-feira o Governo.
Rendas das casas voltaram a subir em dezembro em 3,3%
Uma das questões estruturais de Portugal é que há falta de casas no mercado de arrendamento. E é precisamente o desequilibro existente entre escassa oferta para uma alta procura que tem desencadeado a subida dos preços das casas para arrendar no país. Em dezembro de 2022, as rendas das casas voltaram a subir, em concreto, 3,3% face ao período homólogo, apontam os dados do Instituto Nacional de Estatística esta quarta-feira publicados.
Funchal vai reabilitar 90 apartamentos no bairro da Ribeira Grande
A Câmara Municipal do Funchal vai investir 1,1 milhão de euros na requalificação do conjunto habitacional da Ribeira Grande, na freguesia de Santo António, uma obra que deve estar concluída em 2025, segundo o anúncio feito pelo presidente da autarquia.
Morar no Porto: preços das casas empurram famílias para as periferias
A cidade Invicta está repleta de histórias, tradições, património e cultura que encanta quem lá vive e atrai famílias de outras cidades para viver. Mas nem todas conseguem pagar uma casa para morar no concelho do Porto. Os preços das habitações para comprar e para arrendar estão em alta e muito acima dos rendimentos médios dos portugueses. E, por isso, milhares de famílias estão a ser empurradas para morar nos concelhos periféricos da Invicta. A questão é que também nos municípios limítrofes do Porto os preços das habitações estão a disparar, mostram os dados analisados pelo idealista/news.
Comprar casa ficou 80% mais caro desde 2010 - rendas subiram 25%
Em Portugal, o mercado residencial muito mudou ao longo dos últimos 12 anos. Mas há uma questão estrutural que permanece: há falta de casas no país. É este desequilíbrio entre a oferta de habitação e a procura (muito impulsionada por estrangeiros) que está por detrás da subida dos preços das habitações. Os dados do Eurostat esta terça-feira publicados mostram que as casas para comprar no nosso país ficaram 80% mais caras desde 2010 até ao terceiro trimestre de 2022. E as rendas das casas subiram mais de 25% entre estes dois momentos. Esta evolução superior à média da União Europeia (UE).
Lojas com história isentas de aumentos de renda até 2027
A lei que prolonga até final de 2027 o período de isenção do Novo Regime do Arrendamento Urbano para lojas com interesse histórico e cultural ou social foi publicado esta terça-feira, 10 de janeiro de 2023, em Diário da República.
Morar em Lisboa: famílias procuram cada vez mais a periferia
Melhorar a qualidade de vida está no topo das prioridades dos portugueses. E muitas vezes isso passa mesmo por mudar para uma casa com mais espaço e zonas exteriores. Mas, para muitas, não se trata de uma escolha. Com os preços das casas em Lisboa a alcançarem patamares incompatíveis com os rendimentos médios, milhares de famílias estão a ser empurradas para a periferia da capital. Mas também aqui as casas para comprar e para arrendar estão a ficar mais caras. O idealista/news mergulhou nos dados dos municípios da Grande Lisboa e explica tudo.
Imobiliário atravessará “um período de maior instabilidade”
O ano de 2023 será de maior instabilidade para o mercado imobiliário, principalmente devido à subida das taxas de juro que impactará o valor de venda dos imóveis. Esta é a visão de Francisco Horta e Costa, diretor geral da CBRE Portugal. Para o responsável, e em virtude dos juros mais altos, “o financiamento fica mais caro e os preços tenderão a ajustar em baixa”. Esta situação, diz, “poderá impatar também alguns promotores imobiliários com excesso de dívida em terrenos, podendo vir a acelerar a venda dos mesmos”.
Vendidas mais de 168.000 casas num total de 34 mil milhões em 2022
“As profundas alterações macroeconómicas e geopolíticas não travaram o mercado imobiliário português, que deverá terminar 2022 com mais de 34.000 milhões de euros transacionados”. Segundo as estimativas da JLL, está em causa um crescimento na ordem dos 14% face aos 30.000 milhões de euros de imóveis – residenciais e comerciais – vendidos em 2021. Ao todo, adianta a consultora imobiliária, terão sido vendidas no ano passado mais de 168 mil casas, num total de 31 mil milhões de euros transacionados.
Preços das casas na Dinamarca descem ao ritmo mais rápido desde 2011
A subida dos juros diretores pelo Banco Central Europeu (BCE) em 250 pontos base está a encarecer os custos dos créditos habitação nos vários países que compõem a União Europeia (UE). E vários já estão a sentir os seus efeitos, nomeadamente na dinâmica dos mercados residenciais. Um deles é mesmo a Dinamarca, onde as casas estão a ser vendidas com descontos cada vez maiores. Em resultado, os preços das casas para comprar caíram 2,1% no terceiro trimestre face aos três meses anteriores, sendo esta a maior queda nos preços desde 2011.
Porto com Sentido apoia rendas acessíveis: vantagens para todos
O Município do Porto criou o programa municipal “Porto com Sentido – Ampliar e Diversificar o Programa de Habitação a Preços Acessíveis na Cidade do Porto” (PcS) em que promove, em permanência, consultas públicas que visam o arrendamento de imóveis privados, no regime de renda acessível, no concelho do Porto. O objetivo é disponibilizar casas às pessoas e famílias da classe média, de forma a aumentar a oferta e o apoio à habitação a preços mais adequados aos respetivos rendimentos, através do subarrendamento das respetivas casas.