AMRR pede ao Governo redução das rendas dos lojistas e dos restaurantes de rua

AMRR pede ao Governo redução das rendas dos lojistas e dos restaurantes de rua

A Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR) pede ao Governo e à Assembleia da República a aplicação das rendas variáveis no ano 2021 e uma redução das rendas dos lojistas e dos restaurantes de rua. O ano 2020 “está a ser catastrófico” e a não aprovação de “medidas de justa repartição do sacrifício entre proprietários, arrendatários e Estado” resultará na falência de milhares de empresas e na destruição de centenas de milhares de empregos”, alerta a associação, reagindo às medidas de combate à pandemia da Covid-19,  aprovadas em Conselho de Ministros do passado sábado.
O impacto da Covid-19 no mercado imobiliário no sul da Europa

O impacto da Covid-19 no mercado imobiliário no sul da Europa

Quase oito meses depois de ser declarada a pandemia mundial da Covid-19 e com "o mundo de pernas para o ar" - devido a uma crise sanitária, que rapidamente se tornou económica, social e política - quais foram, afinal, os efeitos no mercado imobiliário residencial no sul da Europa?
Setor imobiliário vai registar em 2020 o terceiro melhor ano de sempre

Setor imobiliário vai registar em 2020 o terceiro melhor ano de sempre

O diretor-geral da consultora JLL Portugal considera que a pandemia impediu que o setor imobiliário atingisse este ano um novo máximo, mas ainda assim será o terceiro melhor ano de sempre em volume de transações. “Até a pandemia aparecer estimávamos que [2020] iria ser mais uma vez o melhor ano em todos os setores do imobiliário. Que seria mais um ano histórico”, disse Pedro Lancastre, assinalando que, apesar da atual situação, 2020 “ficará como o terceiro melhor ano” a seguir a 2018 e 2019 em termos de volume transacionado.
Jovem casal criou marca de azeite no confinamento e já vende no mercado holandês

Jovem casal criou marca de azeite no confinamento e já vende no mercado holandês

Inês Guimarães, 24 anos, e Pedro Castro, 31 anos, são um jovem casal empreendedor português que, durante o período de confinamento obrigatório por causa da pandemia da Covid-19, decidiram criar algo próprio. E foi, desta forma, que nasceu o projeto Azeites Pintarroxo, em Vila Flor, distrito de Bragança, capital do azeite e conhecida também como a terra das ‘amendoeiras em flor’.
“Não deixem as ideias na gaveta. Se têm vontade de criar o vosso próprio negócio, não desistam”

“Não deixem as ideias na gaveta. Se têm vontade de criar o vosso próprio negócio, não desistam”

São jovens e empreendedores, e concretizaram um projeto no meio rural em plena pandemia, confirmando, em entrevista ao idealista/news, que entraves como a burocracia e a dificuldade em obter financiamento continuam a ensombrar quem quer “voar mais longe”. Mas Inês Guimarães e Pedro Castro não desistiram e aproveitaram os meses de confinamento para amadurecer a ideia e lançar o projeto dos Azeites. Agora, partilham a experiência com o idealista/news e deixam alguns conselhos para outros jovens empreendedores, lançando um repto: “Não deixem as ideias na gaveta”.
Regras apertadas para travar a Covid-19: o que se pode (e não pode) fazer a partir de quarta-feira

Regras apertadas para travar a Covid-19: o que se pode (e não pode) fazer a partir de quarta-feira

O Governo decidiu reforçar as medidas excecionais de combate à pandemia, com novas restrições para tentar travar a propagação da doença no país. Renovou o estado de calamidade em todo o território nacional até 15 de novembro, e vai alargar a 121 concelhos as medidas especiais que tinham sido estabelecidas para os concelhos de Felgueiras, Lousada e Paços de Ferreira. Trata-se de um confinamento parcial que atinge mais de sete milhões de portugueses e que prevê, entre outras coisas, o dever de recolhimento domiciliário e teletrabalho obrigatório. As medidas serão revistas a cada 15 dias. Eis um resumo de todas as novas regras.
Portugueses compram ou arrendam mais habitação na pandemia?

Portugueses compram ou arrendam mais habitação na pandemia?

Portugal continua a ser um país de proprietários. Em 2011 – ano em que foram realizados os últimos censos –,  este regime de ocupação representava 72% dos alojamentos familiares clássicos ocupados, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Portugueses mais disponíveis para poupar: 75% tem esse hábito

Portugueses mais disponíveis para poupar: 75% tem esse hábito

Os portugueses estão a poupar mais em tempos de pandemia da Covid-19? Sim, mas a frequência com que o fazem é mais esporádica. Os mais recentes dados do Observador Cetelem, conhecidos em vésperas do Dia Mundial da Poupança e da Literacia Financeira, que se assinala este sábado (31 de outubro de 2020), mostram que 75% dos portugueses tem por hábito poupar, mais 28% que no ano passado (47%).
O que fazer antes de investir dinheiro? Seis dicas que podem ser muito úteis

O que fazer antes de investir dinheiro? Seis dicas que podem ser muito úteis

O Dia Mundial da Poupança celebra-se amanhã (31 de outubro de 2020). Uma efeméride importante e que ganha ainda mais “peso” nos tempos que vivemos, de crise pandémica. Poupar pode ser, por isso, uma “conduta” a ter em conta. O mesmo acontece com os investimentos a fazer. Mas por onde começar e o que fazer antes de se investir o dinheiro que se poupou durante anos? Apresentamos um conjunto de dicas que são uma espécie de guia de investimento para “iniciantes” e que podem ser muito úteis.
Evolução do número de desempregados inscritos no IEFP – dispara 36% num ano

Evolução do número de desempregados inscritos no IEFP – dispara 36% num ano

No final do mês de setembro de 2020, estavam registados nos Serviços de Emprego do Continente e Regiões Autónomas 410.174 indivíduos desempregados, número que representa 74% de um total de 553.928 pedidos de emprego, revelou recentemente o IEFP, acrescentando que o total de desempregados registados no país foi superior ao verificado no mesmo mês de 2019 (+108.892/+36,1%) e face ao mês anterior (+843/+0,2%).
Festas de Natal das empresas têm de ser canceladas por causa da pandemia?

Festas de Natal das empresas têm de ser canceladas por causa da pandemia?

O Natal está cada vez mais perto e começa a ser hora de pensar nos preparativos para celebrar a quadra. Habitualmente, as empresas aproveitam a época para organizar eventos com os trabalhadores, mas este ano, em plena pandemia da Covid-19, como vai ser? A regra dos ajuntamentos limitados a cinco pessoas, determinada pelo Governo, não contempla estes casos, mas de momento são poucas as reservas e houve mesmo já cancelamentos de programas que estavam organizados.
Turismo ganha “terreno” no Centro, Alentejo e Norte de Portugal à boleia da pandemia

Turismo ganha “terreno” no Centro, Alentejo e Norte de Portugal à boleia da pandemia

O setor turístico é um dos mais afetados pela crise pandémica da Covid-19, havendo milhares de camas de hotéis e de outros alojamentos/unidades turísticas vazias um pouco por todo o território nacional. Mas há algumas regiões que ganharam “terreno” e que podem ter motivos para sorrir no final da crise. Falamos do Centro, do Alentejo e do Norte do país, que este ano ganharam peso sobre o total de dormidas.
Millennials sofrem de ‘workaholism’ – e situação terá agravado com a Covid-19

Millennials sofrem de ‘workaholism’ – e situação terá agravado com a Covid-19

Antes da pandemia da Covid-19 a geração millennial já sofria de ‘workaholism’, ou seja, estava demasiado dependente do trabalho. Disso mesmo deu conta uma pesquisa publicada em 2019 na revista Forbes, que concluiu que a situação afetava 66% dos millennials. Uma tendência que se terá agravado com a chegada do novo coronavírus, conclui agora a Adecco, líder mundial em soluções de recursos humanos.
A “arte” de acumular profissões: geração 'slasher' ganha força em Portugal

A “arte” de acumular profissões: geração 'slasher' ganha força em Portugal

Ter mais que uma profissão e conjugá-las com a vida pessoal não será fácil, nem uma habilidade para todos. Por necessidade ou decisão própria, para conciliar o sustento com trabalhos por vocação, há cada vez mais pessoas a fazer muitas coisas ao mesmo tempo. E (muito) diferentes umas das outras. A chamada geração 'slasher' – este termo foi usado, pela primeira vez, no contexto da polivalência profissional nos EUA, em 2007, num artigo escrito pela colunista do The New York Times Marci Alboher – começa agora a ter peso em Portugal.