Prestação da casa em mínimos históricos

Prestação da casa em mínimos históricos

Pediste dinheiro emprestado ao banco para comprar casa e o teu contrato é revisto em março? Então tens motivos para sorrir, já que a prestação da casa vai descer. E para mínimos históricos. A diminuição da mensalidade será transversal a todos os agregados, independentemente do indexante utilizado: baixa entre 0,4%, para o créditos à habitação indexados à taxa Euribor a três meses, e 4%, para os financiamentos indexados à Euribor a 12 meses.
Portugal precisa de 15,2 mil milhões de euros em 2015

Portugal precisa de 15,2 mil milhões de euros em 2015

As necessidades de financiamento de Portugal para 2015 situam-se nos 15,2 mil milhões de euros, dos quais 4,3 mil milhões serão para financiar o défice orçamental e 8,1 mil milhões para amortizar dívida, de acordo com a última apresentação aos investidores do Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP).
Crédito à habitação: prestação sobe em junho

Crédito à habitação: prestação sobe em junho

A prestação da casa vai aumentar em junho. Quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar casa e revê no próximo mês a taxa de juro do respetivo financiamento vai sentir um ligeiro aumento na mensalidade. Os agravamentos devem oscilar entre 0,5% e 1,6%, consoante a taxa Euribor contratada.
Bancos começam a abrir a porta ao crédito à habitação

Bancos começam a abrir a porta ao crédito à habitação

Há três anos, quando a Troika chegou a Portugal, os bancos mostravam-se muito pouco disponíveis para emprestar dinheiro para a compra de casa. A banca tinha fechado a torneira ao crédito à habitação. Hoje, apesar das condições exigidas pela banca ainda serem bastante restritivas, o cenário mudou e há luz ao fundo do túnel para quem necessita de financiamento.
Prestação da casa vai aumentar em abril

Prestação da casa vai aumentar em abril

Más notícias para quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar casa e vê em abril os respetivos contratos de crédito à habitação serem revistos. Isto porque a prestação vai voltar a ficar mais cara, sobretudo nos financiamentos indexados à taxa Euribor a três meses, que devem subir pelo quinto mês consecutivo.
As vantagens de comprar casas de bancos

As vantagens de comprar casas de bancos

Os bancos foram acumulando muitas casas nos seus balanços. Para de “desfazerem” desses imóveis, criaram condições mais vantajosas face às concedidas nos empréstimos tradicionais para a compra de casa. Desde logo está a possibilidade de financiarem até 100% do valor da compra do imóvel. Já os spreads variam entre os 2% e os 3%, quando nos créditos relativos a casas que não estão na posse dos bancos aproximam-se dos 5%.
Construção: crédito cai oito mil milhões desde 2010

Construção: crédito cai oito mil milhões desde 2010

O presidente da Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS), Ricardo Pedrosa Gomes, considera que a crise está a abrandar mas que ainda não deixou o País, antevendo uma nova quebra de produção para o setor durante este ano. Segundo o responsável, os bancos deixaram de apoiar as construtoras, sendo que o “crédito à construção caiu oito mil milhões” nos últimos quatro anos, desde 2010.
Bancos recusam 78% dos pedidos de revisão de crédito à habitação

Bancos recusam 78% dos pedidos de revisão de crédito à habitação

Quase 80% dos pedidos de acesso ao Regime Extraordinário de acesso ao crédito à habitação que chegaram a 20 bancos – entre 10 de novembro de 2012 e finais de 2013 - foram recusados pelas instituições financeiras. Segundo dados do Banco de Portugal (BdP), houve 1.830 pedidos de acesso no ano passado, mas 78% foram indeferidos, o equivalente a cerca de 1.468 contratos.
“Vamos voltar a ter spreads de 1%”, prevê Luís Lima

“Vamos voltar a ter spreads de 1%”, prevê Luís Lima

Os bancos fecharam a torneira do crédito à habitação, tendo, por exemplo, subido bastante os respetivos spreads nos últimos anos, o que tornou praticamente impossível pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. Para Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), a situação tende a inverter-se “dentro de um ano ou dois”.