PRR: ministra lança 64 fogos de habitação pública em Loulé
A ministra da Habitação, Marina Gonçalves, esteve presente no lançamento da primeira pedra de um novo projeto habitacional que irá nascer em Loulé. Serão, no total, 64 fogos para habitação pública financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Braga reforça investimento em imóveis e terrenos para mais habitação
Aumentar a oferta pública de habitação para garantir casas "a preços justos e controlados para todos". Este é o objetivo a que a Câmara Municipal de Braga diz estar determinada.
Câmara do Funchal aprova construção de 71 fogos municipais
A Câmara do Funchal, na Madeira, aprovou o projeto de arquitetura para a construção de 71 fogos municipais, no Bairro Quinta das Freiras, na freguesia de Santo António, ao abrigo do programa nacional 1.º Direito, anunciou o presidente do município. Pedro Calado indicou que, das 71 frações, 24 são de tipologia T1, 39 são T2 e oito são T3, e acrescentou que estão previstos cerca de 70 estacionamentos cobertos e oito exteriores.
PRR: municípios da Grande Lisboa candidataram 3.800 fogos até maio
Os municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML) apresentaram 101 candidaturas a fundos europeus até final de maio, num total de 3.800 fogos e 200 novos alojamentos urgentes temporários, segundo o último balanço oficial.
Habitação acessível: vem aí uma nova geração de cooperativas
Uma das soluções para aumentar a oferta de casas para a classe média portuguesa, quer no mercado de compra e venda quer no arrendamento, pode passar por ressuscitar o movimento cooperativo. Uma ideia, de resto, que não é esquecida no programa Mais Habitação do Governo, sendo que o Executivo de António Costa e as autarquias, sobretudo Lisboa e Porto, parecem estar em sintonia neste ponto: o de apostar nas cooperativas no segmento residencial.
Rendas acessíveis: câmara de Mira investe 11 milhões em habitação
A Câmara Municipal de Mira (CMM), no distrito de Coimbra, anunciou que vai investir cerca de 11 milhões de euros na construção de habitações com arrendamentos a custo acessível no concelho. O município assinou, nesse sentido, um protocolo de colaboração para Habitação a Custos Acessíveis, estabelecido entre a CIM Região de Coimbra e o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).
Casas a custos controlados na Madeira: concurso abre em outubro
As primeiras habitações a custos controlados, de um conjunto de 600 atualmente em construção na Madeira, estarão concluídas no final do ano, prevendo-se que as candidaturas tenham início dois meses antes, em outubro, segundo informação avançada pelo Governo Regional.
Casas acessíveis: cooperativas "prometem" habitação 20% mais barata
Numa altura em que a oferta de habitação para a classe média portuguesa está na ordem do dia, a MOME, empresa de gestão profissional de cooperativas que está a arrancar com projetos em Vila Nova de Gaia e no Porto, pretende construir casas com preços 15% a 20% abaixo dos praticados no mercado.
O plano de Grândola para promover habitação acessível no concelho
A Câmara Municipal de Grândola está a preparar um pacote de medidas para facilitar o acesso à habitação no concelho, e aumentar a oferta de casas a preços mais acessíveis. O plano inclui lotes municipais para autoconstrução; cedência de terrenos para construção cooperativa a custos controlados; e construção de habitação municipal para arrendamento acessível.
Terrenos do Estado: privados reclamam plano de cedência “bem montado”
Aumentar a oferta de casas a preços acessíveis, com rendas que possam ser pagas pela generalidade das famílias portuguesas, é um dos objetivos a que o Governo se propõe com o programa Mais Habitação. Uma das medidas para atingir esse fim passa pela cedência de património público devoluto (imóveis e terrenos) aos privados. Os players do setor concordam que este é um dos caminhos a seguir e mostram-se expectantes quanto ao que o diploma final – é debatido no Parlamento dia 19 de maio – vai definir. “Há que montar um plano de cedência de terrenos bem montado”, avisa Hugo Santos Ferreira, presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII).
Habitação pública: falta de programas explica "situações de carência"
O Ministério da Habitação considera que o intervalo de tempo entre o Programa Especial de Realojamento (PER), criado há 30 anos, e o programa 1.º Direito, criado em 2018, ajuda a explicar as atuais “situações de carência habitacional”.
Habitação acessível: Barreiro reabilita 92 casas de 760 novos fogos
A autarquia do Barreiro vai arrancar com as obras de reabilitação de 92 casas no Bairro Alves Redol, no valor de quatro milhões de euros, cujo prazo de conclusão previsto é setembro de 2024. Trata-se do “maior investimento autárquico de sempre no concelho em remodelação de habitação social, ao abrigo do Programa 1.º Direito”, segundo palavras do vice-presidente da Câmara do Barreiro, Rui Braga. Meta é reforçar parque habitacional com 790 novos fogos.
Habitação acessível nos EUA: Goldman investe mil milhões de dólares
O Urban Investment Group, do grupo da Goldman Sachs, decidiu comprar um portfólio de 90 complexos habitacionais, que reúnem mais de 10.000 casas acessíveis nos Estados Unidos, por 1,15 mil milhões de dólares (cerca de 1,05 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual). A compra destas habitações acessíveis foi realizada em conjunto com a Michaels Organization e a Community Development Trust.
Entrecampos: 152 casas de renda acessível prontas até 2025
A construção de 152 casas em Entrecampos, em Lisboa, destinadas ao programa municipal Renda Acessível, está já em curso, mas só esta quinta-feira, dia 13 de abril de 2023, foi lançada, simbolicamente, a primeira pedra da obra, que se prevê concluída em 2025.
Aveiro: antiga fábrica da Luzoestela convertida em habitação acessível
A antiga fábrica da Luzoestela, a nascente da estação da CP de Aveiro está prestes a ganhar uma nova vida.
Habitação acessível em Almada: já arrancou obra para dar 156 casas
Há mais habitação acessível a nascer em Almada. As obras de construção de 156 novas casas para arrendamento acessível em Alfazina arrancaram na passada quinta-feira, dia 30 de março, e deverão estar concluídas até ao verão de 2025. Trata-se de um projeto habitacional previsto no Plano Integrado de Almada (PIA).
Arrendamento forçado vai avançar para apartamentos devolutos
O arrendamento forçado esteve no centro da discussão pública do Mais Habitação, levando mesmo o Presidente da República a admitir vetar a lei caso a proposta avançasse.
Monte Pedral: antigo quartel dará lugar a 300 casas de renda acessível
Dez anos depois, o histórico edifício do antigo quartel de Monte Pedral, no Porto, passou para domínio municipal – o terreno estava cedido ao Estado há mais de 100 anos. O espaço será agora reabilitado para dar lugar a um projeto habitacional que prevê a construção de mais de 300 casas para arrendamento acessível.
Falido Silicon Valley Bank financiava habitação acessível nos EUA
O banco californiano Silicon Valley Bank (SVB) anunciou falência na passada sexta-feira (dia 10 de março), deixando os mercados financeiros em estado de alerta. Este banco californiano era especialmente conhecido pela sua atividade no segmento tecnológico e por dar financiamento a startups. Mas não só. O SBV também desempenhava um papel importante no financiamento de projetos de habitação acessível neste estado dos EUA.
Casas a custos controlados: estas são as entidades que podem concorrer
Cooperativas, sociedades comerciais de construção civil, municípios e misericórdias ou outras instituições de solidariedade social são as entidades que podem concorrer ao “apoio à promoção de habitação a custos controlados”. Segundo a legislação publicada na página oficial Consulta LEX, o Governo assume que quer promover a habitação a custos controlados e refere que os beneficiários podem aceder a benefícios como linhas de financiamento e cedências de terrenos públicos.
Antigo quartel do Estado vai ser transformado em habitação
O Estado vai transformar – através do Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado (FNRE) – o antigo quartel da GNR no Largo do Cabeço da Bola, em Lisboa, em habitação, sendo que as obras do projeto devem arrancar ainda este ano. Em causa está um investimento de cerca de 65 milhões de euros, sendo que o imóvel, que foi vendido no final de 2022 pela Estamo à Fundiestamo, está devoluto desde 2015, estando avaliado em 15,1 milhões de euros. Aumentar a oferta de habitação, nomeadamente a custos acessíveis, é um dos objetivos do Estado, conforme revelou recentemente o primeiro-ministro António Costa.
PSD apresenta pacote de medidas para a habitação antes do Governo
O presidente do PSD, Luís Montenegro, anunciou que o partido vai apresentar esta terça-feira (14 de fevereiro) um pacote de medidas para a habitação, ou seja, dois dias antes de um Conselho de Ministros exclusivamente dedicado a este setor. “Desejo que o Conselho de Ministros cumpra a sua tarefa, que é apresentar as suas ideias, mas nós no PSD não vamos esperar, antes mesmo do dia 16, no dia 14, apresentaremos um pacote de medidas muito concreto“, adiantou esta sexta-feira (10 de fevereiro) Luís Montenegro.
Câmara do Seixal vai lançar programa de arrendamento acessível
A Câmara do Seixal comprou 12 lotes de terrenos para construir 96 fogos com arrendamento acessível num concelho onde, segundo o presidente da autarquia, a classe média baixa tem cada vez mais dificuldades no acesso à habitação.
Beiras e Serra da Estrela vão ganhar 700 casas acessíveis
A Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) assinou na passada quinta-feira, no Fundão, um acordo que visa reforçar a oferta de habitação acessível naquela região.
Novo Ministério da Habitação: consultoras imobiliárias pedem ação
Marina Gonçalves já falou no Parlamento na condição de ministra da Habitação, a propósito da proposta de lei do PS sobre o Programa Nacional de Habitação, que foi apresentada e aprovada – são 22 medidas e um investimento total de 2.377 milhões para reforçar o parque público de habitação. O que é mais importante mudar/corrigir em Portugal agora que há um Ministério da Habitação? Colocámos esta pergunta a sete consultoras imobiliárias, que reclamam, por exemplo, alterações na carga fiscal, melhorias nos processos de licenciamento e uma aposta clara no aumento da oferta de habitação acessível. Ação é, portanto, palavra de ordem.