Fórum Barreiro mudou de mãos por mais de 13 milhões de euros
A Finangeste, em parceria com investidores nacionais, anunciou recentemente que adquiriu 100% das ações da sociedade Multi 24, S.A., até agora detida pelo Millennium bcp. Sociedade essa que tem como único ativo o centro comercial Fórum Barreiro. O valor do negócio não foi divulgado, mas sabe-se agora que rondou os 13 milhões de euros: a Finangeste pagou três milhões de euros pelo shopping e assumiu uma dívida existente avaliada em 10 milhões.
Norte-americanos compram 50 supermercados em Portugal por 150 milhões
Aquele que é considerado o maior portefólio de supermercados de Portugal já tem um comprador. Os norte-americanos da LCN Capital Partners ganharam a corrida e vão comprar uma carteira de 50 supermercados por 150 milhões de euros. A venda será fechada ainda em janeiro com a imobiliária alemã Trei Real Estate.
Lisboa: Zara da Rua Augusta muda de senhorio numa transação histórica
A loja da Zara da Rua Augusta, no coração de Lisboa, tem um novo senhorio. Estava nas mãos do fundo alemão Deka Immobilien e foi adquirida por uma subsidiária da NEXT FCR, um fundo de Venture Capital gerido pela STAG e assessorado pela Optylon Krea, uma empresa de gestão de investimentos e promoção imobiliária com 1,7 mil milhões de euros geridos à data. Trata-se da maior transação de sempre de uma única loja de comércio de rua em Portugal, revela em comunicado a CBRE, que assessorou a entidade vendedora.
Fundo de Pensões do BCP compra Edifício Lisboa no Parque das Nações
É mais um negócio que demonstra que Lisboa continua no radar dos investidores imobiliários, nomeadamente institucionais. Falamos da venda do Edifício Lisboa, no Parque das Nações, ao Fundo de Pensões do Grupo Banco Comercial Português (BCP), gerido pela Ageas – Sociedade Gestora de Fundos. Trata-se de um imóvel de uso misto, retalho e escritórios, que era detido por um fundo afiliado da MCAP Global Finance (UK) LLP (afiliado, no Reino Unido, da empresa de gestão de ativos Marathon Asset Management, L.P, sediada em Nova Iorque, nos EUA).
Vendidas mais de 168.000 casas num total de 34 mil milhões em 2022
“As profundas alterações macroeconómicas e geopolíticas não travaram o mercado imobiliário português, que deverá terminar 2022 com mais de 34.000 milhões de euros transacionados”. Segundo as estimativas da JLL, está em causa um crescimento na ordem dos 14% face aos 30.000 milhões de euros de imóveis – residenciais e comerciais – vendidos em 2021. Ao todo, adianta a consultora imobiliária, terão sido vendidas no ano passado mais de 168 mil casas, num total de 31 mil milhões de euros transacionados.
Construção de duas torres com 19 andares em Oeiras gera polémica
A construção de dois prédios de habitação de 19 andares no Espargal, em Oeiras (Lisboa), promete dar que falar. Em causa está a Proposta de Delimitação da Unidade de Execução do Espargal, conhecida como Torres do Espargal, que foi aprovada em reunião extraordinária da Câmara Municipal de Oeiras, tendo sido colocada em discussão pública entre 9 de dezembro e 5 de janeiro de 2023. Há, no entanto, uma petição pública contra o projeto, que foi lançada por um grupo de cidadãos residentes no concelho e que já conta com mais de mil assinaturas. A mesma pretende que a proposta seja debatida na Assembleia Municipal de Oeiras.
CORUM compra edifício de hidrogénio verde em Benavente por 10 milhões
O fundo CORUM Eurion, gerido pela empresa francesa CORUM Asset Management, comprou as instalações industriais em Benavente da Fusion Fuel, filial da Fuel Green PLC, uma empresa cotada na NASDAQ, por cerca de 10 milhões de euros. Trata-se de uma operação de sale and leaseback.
Hotéis e escritórios elevam investimento imobiliário para 3 mil milhões
As estimativas da consultora imobiliária Cushman & Wakefield (C&W) apontam para que tenham sido investidos no ano passado cerca de três mil milhões de euros em imobiliário comercial, o que representa um aumento de 39% face ao ano anterior. Significa, então, que 2022 será o terceiro melhor ano de sempre, apenas atrás de 2018 e 2019. Isto em pleno contexto económico marcado por uma alta taxa de inflação e por aumentos consecutivos da taxa de juro diretora por parte do Banco Central Europeu (BCE). Mostramos, em baixo, como se comportou o setor ano passado, segmento por segmento, e revelamos quais foram os principais negócios do ano.
Imobiliário em 2023: “Há um otimismo cauteloso”
Portugal “continua no radar” dos investidores institucionais estrangeiros, apesar do contexto que se vive, marcado por uma elevada taxa de inflação, por uma diminuição do poder de compra e por um aumento da taxa de juro diretora, por exemplo. A garantia é dada por Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield em Portugal, que considera que se vive atualmente “um otimismo cauteloso” no país. As estimativas da consultora apontam para que tenham sido investidos em 2022 cerca de três mil milhões de euros em imobiliário comercial, o que representa um aumento de 39% face ao ano anterior.
Negócio imobiliário do ano: que imóveis comprou a Davidson Kempner?
O maior negócio imobiliário de 2022 ficou selado mesmo a terminar o ano. Em causa está a venda de um portefólio de imóveis, nomeadamente hotéis de luxo, à norte-americana Davidson Kempner. Um processo longo e que se arrastou durante meses. Falamos do Projeto Crown, como foi designado, que foi adquirido por 850 milhões de euros, confirmou a PLMJ, que assessorou a transação, em representação dos compradores.
“Virão tempos de mudança” no imobiliário – com "boas oportunidades”
O ano de 2022 fica marcado pelo escalar de uma guerra na Ucrânia, que fez disparar a taxa de inflação e “obrigou” o Banco Central Europeu (BCE) a subir a taxa de juro diretora. O imobiliário sentiu, também, o impacto destes fatores, tendo dado provas, no entanto, da sua força. O que esperar, então, do ano de 2023 para o setor? “Acreditamos que em 2023 virão tempos de mudança e adaptação necessária, onde certamente também existirão boas oportunidades”, adianta, em comunicado, Pedro Rutkowski, CEO da Worx.
2022 à lupa: imobiliário dá provas de força
Terá o setor da construção e do imobiliário escapado entre os pingos da chuva de uma tempestade chamada guerra que assolou o continente europeu? Sem aviso prévio, a Europa viu-se a braços com um conflito armado que parece estar para durar e que teve – e está a ter – impacto direto nas economias dos países e nas finanças pessoais. A inflação escalou em 2022. E o Banco Central Europeu (BCE) começou a aumentar os juros diretores para travar a subida generalizada dos preços, uma decisão que fez disparar os encargos com o crédito habitação. Com este pano de fundo, os custos da construção continuaram a subir em flecha, assim como os preços das casas. Tudo isto num cenário que se crê que seja de pós-pandemia. Mas a fileira da construção e do imobiliário dá sinais de estar, ainda assim, resiliente, dando provas de força.
Banca fecha venda dos fundos da ECS à Davidson Kempner
A banca fechou esta quinta-feira, dia 29 de dezembro, o acordo para a venda do portefólio de hotéis de luxo, conhecido como “Projeto Crow”, da ECS à norte-americana Davidson Kempner, foi comunicado ao mercado.
Banca está prestes a vender carteira de hotéis da ECS por 850 milhões
Está tudo a postos para que seja selada a venda do portfólio imobiliário da ECS Capital à Davidson Kempner Partners. O contrato de compra e venda desta carteira de hotéis de luxo (e outros imóveis) deverá ser fechado esta quinta-feira, dia 29 de dezembro, entre os bancos portugueses e o fundo norte-americano pelo valor de 850 milhões de euros. Dada a sua dimensão, este já é considerado o negócio imobiliário do ano.
Preço das casas de luxo a descer? “Começa a haver um ajustamento”
Se há setor da economia que tem dado boa resposta às “intempéries” mais recentes com que se debateu o mundo – primeiro a pandemia e agora o conflito na Ucrânia, que fez disparar, por exemplo, a taxa de inflação e veio por um travão no poder de compra – é o imobiliário. Nomeadamente o segmento de luxo, que continua a dar sinais de resiliência. Os preços, no entanto, começam já a sofrer um ajustamento, reconhece ao idealista/news Filipe Lourenço, CEO da Private Luxury Real Estate (PLRE), salientando, no entanto, que o interesse pelo mercado de gama alta em Portugal veio para ficar.
Comprar casa está 30% mais caro do que antes da pandemia
O mercado residencial deu provas de resiliência nos últimos anos. A compra de casas continuou a seguir a bom ritmo mesmo depois do choque da pandemia da Covid-19. E após vários meses marcados pela alta inflação, pela subida das taxas de juro e pelo aumento dos preços das casas, só no verão é que se sentiu uma quebra homóloga na venda de casas (-2,8%). Mas o valor captado pelos negócios residenciais aumentou 9,6%. Os dados mais recentes do INE mostram que, agora, vendem-se menos casas, mas 13% mais caras do que em 2021. Face a 2019, as casas são vendidas por preços médios 30% mais elevados.
Guarda adquire imóveis para habitação acessível e para fins culturais
A Câmara Municipal da Guarda decidiu por unanimidade, esta quarta-feira (dia 21 de dezembro de 2022), adquirir sete prédios urbanos no "Bairro 25 de Abril" para reconstruir para fins de habitação social e dois no centro histórico para reabilitar para a área cultural.
Segundo o presidente da autarqu
Atena e 3T Portugal compram Hospital Soerad em Torres Vedras
A joint venture criada pela Atena Equity Partners e pela 3T Portugal, dedicada ao investimento na saúde, em especial na área hospitalar, anunciou esta terça-feira (20 de dezembro de 2022) ter concretizado a sua segunda operação, com a aquisição da totalidade do capital do Hospital Soerad, localizado em Torres Vedras. Há cerca de um ano, a mesma joint venture comprou o Hospital Particular de Almada.
Promotor nacional paga 6,8 milhões por edifício junto ao Marquês
Na reta final do ano, o setor imobiliário continua a dar provas de dinamismo em Portugal. Acaba de ser concretizada e divulgada a operação de venda do edifício Rodrigues Sampaio 15, que fica localizado junto à Avenida da Liberdade e ao Marquês de Pombal, em Lisboa.
Leroy Merlin terá a maior plataforma logística do país: são 105.500 m2
A espanhola Montepino Logística chegou a acordo com a Leroy Merlin para a construção daquela que será a maior plataforma logística em Portugal. As obras arrancam em janeiro de 2023 e a plataforma terá uma superfície de 105.500 metros quadrados (m2) num único armazém. O complexo em causa encontra-se na zona de Castanheira do Ribatejo, num terreno adquirido no final de outubro que está localizado perto da Plataforma Logística de Lisboa.
Sonae vende Continente do Colombo a fundo alemão Union Investment
O imóvel onde funciona o hipermercado Continente no centro comercial Colombo, em Lisboa, mudou de mãos, tendo sido vendido pela Sonae ao fundo alemão a Union Investment, um dos maiores investidores imobiliários na Europa.
Investir em reabilitação é mais barato – mas atrai menos vistos gold
Durante várias décadas, os centros históricos das cidades portuguesas foram deixados à sua própria sorte. Mas tudo mudou há cerca de dez anos, quando a reabilitação de edifícios passou a estar na agenda dos promotores e investidores imobiliários. Desde outubro de 2012 até novembro de 2022, foram investidos 516 milhões de euros na reabilitação de edifícios, um valor que representa apenas 8,6% do investimento em imobiliário somado por via dos golden visa. Isto quer dizer que a reabilitação urbana tem atraído menos vistos dourados do que a aquisição de imóveis, embora seja 30% mais barata.
Mais casas no mercado? "Há que resolver o labirinto do licenciamento"
Várias cidades portuguesas têm vindo a ganhar uma nova vida ao longo da última década por via da reabilitação urbana. Esta transformação das cidades só é possível com players a operar no mercado imobiliário como a Splendimension, que compra edifícios, reabilita-os e coloca novas casas no mercado. Em 10 anos, já investiu quase 100 milhões de euros na reabilitação de imóveis, uma área que tem vindo a reunir incentivos. Mas ainda há mais a fazer: “O que rapidamente nos faria ter mais imóveis no mercado era melhorar a questão do licenciamento”, adiantou ao idealista/news Pedro Alves, da Splendimension.
Imobiliário: benefícios fiscais atraem investimentos de 2.000 milhões
Em Portugal, as isenções de impostos e benefícios fiscais no imobiliário atraem cerca de dois mil milhões de euros por ano, e estão a transformar a habitação num investimento apetecível para grandes fortunas, fundos de pensões estrangeiros e bancos. Para os economistas, estes baixos impostos causam uma “afetação desajustada de capital” que podia ajudar outros setores da economia.
Promotora VIC Properties quer ser cotada em bolsa nos EUA – no Nasdaq
A promotora imobiliária VIC Properties, que recentemente foi notícia por ter colocado no mercado vários projetos imobiliários, entre eles o empreendimento Prata Riverside Village, em Lisboa, os terrenos da Matinha, também na capital, e a Herdade do Pinheirinho, em Melides, quer ser cotada em bolsa nos EUA, no Nasdaq.