Casas à venda com desconto

Casas à venda com desconto: só 8% dos anúncios baixou preço

A falta de oferta de casas em Portugal é estrutural, ajudando a explicar os altos preços praticados atualmente – e que tendem a subir ainda mais. Até porque vai levar tempo para que o pacote fiscal da habitação do Governo tenha impacto positivo na oferta. É neste contexto que a maioria das casas para comprar não muda de preços. Os dados mais recentes do idealista (editor desta newsletter) revelam que só 8% das casas à venda ficou mais barata no início de 2026. Trata-se, ainda assim, de um pequeno avanço, uma vez que há um ano apenas 6% dos imóveis anunciados teve redução de preços.
Álvaro Santos Pereira

BdP antecipa alívio na pressão sobre preços das casas

Durante uma década, a construção de habitação não acompanhou o crescimento do número de famílias no país, criando um défice estimado de cerca de 300 mil fogos. No entanto, o Banco de Portugal (BdP) antecipa que, em 2025, a oferta disponível consiga, finalmente, acompanhar a evolução da procura - ou pelo menos atenuar este problema estrutural, que se arrasta há anos. A instituição não prevê uma descida dos preços das casas, mas admite que a tendência de normalização da relação entre procura e oferta deverá traduzir-se numa “estabilização das pressões demográficas sobre o mercado”.
Projeto Casas do Vale

Cooperativa investe 40 milhões para construir 226 fogos em Gondomar

A Cooperativa HCR vai construir em Valbom, concelho de Gondomar, 226 fogos, de tipologia 1 a 4, num investimento de cerca de 40 milhões de euros, revelou esta terça-feira, dia 16 de junho de 2026 à Lusa o presidente da instituição, Sílvio Monteiro. O projeto denominado “Casas do Vale” distribui‑se por 64 T0/T1, 71 T2, 51 T3 e 40 moradias T4 e a estimativa de preços varia entre os 100 mil euros e os 350 mil euros, revelou aquele responsável.
Preço das casas em Portugal

Preço das casas mais do que duplicou em 157 municípios desde 2017

Os preços da habitação mais do que duplicaram em 157 municípios entre 2017 e 2025, com as maiores valorizações a serem registadas na Área Metropolitana do Porto, Grande Lisboa e Península de Setúbal, segundo o Banco de Portugal.Nos concelhos de Sintra, Seixal, Barreiro, Moita e Setúbal a variação do
Preço das casas em Portugal

Casas à venda em Portugal: preços atingem novo máximo após subir 10,2%

A compra de casas em Portugal continua ao rubro, mesmo num contexto de baixa oferta residencial, sobretudo, a custos acessíveis. Este desequilíbrio continua a alimentar os preços das casas no país, que subiram 10,2% em maio face ao mesmo mês de 2025 para um novo recorde. Assim, comprar casa passou a ter um custo mediano de 3.142 euros por metro quadrado (euros/m2) no final de maio, o que representa um novo máximo histórico, alcançado pelo sétimo mês consecutivo. Em termos trimestrais, o custo da habitação aumentou 2,4%, mostra o índice de preços do idealista (editor desta newsletter).
Despesas das famílias com a casa

Encargos com habitação deixam cada vez mais famílias em risco de pobreza

O peso dos encargos com a habitação está a deixar muitas famílias no limite do orçamento, empurrando-as para situações de fragilidade económica. Os dados mais recentes indicam que, devido à sobrecarga com a habitação, quase uma em cada dez famílias (28%) está em risco de pobreza, podendo haver mais famílias nesta condição, uma vez que as situações de grande vulnerabilidade são cada vez mais frequentes.
Preço das casas dá mais riqueza às famílias

Riqueza das famílias sobe impulsionada pela valorização das casas

A riqueza líquida média e a riqueza líquida mediana das famílias aumentaram 29% em termos reais entre 2020 e 2024, impulsionadas por uma subida média do valor dos ativos reais, num contexto de forte crescimento dos preços da habitação.O “Inquérito à Situação Financeira das Famílias” (ISFF) relativo

Viver e trabalhar: como evolui a relação casa-escritório-empresa?

Os trabalhadores, antes da pandemia, iam para o escritório e regressavam a casa no final do dia, numa rotina diária que consumia, em muitos casos, bastante tempo. Essa era a regra. Hoje, com o incremento do trabalho flexível e com as empresas a apostarem em modelos híbridos, o cenário parece estar a mudar de figura. Ganha força a flexibilidade, que não é acompanhada pela mobilidade (de transportes). Paralelamente, os inflacionados preços das casas empurram muitas famílias para localizações mais afastadas dos centros urbanos. Será que, com esta conjugação de fatores, está a ganhar força a procura de espaços de trabalho descentralizados, mais distantes do "miolo" das cidades? E estarão as empresas, nomeadamente de trabalho flexível, atentas a esta tendência?