Quanto custa comprar casa em Portugal? Rx aos preços em todo o país

Quanto custa comprar casa em Portugal? Rx aos preços em todo o país

Comprar casa em Portugal continua a ser cada vez mais caro. No primeiro trimestre de 2020, o preço mediano de alojamentos familiares foi 1.117 euros por metro quadrado (€/m2), mais 3,3% que no trimestre anterior e mais 10,5% que no mesmo período do ano passado, revelou esta quinta-feira (9 de julho de 2020) o Instituto Nacional de Estatístia (INE), frisando que os números não traduzem ainda o impacto da pandemia da Covid-19 no mercado habitacional, pelo que podem “distanciar-se das condições e tendências mais atuais do mercado”.
Venda de casas “derrapa” em março devido à Covid-19

Venda de casas “derrapa” em março devido à Covid-19

A pandemia do novo coronavírus deixou marcas na economia, nomeadamente no setor imobiliário e da construção. Uma das consequências da Covid-19 foi a quebra na venda de casas, conforme confirmam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). “Em março de 2020, foram vendidos cerca de 6 alojamentos por mil alojamentos familiares clássicos em Portugal o que compara com vendas de 6,15 em março do ano anterior e 6,66 em fevereiro de 2020”. 
Arrendamento a ganhar força em Portugal e mediadoras dão prova disso

Arrendamento a ganhar força em Portugal e mediadoras dão prova disso

Numa altura em que o arrendamento está na ordem do dia, o mercado parece dar sinais de estar a ganhar força. Em 2019, a Century 21 Portugal realizou 2.539 operações de arrendamento, mais 408 que no ano anterior. Trata-se de “uma subida histórica de 19%, numa inflexão clara da tendência verificada no ano anterior”, refere a mediadora.
Vendem-se menos casas mas mais caras: preços sobem 10,3% num ano

Vendem-se menos casas mas mais caras: preços sobem 10,3% num ano

Os preços das casas subiram 10,3% num ano, no terceiro trimestre de 2019 face ao mesmo período do ano anterior. Trata-se de um aumento homólogo superior ao registado no segundo e primeiro trimestres: 10,1% e 9,2%, respetivamente. Consequência ou não da subida de preços, foram vendidas “apenas” 45.830 casas entre julho e setembro, menos 0,2% que no período homólogo.
Emissão de certificados energéticos falsos dispara, acusam peritos

Emissão de certificados energéticos falsos dispara, acusam peritos

Foram emitidos mais de 210 mil certificados energéticos em Portugal em 2018, sendo que só foram realizadas 26 inspeções a empresas imobiliárias e 101 a edifícios de entidades públicas. Dos 69 processos de contraordenação contabilizados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), nenhum resultou em multa cobrada. 
Quando a história se repete: venderam-se mais casas (e preços dispararam) em 2018

Quando a história se repete: venderam-se mais casas (e preços dispararam) em 2018

Comprar casa em Portugal é cada vez mais caro. E a venda de imóveis acompanha esta evolução. A tendência já vem de 2017 e voltou, este ano, a confirmar-se, apesar de no segundo e terceiro trimestres do ano a subida de preços ter abrandado, em termos homólogos. A verdade é que com ou sem bolha imobiliária – muitos especialistas desvalorizam o tema –, a subida de preços é notória, estando Portugal no radar dos investidores imobiliários. Continuará a ser assim em 2019?
 Imobiliário no Porto teve em 2018 o melhor ano de sempre

Imobiliário no Porto teve em 2018 o melhor ano de sempre

O Porto teve em 2018 um dos melhores anos no setor imobiliário. Uma situação que foi visível nos vários segmentos de mercado – desde a habitação, passando pelo comércio, hotelaria, escritórios e industrial –, mas onde se destacou também a aposta forte na componente de investimento. Um dinamismo que leva os profissionais do mercado a considerarem que “o Porto é a cidade do momento", como destaca um estudo recente da JLL. 

Quase 85% das casas são vendidas em menos de seis meses

O tempo médio de venda de um imóvel tem vindo a diminuir nos últimos anos, sendo que em 2017 quase 85% das casas que foram colocadas no mercado demoraram menos de seis meses a ter novo dono.E estão a ser transacionados cada vez mais imóveis, sendo que em 2018, a venda de alojamentos familiares deverá crescer entre 10 a 15%.