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Casas de ultra, ultraluxo: "É um mercado que tem procura em Portugal”

Se há segmento no imobiliário que já mostrou ser resiliente a crises é o residencial de luxo. E nem a pandemia ou os efeitos da guerra na Ucrânia - um aumento brutal dos custos da energia e da taxa de inflação que forçou o Banco Central Europeu (BCE) a subir as taxas de juro diretoras -, parecem estar a deixar marcas neste nicho de mercado em Portugal. Pelo contrário. “Teremos um projeto de ultra, ultraluxo, não apenas de ultraluxo (…). É um mercado que tem procura em Portugal. Sempre a manter a qualidade, queremos demonstrar que podemos fazer algo de ultra, ultraluxo e 100% produto português”, diz em entrevista ao idealista/news Federico Rosales, managing director da Príme Portugal Investment (Príme), prometendo revelar mais novidades sobre este empreendimento em breve.

Casas à venda em Coruche: Jardins da Lezíria atrai portugueses

O Jardins da Lezíria, novo empreendimento residencial em Coruche, é já um sucesso seis meses após o lançamento da primeira fase de vendas. Tanto é que a Living Residence anunciou a abertura da segunda fase de vendas após o verão, com mais 24 apartamentos à venda. O objetivo é completar o total de 48 unidades vendidas no primeiro semestre do próximo ano.

Como aumentar a oferta de casas? Permitindo “construir em altura”

A Mondego Capital Partners (MCP) está de pedra e cal em Portugal. A promotora imobiliária luso-israelita já transacionou mais de 100 milhões de euros em território nacional desde 2018, estando envolvida em projetos em mais de 120 unidades residenciais e comerciais. E vai continuar a investir no país, revela ao idealista/news Gonçalo Ahrens Teixeira, adiantando que o pipeline previsível para os próximos anos “pode chegar a 300 milhões de euros”. Uma das formas de conseguir aumentar a oferta de habitação para a classe média passa “por rever os índices de construção e permitir construir em altura”, assegura o Managing Partner & CEO da empresa. 

Construção nova: Natura Village e The Nine saem do papel em Vilamoura

O Algarve continua em expansão no mercado imobiliário. Dentro de dois anos, uma das zonas mais nobres da região, Vilamoura, vai receber dois novos empreendimentos que já se encontram em construção. Promovidos pela Vilamoura World (VW), o Natura Village e o The Nine têm algumas diferenças entre si, mas ambos centram o foco na preocupação com a sustentabilidade. Essa preocupação reflete-se nas elevadas classificações de certificação energética, de certificação hídrica e de sustentabilidade LIDERA.  
Casas novas em Portugal

Mais casas novas concluídas e licenciadas no arranque de 2023

A falta de habitação é uma questão urgente em Portugal. E, por isso, a fileira do imobiliário e da construção tem dado gás a colocação de mais casas no mercado. Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam isso mesmo: o número de casas concluídas em construção nova aumentou 16,5% entre o primeiro trimestre de 2023 e o período homólogo. E o número de habitações licenciadas subiu 7,5% entre estes dois momentos.
Viver no Parque das Nações

Como é morar no Parque das Nações, a minicidade que nasceu da Expo 98?

Há 25 anos, Portugal estava em alvoroço. Passavam poucos dias da inauguração da Expo 98, uma megaexposição cultural que marcou para sempre a evolução da malha urbana de Lisboa para oriente. De uma zona degradada e poluída nasceu a freguesia do Parque das Nações, uma nova ‘minicidade’, que trouxe mais comércio, cultura, transportes e casas à capital. E tem atraído cada vez mais famílias portuguesas e estrangeiras de classe média para viver. A propósito dos 25 anos da Expo'98, o idealista/news foi investigar o que distingue o Parque das Nações enquanto bairro residencial.
É preciso construir mais casas em Portugal

A receita dos promotores para colocar mais casas acessíveis no mercado

O setor imobiliário está a atravessar um momento agridoce. A resiliência mantém-se, mas a incerteza também. A procura de casas continua alta, mas a oferta ainda é escassa. Sintomas de uma “doença” antiga e que teima em não ter cura à vista. Diz quem anda no terreno que é preciso construir e vender casas para a classe média nacional e dar finalmente vida ao mercado de arrendamento. Mas como? A verdade é que, paralelamente, continuam a vender-se muitas casas no país, e a maioria a portugueses. Isto num contexto marcado por uma alta taxa de inflação e elevadas taxas de juro, que roubam poder de compra. Os promotores imobiliários não atiram a toalha ao chão, mas reclamam mudanças no setor. Expectativa e confusão caminham lado a lado nesta equação, nomeadamente com aquilo que será o programa do Governo Mais Habitação, que será debatido no Parlamento esta sexta-feira (19 de maio de 2023). 
Entrevista da Mexto ao idealista/news

Fazer promoção imobiliária "no segmento de luxo faz todo o sentido"

“A Mexto está de pedra e cal em Portugal e vai continuar a investir no país”. Miguel Cabrita Matias, Board Member da Mexto Property Investment, revela ao idealista/news que a promotora imobiliária de origem suíça, especializada no segmento premium, está pronta para os desafios que o mercado imobiliário enfrenta. E nem a alta inflação, os elevados custos de construção e as constantes subidas das taxas de juro, a par dos sinais de instabilidade que o país deu para o exterior com o programa Mais Habitação do Governo, levam a que se possa pensar em baixar os braços: “No segmento de luxo faz todo o sentido [apostar na promoção imobiliária em Portugal], porque a procura continua, não parou, e cada vez é maior”. 
imobiliário português

Imobiliário vive "momento estranho" e precisa de mais casas

O ano ainda não vai a meio, mas a habitação em Portugal já podia ser eleita como tema central de 2023. A crise agudizou-se com a escalada inflacionista e subida repentina dos juros, e o mercado não está a conseguir dar resposta às necessidades da procura. O imobiliário continua a viver dias de dinamismo, mas também de incerteza. As casas já demoram mais tempo a vender-se, ainda assim, os preços mantêm-se estáveis – quer nos imóveis novos, quer usados –, e é provável que assim permaneçam, até porque o país continua a debater-se com um grande problema: a falta de oferta quer para comprar, quer para arrendar. 

Prémios SIL do Imobiliário: estes são os vencedores da edição de 2023

Já são conhecidos os vencedores dos Prémios SIL do Imobiliário 2023. Destaque para o empreendimento Unique Belém, do Grupo Libertas, que arrecadou o prémio de Melhor Empreendimento Imobiliário de Construção Nova de Habitação. O imóvel, já concluído, encontra-se entre o Palácio da Ajuda e o Palácio Presidencial de Belém, em Lisboa. Trata-se de um condomínio privado que dispõe de piscina, jardim e ginásio, bem como de vistas deslumbrantes sobre o Tejo. O projeto tem a assinatura do conceituado arquiteto Frederico Valsassina e está praticamente vendido, segundo se lê no site da promotora imobiliária.

"O SIL é o local certo para comprar, vender ou arrendar”

“O mercado imobiliário revela uma vez mais uma forte resiliência e dinamismo, facto comprovado pela forte adesão das empresas ao salão e aos seus eventos”. A garantia é dada ao idealista/news por Sandra Bértolo Fragoso, gestora do Salão Imobiliário de Portugal (SIL), que arranca esta quinta-feira e termina domingo (7 de maio de 2023) – volta a realizar-se na FIL, em Lisboa, em simultâneo com a Tektónica – Feira Internacional de Construção e tem o idealista como media partner. “O SIL é o local certo para comprar, vender ou arrendar, desde a primeira habitação, à casa de férias ou ao escritório”, conta. 
IVA a 6% na reabilitação e construção

Projetos de construção nova em andamento continuam a ter IVA a 6%

A redução do IVA na construção nova de 23% para 6% era uma das medidas mais reclamadas pelo setor, o que não veio a acontecer no projeto de lei do Mais Habitação, que seguiu para a Assembleia da República (AR) dia 14 de abril de 2023 e será agora discutido no Parlamento. Ou seja, mantem-se o imposto de 6% apenas no caso da reabilitação urbana, mas só nas “empreitadas de reabilitação de edifícios”. Sabe-se agora, porém, que as obras em áreas de reabilitação urbana (ARU) cujos projetos já estejam em marcha manterão o IVA reduzido, independentemente de serem reabilitação de edifícios já existentes ou construção nova.
Governo mantém aposta na dinamização do mercado de arrendamento

“Governo está atento às necessidades do mercado de arrendamento”

Arrendar casa está cada vez mais caro, o que se deve, também, à falta de oferta existente no mercado. Ainda assim, e apesar de cerca de 70% dos portugueses serem proprietários, o número de contratos de arrendamento aumentou 24% em três anos, entre 2019 e 2022, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Este é um assunto, de resto, que não está a passar ao lado do Governo, que quer intervir no setor através do programa Mais Habitação – deverá ser aprovado esta quinta-feira em Conselho de Ministros. Ao idealista/news, Maria Fernanda Rodrigues, secretária de Estado da Habitação, disse que o “Executivo está atento às necessidades do mercado de arrendamento”.