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O IVA a 6% na construção voltou ao centro do debate imobiliário, mas há um detalhe essencial: nem toda a construção passa automaticamente a pagar 6%.
O Bloco A do projeto Vista Mirear acaba de iniciar a entrega das suas frações residenciais. Composto por 90 apartamentos, de tipologias T1 a T4 e áreas brutas privativas interiores entre 66 e 181 metros quadrados (m2), este bloco residencial em Miraflores, às portas de Lisboa, conta com assinatura de Paulo da Gama Arquitetos e combina arquitetura contemporânea, conforto, sustentabilidade e acessibilidade.
Os preços dos materiais de construção de casas novas em Portugal têm tido uma subida relativamente estável no último ano.
A construção nova continua a dinamizar a oferta de casas em Portugal, numa altura em que o país enfrenta uma grave crise de acesso à habitação.
“Lisboa entrou definitivamente no radar internacional [dos investidores imobiliários], posicionando-se ao lado de capitais como Paris (França), Londres ou Barcelona (Espanha), e o Porto registou também uma transformação notável”. Para Luísa Fezas Vital, que foi nomeada recentemente diretora-geral da Athena Advisers Portugal (Athena) – sucedeu a David Moura-George –, “num mundo cada vez mais polarizado e instável, Portugal é visto como um porto seguro”. Em entrevista ao idealista/news aborda, entre outros temas, o segmento residencial premium, sublinhando que, “em última análise, o verdadeiro luxo em Portugal é a autenticidade”.
A Major Development (Major) entrou em força no mercado residencial português em 2012, com o objetivo de “fazer do imobiliário um produto diferenciado”, confidencia ao idealista/news Sidney Quintela, CPO da promotora imobiliária (integra o Major Group). Mais de uma década depois, o balanço de atividade é positivo, com vários empreendimentos concluídos, em desenvolvimento e em ‘pipeline’, atesta, levantando um pouco o véu relativamente aos projetos que estão na calha, nomeadamente em Tróia e Cascais. Sobre a atratividade de Portugal, inclusive entre figuras públicas que pretendem investir no segmento de luxo, é perentório: "Aqui conseguimos ter simplicidade no estar, no convívio social, as pessoas respeitam, vivem e deixam viver. Isso não tem preço”.
Os municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML) entregaram até ao início deste mês cerca de 8.500 habitações, na maioria reabilitadas, um terço do previsto no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), em execução até final de agosto.Em comunicado divulgado esta segunda-feira (dia 9 de março), a
A nova lei do arrendamento urbano vai a Conselho de Ministros já em março, num momento em que o Governo da AD acelera a revisão de todo o enquadramento do mercado residencial, para tentar resolver a crise de acesso à habitação por parte das famílias e jovens.
A crise de acesso à habitação é um problema para o qual não há apenas uma solução, não bastando simplesmente construir mais casas para dar resposta à enorme procura existente. Sim, esse é um dos caminhos a seguir, sendo a redução do IVA de 23% para 6% – uma das medidas apresentadas pelo Governo – uma boa medida nesse sentido, mas é preciso mais, até porque esses imóveis só sairão do papel dentro de alguns anos. Ou seja, são necessárias medidas de curto prazo, como a promoção “do uso eficiente do stock existente”. Uma ideia deixada pela economista portuguesa Susana Peralta à margem de um debate que moderou recentemente no ISEG, em Lisboa, que juntou três investigadores (e académicos) europeus.
A nova construção tem vindo a dinamizar o mercado residencial em Portugal, uma tendência que mais do que duplicou a oferta de casas novas à venda nos últimos cinco anos, tal como mostram os dados mais recentes do idealista.
A venda de casas em Portugal tem seguido a bom ritmo, apoiada pela estabilidade no emprego, juros mais baixos no crédito habitação e apoios públicos aos jovens na compra de casa (isenção de IMT e garantia pública). E esta dinâmica nas transações reflete-se não só nos preços das casas, que têm subido a ritmo acelerado, como também na oferta residencial, que continuar a ser escassa e está a encolher ainda mais, pela falta de construção nova que responda à alta procura de habitação no país. No fim de 2025, o stock do parque habitacional português disponível para vender caiu 13% face ao mesmo período de 2024, segundo os dados analisados pelo idealista, editor desta newsletter e principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.
O governo chinês anunciou recentemente uma alteração fiscal na compra de habitação com o objetivo de revitalizar um mercado imobiliário que atravessa, há vários anos, uma fase de abrandamento e constitui uma das principais fragilidades da economia do país.
O premiado escritor espanhol David Uclés, autor nomeadamente do romance de êxito "A península das casas vazias" e convertido em um autêntico fenómeno literário no país vizinho, queixou-se recentemente de que, apesar de já ter vendido 300 mil exemplares do livro, não consegue comprar nenhuma casa em
O novo primeiro secretário da Área Metropolitana de Lisboa (AML), Emanuel Costa, apontou esta sexta-feira (23 de janeiro de 2026) a habitação, a mobilidade e a gestão de resíduos como prioridades do mandato, defendendo um reforço do papel político e institucional da entidade.
A oito meses do fim do prazo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o principal programa de habitação pública do país continua a registar atrasos significativos. O 1.º Direito, que previa disponibilizar 26 mil casas até junho de 2026, já entregou quase 17 mil habitações, mas apenas 1.568 correspondem a construção nova, ou seja, pouco mais de 9% do total. A maioria das casas entregues resultou de reabilitação ou aquisição e reabilitação, enquanto 574 foram adquiridas e 27 arrendadas pelas entidades promotoras.
Sentir a casa acolhedora e quente nos dias frios de janeiro é essencial para o teu conforto e bem-estar. Um sistema de aquecimento central bem pensado garante não só temperatura uniforme em todas as divisões, mas também eficiência energética, poupança e valorização do imóvel. Neste artigo preparado para o idealista/news, a MELOM, marca especialista em remodelações de imóveis e construção personalizada, partilha contigo algumas soluções práticas.
Portugal está, hoje, mergulhado numa crise de acesso à habitação. Os altos impostos, atrasos nos licenciamentos e falta de mão de obra são alguns dos fatores que travam a construção de casas ao ritmo necessário para responder à elevada procura.
O ano de 2025 foi “fértil” em notícias relacionadas com o setor da construção e da reabilitação, sendo evidente que é crucial aumentar a oferta de casas para dar resposta à crise na habitação que se vive em Portugal e também noutros países europeus, como reconheceu a Comissão Europeia, que anunciou um plano de emergência para dar gás à habitação acessível na Europa.
O ano de 2025 veio acentuar tendências já visíveis no mercado da habitação em Portugal. A venda de casas, que já estava a retomar, seguiu de vento em popa ao longo do ano. E o preço da habitação, que muito tem subido nos últimos anos, atingiu mesmo aumentos recorde.
À semelhança dos últimos anos, 2025 fica marcado por várias novidades relacionadas com os setores do imobiliário e da construção, que terão impacto, por sua vez, no segmento residencial. Foram muitos os players do setor, desde promotores a mediadores imobiliários, entre outros especialistas, que partilharam com o idealista/news algumas das suas visões. No final de contas, todos são unânimes, até o Governo, na necessidade, ou urgência, de aumentar a oferta de casas no mercado, de forma a dar resposta à crise na habitação – ou de acesso a habitação – na qual se encontra Portugal.