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O que esperar do imobiliário em Portugal em 2024

Imobiliário em 2024: primeiro “estagnação” e depois “retoma gradual”

O que esperar do setor imobiliário em Portugal em 2024? “Antecipa-se uma evolução distinta ao longo do ano e influenciada pelas expetativas de redução das taxas de juro de referência pelo Banco Central Europeu (BCE) na primavera – com o primeiro semestre a ser ainda caracterizado por alguma estagnação, seguido de uma retoma gradual no segundo semestre”, prevê Eric van Leuven, diretor geral da Cushman & Wakefield (C&W), citado em comunicado.
Construção de casas modulares em Portugal

Simplex abrange casas modulares: têm de ter licença ou controlo prévio

As casas pré-fabricadas, tecnicamente designadas como construções modulares, passam a ter de respeitar as normas que existem para as edificações em geral, nomeadamente as previstas no Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU). Significa isto que estão sujeitas a licenciamento ou a outra forma de controlo prévio, consoante as circunstâncias de cada caso em concreto. O simplex dos licenciamentos urbanísticos – a maioria das 26 medidas entram em vigor dia 4 de março, mas algumas já têm efeitos desde 1 de janeiro de 2024 – estipula ainda que os projetos de loteamento para novas construções terão de incluir também áreas destinadas a “habitação pública, de custos controlados ou para arrendamento acessível”.
Entrevista a presidente da Ordem dos Arquitetos

“A situação remuneratória dos arquitetos devia envergonhar Portugal”

Avelino Oliveira recebe-nos na sede nacional da Ordem dos Arquitetos (OA), em Lisboa – as instalações da OA ocupam o antigo edifício dos Banhos de São Paulo, classificado como imóvel de interesse público –, e afirma, convicto, que “é bom que a sociedade perceba que os arquitetos são aqueles que mais percebem de habitação”. Nesse mesmo dia (23 de janeiro de 2024) iria reunir-se com Marcelo Rebelo de Sousa para falar sobre os problemas que a classe atravessa, regressando depois ao Porto, onde nasceu, em 1970. Em entrevista ao idealista/news sublinha, sem rodeios, que “a situação remuneratória dos arquitetos devia envergonhar Portugal” e que a arquitetura nacional “está num dos níveis mais altos da Europa”. “Diria até do mundo”, acrescenta.

"Portugal é uma mina e é pena que os portugueses não se saibam vender"

Sylvie Santos nasceu em França e é filha de pais portugueses. Mudou-se para Portugal há sete anos para trabalhar numa mediadora imobiliária e é atualmente diretora do desenvolvimento territorial do grupo francês REALITES em Portugal. O grupo está sediado em Nantes desde 2003, tendo-se expandido para Marrocos, Senegal e, no final de 2022, Portugal. “Temos uma mina aqui”, diz em entrevista ao idealista/news, lamentando que os portugueses não se saibam “vender no mundo”. “Temos energias renováveis, indústria têxtil, calçado, gastronomia, clima, segurança… temos tudo”, acrescenta, sublinhando que quem “esteve no estrangeiro sabe dar valor ao país”. 
Casas à venda em Portugal

Casas à venda em Portugal: oferta subiu 10% no último ano

Em Portugal, há falta de casas disponíveis no mercado da habitação para a procura existente.  Mas a reta final do ano trouxe boas notícias: a oferta de casas à venda no quarto trimestre de 2023 subiu 10% face à que estava disponível no mesmo período de 2022, segundo um estudo do idealista. O arrefecimento da procura de habitação devido ao clima de incerteza, subida de juros e perda de poder de compra pode ajudar a explicar este crescimento da oferta. Assim como a entrada em vigor do Mais Habitação em outubro, que se propõe, precisamente, a aumentar o parque habitacional português disponível, seja para vender ou para arrendar.
Cursos do idealista

idealista realiza cursos para promotoras em Lisboa e Porto em janeiro

Aumentar a oferta de casas em Portugal, sobretudo direcionada para a classe média, é uma das formas de dar resposta à crise habitacional que se faz sentir no país, passado a solução, nesse sentido, pela construção nova. São vários, no entanto, os desafios que a promoção imobiliária enfrenta em 2024. Partindo desse mote, o idealista vai realizar este mês dois cursos presenciais direcionados para as promotoras: um em Lisboa, dia 23 de janeiro, e outro no Porto, dia 25 de janeiro. 

The Republic 95 traz 14 apartamentos de luxo a Lisboa

Chama-se The Republic 95, está localizado na Avenida da República e traz à capital 14 apartamentos de luxo: 13 de tipologias T1, T2, T3 e uma penthouse (T4+1), que tem 310 metros quadrados (m2) mais um terraço privado com 44 m2. De referir que seis dos imóveis foram vendidos antes do lançamento oficial. 

Comprar, vender e arrendar casa: a previsão das mediadoras para 2024

Tendo a subida dos preços das casas desacelerado ao longo do ano passado, será que esta tendência irá manter-se em 2024? Como vai o mercado imobiliário, sobretudo o segmento residencial, comportar-se e dar resposta à necessidade de aumentar a oferta de casas para fazer face à crise habitacional? Os desafios são muitos e a vários níveis, nomeadamente políticos – há eleições legislativas agendadas para dia 10 de março –, mas as mediadoras imobiliárias consultadas pelo idealista/news não atiram a toalha ao chão. As principais oportunidades estarão à espreita nas periferias das grandes cidades, onde há empreendimentos a ser desenvolvidos, antecipam.

Mais casas e mais baratas em 2024? O que dizem as promotoras imobiliárias

“Do ponto de vista da promoção imobiliária, continua a haver uma patente necessidade de habitação”. Quem o diz é Bruno Ferreira da Silva, Investment Director da Bondstone. “Em 2024 é expectável que a promoção imobiliária permaneça ‘morna’ devido à forte instabilidade política que se vive”, antecipa Daniel Tareco, administrador da Habitat Invest. O idealista/news foi sentir o pulso ao mercado, ouvindo os responsáveis de algumas das promotoras imobiliárias que operam em Portugal. Que balanço fazem da atividade em 2023 e o que esperar de 2024? Vão chegar mais casas ao mercado, de forma a dar resposta à procura e à crise na habitação? E a que preços? Vai haver um novo Governo, são boas ou más notícias? Eis as respostas – a estas e outras perguntas – por parte de quem anda no terreno a desenvolver projetos residenciais.

Portugal precisa de construir mais casas – e a preços “adequados”

A falta de casas para comprar é apontada como um dos principais fatores que está por detrás da subida a pique dos preços das habitações em Portugal. Isto porque a oferta de imóveis disponíveis para venda – e também para arrendamento – é muito inferior à procura. “Não se construiu ou reabilitou (o suficiente) nos últimos 12 anos em Portugal”, disse ao idealista/news Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI). E sim, é verdade que fomos noticiando ao longo do ano a chegada ao mercado e o início de construção de novos empreendimentos, mas há ainda um longo caminho percorrer para conseguir dar resposta à procura existente, conforme adiantaram vários especialistas do setor.

Virar de página no imobiliário com novo Governo? Consultoras respondem

O ano de 2023 deixará saudades no setor imobiliário? E o que esperar de 2024, que ficará desde já marcado por um virar de página no Governo, com a realização de eleições legislativas no dia 10 de março? Cautela, esperar para ver, instabilidade política e turbulência económico-financeira – taxas de inflação altas, embora estejam a descer, e taxas de juro elevadas – são expressões usadas ao longo do ano passado para caracterizar o estado da nação do setor imobiliário. A tudo isto junta-se uma crise na habitação, sendo urgente aumentar a oferta de casas a preços “ajustados”. Haverá, ainda assim, motivos para estar otimista? O idealista/news tenta dar respostas a estas e outras perguntas com a ajuda das principais consultoras imobiliárias a operar em Portugal.

Construção de casas: “País perdeu boa parte da capacidade de produção”

O ano de 2023 foi “muito bom” para a Norfin, revela Francisco Sottomayor, adiantando que a empresa, que integra o Grupo Arrow Global, tem “mais de 700 unidades residenciais em construção, em produção”. Em entrevista ao idealista/news, o CEO da empresa fala sobre os novos investimentos no país – há dois novos projetos na calha, um na zona Norte e outro no Algarve – e aborda alguns dos desafios que existem no setor imobiliário, nomeadamente na construção. “Perdemos boa parte da capacidade de produção que tínhamos, fomos perdendo durante as várias crises, e neste momento mesmo que haja muito capital disponível não há engenheiros, técnicos, máquinas, gruas… suficientes para tudo”, alerta. 
Casas no Porto

Parque habitacional do Porto tem 13 mil casas e vai crescer 12,5%

A autarquia do Porto tem várias novidades no âmbito da habitação. O parque habitacional do Porto dispõe atualmente de 13.062 fogos e deverá crescer 12,5%, depois de concluídos os oito projetos em curso. Ou seja, vão nascer 1.610 novas habitações na Invita. E dois destes projetos habitacionais vão ser desenvolvidos em parceria com os privados. A ideia passa não só por aumentar o número de casas de renda apoiada, mas também colocar mais casas no mercado a preços acessíveis. E, neste âmbito, a Câmara do Porto vai ainda lançar na próxima semana mais uma edição do programa de apoio à renda Porto Solidário.
Preço das casas em Portugal

“Preço das casas à venda deve ser ajustado ao poder de compra”

Mesmo no atual contexto de incerteza, de elevados juros no financiamento bancário e do aumento do custo de vida, as famílias continuam a ter interesse em comprar casa em Portugal. A questão é que há uma “grande lacuna” entra os preços das casas à venda e os valores que as famílias efetivamente podem pagar, o que está a reduzir a venda de casas no nosso país. Foi por isso mesmo que Ricardo Sousa, CEO da Century 21 em Portugal e Espanha, decidiu “ajustar a oferta ao poder de compra” e, em resultado, “aumentámos o nosso número de transações no segundo trimestre”, avança em entrevista ao idealista/news.
Acciona investe em imobiliário em Portugal

Acciona aposta em Portugal e "herda" 2 projetos residenciais em Lisboa

A espanhola Acciona chegou a acordo com o empresário Carlos Cercadillo – também espanhol – para a compra dos ativos imobiliários que este detinha em Portugal através da sua empresa, a CleverRed, em conjunto com a própria Acciona. Uma parceria que chega agora ao fim, pelo que os projetos residenciais em causa, o Alcântara Rio 2 e o Alfredo Bensaúde, ficam agora apenas nas mãos da gigante do imobiliário espanhol.

Casas novas e inteligentes: NOS junta-se a promotores imobiliários

Tornar os imóveis mais sustentáveis e eficientes energeticamente é algo que está cada vez mais na ordem do dia no setor imobiliário, nomeadamente no segmento residencial. Se a estes fatores juntarmos a possibilidade de se ter uma casa inteligente – que será também sustentável – teremos, possivelmente, a resposta à pergunta: como serão as casas no futuro? A NOS mostra-se atenta a este negócio, tendo anunciado, esta quarta-feira (15 de novembro de 2023), uma parceria com promotores imobiliários na conceptualização e instalação da solução ainda em projeto. Uma solução que valoriza, em última instância, as próprias habitações.