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Durante várias décadas, os centros históricos das cidades portuguesas foram deixados à sua própria sorte. Mas tudo mudou há cerca de dez anos, quando a reabilitação de edifícios passou a estar na agenda dos promotores e investidores imobiliários. Desde outubro de 2012 até novembro de 2022, foram investidos 516 milhões de euros na reabilitação de edifícios, um valor que representa apenas 8,6% do investimento em imobiliário somado por via dos golden visa. Isto quer dizer que a reabilitação urbana tem atraído menos vistos dourados do que a aquisição de imóveis, embora seja 30% mais barata.
A habitação de luxo num dos mercados mais exclusivos do mundo continua sob os efeitos da pandemia e atingida pelas oscilações económicas devido ao aumento das taxas de juro. De acordo com as previsões da Centaline Property, uma das maiores imobiliárias de Hong Kong, apenas 1.800 operações habitacionais de luxo serão fechadas em 2022. É o valor mais baixo desde 2013.
As obras licenciadas pelas autarquias para habitação estabilizaram nos primeiros nove meses deste ano em termos homólogos, enquanto os fogos novos licenciados aumentaram 2,8% e o consumo de cimento subiu 1,9%, divulgou esta segunda-feira (28 de novembro de 2022) a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).
A aposta no Build to Rent, ou seja, na construção de casas para arrendar, está cada vez mais no radar da MVGM, empresa de gestão de ativos imobiliários de origem holandesa que “aterrou” em Portugal no final de 2019, meses antes do súbito aparecimento da pandemia da Covid-19. Uma prioridade, de resto, que também não está a passar ao lado do Governo. “A área em que nesta altura estamos a apostar, e na qual estamos a trazer de fora um grande conjunto de conhecimentos e de boas práticas, é no setor residencial”, diz ao idealista/news Miguel Kreiseler, Managing Director da MVGM Portugal.
A falta de habitação é uma questão bem presente na Grande Lisboa. Com a subida dos preços das casas, cerca de 62% das famílias que vivem na Área Metropolitana de Lisboa (AML) têm de despender mais de 40% do seu rendimento para conseguir arrendar ou comprar casa. Mas, apesar da elevada procura e de haver vários incentivos à reabilitação de imóveis, há ainda cerca de 160.000 casas vazias na Grande Lisboa. “Não há, de facto, razão nem desculpa para estes imóveis estarem vazios”, sublinha Ana Pinho, ex-secretária de Estado da Habitação, em entrevista ao idealista/news.
A Mota-Engil anunciou esta quarta-feira (16 de novembro de 2022) que assinou, em consórcio, dois contratos para ferrovias, um no México e outro na Colômbia, avaliados em cerca de 1.700 milhões de euros. Estes negócios, juntamente com outros consumados este ano, “permitem assegurar que o grupo irá manter a sua carteira de encomendas em níveis recorde”, revelou a construtora, salientando que “o crescimento do volume de negócios deverá superar os 30%” este ano.
Viver num ambiente de paz tornou-se essencial num momento em que a guerra está instalada no espaço europeu. O conflito armado na Ucrânia já leva 7 meses e, mesmo assim, a Europa continua a ser considerada a região mais pacífica do mundo em 2022, de acordo com o Instituto de Economia e Paz (IEP). É aqui que se localizam 7 dos 10 países mais seguros do planeta. E Portugal é um deles. A segurança sentida em território nacional tem atraído várias famílias para viver, sejam investidoras ou não. Mas comprar ou arrendar casa em Portugal está mais caro e o poder de compra a diminuir devido à inflação.
O investimento estrangeiro por via dos vistos gold viu-se confrontado com novas regras no início de 2022. Com a entrada em vigor do novo diploma, a atribuição dos vistos dourados deixou de abranger o investimento imobiliário realizado no litoral e nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, na tentativa de canalizar capital para o interior do país. Mas as autorizações de residência para atividade de investimento (ARI) concedidas este ano, ainda não refletem os efeitos práticos desta normativa, uma vez que dizem respeito a candidaturas realizadas antes das alterações à lei entrarem em vigor, não contemplando as novas regras.
Foi em 2012, em plena crise financeira, que se começou a escrever a história dos vistos gold em Portugal. Durante 10 anos, este programa ajudou a alavancar a economia e a dinamizar o imobiliário, atraindo investimento estrangeiro. Mas, esta semana, o primeiro-ministro admitiu que o Governo está a avaliar o fim dos vistos gold. Surpreendido e preocupado com este anúncio, o setor imobiliário recusa-se a colocar um ponto final na história dos golden visa, acreditando que há antes um novo capítulo para se escrever sobre os vistos dourados, que passa por colocar em prática um conjunto de soluções.
A construção nova está a ganhar asas em Leça da Palmeira. A segunda torre do projeto Flower Towers, denominada Camellia, tem 134 apartamentos, distribuídos por 21 andares e varandas com vista para o mar, e começa a ser construída no início no primeiro trimestre 2023, precisamente ao mesmo tempo que estará concluída a primeira torre. Trata-se de um empreendimento que nasce pelas mãos da Nexity e que tem a assinatura do gabinete de arquitetura ODDA, representando um investimento superior a 27 milhões de euros.
“Estamos muito confiantes na resiliência do mercado imobiliário português e muito positivos em relação ao futuro próximo. Não estamos particularmente preocupados ou negativos em relação aos próximos tempos”. É com este otimismo, numa época repleta de desafios e incertezas, que Pedro Vicente anuncia a chegada ao mercado da promotora imobiliária de capitais 100% portuguesa Overseas, da qual é CEO. São, para já, cinco projetos – quatro em Lisboa e um na Comporta – destinados ao segmento imobiliário premium, sendo que a aposta da promotora passa pela sustentabilidade ambiental e pela digitalização. Em causa está um investimento de 130 milhões de euros, que significam 133 unidades residenciais e turísticas, cinco lojas e 33.000 metros quadrados (m2) de construção.
Como é que está o setor da arquitetura em Portugal? Em resposta a esta pergunta, Hélder Pereira Coelho, CEO da TOTE SER, diz que à semelhança de outras áreas de atividade, “há de tudo”. “Há coisas muito boas, com muita qualidade, que oferecem outro nível tanto de estética como de funcionalidade aos utilizadores. Mas também há coisas que às vezes não se percebe bem qual é que é a intenção e o que é que está por detrás daquilo”, afirma, em entrevista ao idealista/news.
O atual contexto de inflação está a contagiar toda a economia. E está a impulsionar ainda mais a subida dos preços no setor da construção. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram isso mesmo: em agosto os custos da construção de casas novas aumentaram 12,6% em termos homólogos. Por detrás desta evolução está a subida dos preços dos materiais e o aumento dos custos com a mão de obra.
São vários os empreendimentos residenciais que estão previstos nascer na Margem Sul de Lisboa, estando a construção nova a ganhar asas na região. Prova disso é, por exemplo, o facto da promotora imobiliária Habitat Invest ter comprado, em parceria com o fundo imobiliário britânico Patron Capital, o Almada South Living, um lote de terreno localizado no Feijó, para o qual está projetado o desenvolvimento de uma nova centralidade residencial com 500 apartamentos.
As famílias continuam a comprar casa em Portugal, tendo sido vendidas 43.607 habitações entre abril e junho de 2022, mais 4,5% que no período homólogo. Significa isto que apesar do contexto atual os portugueses continuam ativos no mercado residencial. O projeto O’Living, junto ao Parque das Nações, em Lisboa, é exemplo disso: terá 86 apartamentos e mais de metade (44 imóveis/51%) estão vendidos, sendo que 99% dos compradores são… portugueses.
Da guerra na Ucrânia à subida das taxas de juro, passando pela escalada sem precedentes da inflação, aumento dos custos das matérias primas e escassez de mão de obra. A economia, a recuperar dos efeitos da pandemia, enfrenta novos desafios, num fluxo de acontecimentos inesperados que voltam a trazer à tona o fantasma da recessão, dentro e fora de Portugal. Vivem-se tempos de incerteza, com impacto direto nos diferentes setores, nomeadamente no imobiliário – que até agora tem dado provas do seu dinamismo e resiliência, funcionando como um importante motor económico. Quais são então os efeitos deste contexto nos preços e na procura de habitação em Portugal? Como está a reagir o setor? E o que esperar do futuro? Para medir o pulso ao mercado, o idealista/news ouviu os profissionais de algumas das maiores redes de mediação imobiliária do país.
Chama-se Exclusive Maia Living e está localizado no centro da cidade da Maia. Trata-se de um projeto composto por 12 moradias contemporâneas de tipologia V4, com terraço e jardim exterior e com preços a partir de 540.000 euros. “As moradias têm ainda varandas em todas as divisões, um terraço de 50 metros quadrados (m2) e jardim exterior”, refere em comunicado a ERA, responsável pela comercialização do ativo, através da agência ERA Maia Centro.
A ERA criou uma área de negócio autónoma para novos empreendimentos, um segmento de negócio que representou, em 2021, cerca de 15% da faturação da rede imobiliária, tendo sido lançados 300 novos empreendimentos. “Com esta maior autonomia e enfoque na construção nova, espera-se que, até 2025, a venda de casas supere os 18 milhões de euros”, refere a mediadora em comunicado.
As construtoras e promotoras imobiliárias têm de preparar-se para tempos difíceis em toda a Europa. Segundo a S&P, uma série de fatores externos ameaçam afetar o setor de construção nova nos próximos 12 a 18 meses.
Viver junto ao mar é o sonho de muitos portugueses e estrangeiros. Desfrutar em pleno da água salgada, da areia, do pôr do sol, da calma que o mar traz é o que leva muitas famílias a comprar uma casa na praia.