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Consrução de casas novas em Almada

Construção nova ganha asas na Margem Sul de Lisboa

São vários os empreendimentos residenciais que estão previstos nascer na Margem Sul de Lisboa, estando a construção nova a ganhar asas na região. Prova disso é, por exemplo, o facto da promotora imobiliária Habitat Invest ter comprado, em parceria com o fundo imobiliário britânico Patron Capital, o Almada South Living, um lote de terreno localizado no Feijó, para o qual está projetado o desenvolvimento de uma nova centralidade residencial com 500 apartamentos. 

Casas novas em Lisboa: portugueses rendidos ao O’Living

As famílias continuam a comprar casa em Portugal, tendo sido vendidas 43.607 habitações entre abril e junho de 2022, mais 4,5% que no período homólogo. Significa isto que apesar do contexto atual os portugueses continuam ativos no mercado residencial. O projeto O’Living, junto ao Parque das Nações, em Lisboa, é exemplo disso: terá 86 apartamentos e mais de metade (44 imóveis/51%) estão vendidos, sendo que 99% dos compradores são… portugueses.
previsões para o imobiliário

Inflação e juros altos: como fica o imobiliário? Mediadores respondem

Da guerra na Ucrânia à subida das taxas de juro, passando pela escalada sem precedentes da inflação, aumento dos custos das matérias primas e escassez de mão de obra. A economia, a recuperar dos efeitos da pandemia, enfrenta novos desafios, num fluxo de acontecimentos inesperados que voltam a trazer à tona o fantasma da recessão, dentro e fora de Portugal. Vivem-se tempos de incerteza, com impacto direto nos diferentes setores, nomeadamente no imobiliário – que até agora tem dado provas do seu dinamismo e resiliência, funcionando como um importante motor económico. Quais são então os efeitos deste contexto nos preços e na procura de habitação em Portugal? Como está a reagir o setor? E o que esperar do futuro? Para medir o pulso ao mercado, o idealista/news ouviu os profissionais de algumas das maiores redes de mediação imobiliária do país.

Casas novas na Maia: 12 moradias a estrear a partir de 540.000 euros

Chama-se Exclusive Maia Living e está localizado no centro da cidade da Maia. Trata-se de um projeto composto por 12 moradias contemporâneas de tipologia V4, com terraço e jardim exterior e com preços a partir de 540.000 euros. “As moradias têm ainda varandas em todas as divisões, um terraço de 50 metros quadrados (m2) e jardim exterior”, refere em comunicado a ERA, responsável pela comercialização do ativo, através da agência ERA Maia Centro.
Casas a estrear: ERA cria área de negócio para novos empreendimentos

Casas a estrear: ERA cria área de negócio para novos empreendimentos

A ERA criou uma área de negócio autónoma para novos empreendimentos, um segmento de negócio que representou, em 2021, cerca de 15% da faturação da rede imobiliária, tendo sido lançados 300 novos empreendimentos. “Com esta maior autonomia e enfoque na construção nova, espera-se que, até 2025, a venda de casas supere os 18 milhões de euros”, refere a mediadora em comunicado. 
Construção de casas na Madeira

Construção nova na Madeira: vão nascer 34 casas em Câmara de Lobos

Vai nascer em Câmara de Lobos, na Madeira, um complexo de habitação a custos controlados composto por quatro edifícios, num total de 34 fogos. Em causa está um projeto orçado em 6,2 milhões de euros, revelou em comunicado a Socicorreia, responsável pela construção do empreendimento, que estará pronto em 2024. 
Plano de Recuperação e Resiliência na habitação

PRR na habitação: Portugal tem quatro anos para construir 37.624 casas

São, ao todo, 37.624 alojamentos que podem “nascer” em Portugal nos próximos quatro anos, até ao segundo trimestre de 2026, ao abrigo de financiamentos oriundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Em causa estão habitações e edifícios, novos e reabilitados, para cedência ou arrendamento acessível. Em cima da mesa estão 2.693 milhões de euros de fundos da União Europeia (UE) para responder à crise de habitação que se vive em Portugal. Uma verba que pode não chegar a entrar no país, se não forem atingidos os objetivos anuais pré-estabelecidos. O risco é elevado, visto que faltam concursos para o lançamento de obras.
ibuyers em Portugal

Casas mais caras? “Agravamento nas usadas não será tão significativo”

A Casavo, plataforma italiana digital para o mercado residencial que adquire imóveis de forma rápida e simples, “aterrou” em Portugal no início do ano, sendo uma das iBuyers a operar no mercado nacional. “O balanço é muito positivo”, começa por dizer ao idealista/news Duarte Ferreira dos Santos, Vice President of Investments em Lisboa da Casavo. O responsável assegura, de resto, que “o setor imobiliário precisa de soluções inovadoras que tornem o processo de compra e venda de casa mais simples e cómodo e que aumentem a transparência do mercado”. Sobre a eventual subida dos preços das casas no atual contexto de inflação alta, bem como de custos de construção e taxas de juro elevados, considera que no caso dos imóveis usados “o agravamento não será tão significativo”.
Comprar casas novas em Lisboa

Há projetos de habitação para a classe média a nascer na Grande Lisboa

Aumentar a oferta de casas no mercado que possam ser compradas por famílias portuguesas. Este é um dos objetivos a que se propõem vários promotores imobiliários que operam em Portugal. Para o conseguirem fazer, a solução passa, muitas vezes, por investir nas zonas limítrofes das cidades. No caso da capital, falamos, por exemplo, da Alta de Lisboa, de Miraflores e de Loures. É precisamente em Loures que vai nascer o mais recente projeto residencial da SOLYD Property Developers (SOLYD), que terá, “numa primeira fase, cerca de 270 apartamentos”, revela ao idealista/news Sónia Santos, Marketing & Sales Manager da empresa. Outro dos projetos que está na calha e que a promotora pretende lançar este ano vai nascer em Setúbal. Serão cerca de 100 apartamentos. 
Arrendamento em Portugal

Juros altos e limites ao crédito habitação impulsionam arrendamento

Comprar ou arrendar casa? A resposta a esta questão depende de muitas variáveis, mas o atual contexto do mercado imobiliário, marcado por uma subida da inflação e pelo “expectável aumento das taxas de juro e diminuição dos prazos do crédito habitação”, deixa antever que haverá “um forte aumento da procura por soluções de arrendamento no segundo semestre de 2022”. O alerta é dado por Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal, que considera “urgente e prioritário” combater a “informalidade que caracteriza o atual mercado de arrendamento, para que este segmento de mercado funcione” de forma eficaz.