A pesquisa encontrou 597 resultados
Resultados da pesquisa
Os últimos apartamentos do empreendimento ÉLOU, em Santo António dos Cavaleiros, Loures, já começaram a ser comercializados. São agora 130 unidades que se juntam às restantes já lançadas anteriormente e que perfazem um total de 266 apartamentos.
A crise da habitação em Portugal tem duas faces, como uma moeda. A alta procura de casas está na “cara”. E a falta de oferta de habitação é a “coroa”, o núcleo estrutural do problema. Acontece que há mais casas para vender ou arrendar sem necessidade de obras do que carências habitacionais em Portugal, marcadas sobretudo por situações de sobrelotação, tal como concluiu o Instituto Nacional de Estatística (INE) na sua análise à Habitação publicada esta quarta-feira, dia 8 de março. Ainda assim, Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e da Habitação, diz que é preciso “construir e reabilitar mais” casas no país. O que está em falta em Portugal são casas no mercado a preços acessíveis e compatíveis com os salários das famílias.
Em 2023, as receitas da Câmara Municipal de Lisboa (CML) aumentaram para 546 milhões de euros, sendo este o “valor mais alto de sempre” de receita fiscal atingida pelo município. Mais de metade desse montante, 305 milhões de euros, foi obtido na sequência da compra de casas em Lisboa, ou seja, através do Imposto sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT).
Todos os anos os Prémios SIL do Imobiliário visam distinguir os melhores projetos imobiliários em Portugal. E já são conhecidos os 13 vencedores da edição dos prémios SIL 2024, as duas menções honrosas e ainda a distinção da personalidade do ano. Em destaque está o Infinity, o condomínio residencial em Lisboa inaugurado em outubro pela Vanguard Properties, que arrecadou o prémio de Melhor Empreendimento Imobiliário de Construção Nova de Habitação.
O Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) só deverá arrancar no final de 2024, na vertente suburbana, mas, apesar de alguma desconfiança, o projeto já tem gerado algum impacto e expectativas no setor imobiliário da região.
A Câmara de Lisboa decidiu que os concursos ao Programa de Renda Acessível se destinam a quem tem um rendimento médio mensal inferior a quatro vezes o indexante dos apoios sociais (IAS), ou seja, até 2.037,04 euros.
Quatro dias a falar de habitação, reabilitação, imobiliário e construção em Lisboa. A 27ª edição do Salão Imobiliário de Portugal (SIL) abre portas esta quinta-feira na FIL – realiza-se em conjunto com a Tektónica e termina domingo (5 de maio de 2024), e o idealista volta a ser media partner – e promete ser um sucesso. São esperados mais de 25.000 visitantes, diz Sérgio Runa, gestor do SIL, em entrevista ao idealista/news, deixando um alerta sobre o setor da habitação no país: “Se, por um lado, o facto dos resultados do primeiro trimestre terem sido positivos a nível de volume de transações, com um aumento de 4,5% face ao período homólogo, o que deixa o mercado um pouco mais otimista, por outro lado, os elevados custos de construção e a consequente ausência de habitação acessível ainda não tem uma solução a breve prazo à vista”.
O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) defendeu esta quinta-feira (18 de abril de 2024) que para se resolver o problema da habitação é preciso avaliar a demografia e os fluxos migratórios, o emprego ou o ordenamento do território.
A Square Asset Management (Square AM) foi constituída como sociedade independente regulamentada há 22 anos, em 2002. Três anos mais tarde, em 2005, foi lançado o fundo de rendimento aberto CA Património Crescente, o maior fundo imobiliário nacional, e mais recentemente o Property Core Real Estate Fund. Pedro Coelho recebe-nos, sorridente e de braços abertos, no escritório da Square AM, localizado no 14º piso da Torre 3 das Amoreiras, naquela que é uma das melhores vistas sobre Lisboa, como faz questão de referir. “Para o imobiliário haver uma inflação controlada e a 2% até é bom”, diz, com o Tejo como pano de fundo, o CEO da sociedade em entrevista ao idealista/news. “Há uma parte de uma geração nova que não sabe bem viver com a inflação e está habituada a preços fixos, digamos assim. Os mais antigos já tiveram inflações muito mais altas”, argumenta.
A Câmara Municipal da Moita submeteu várias candidaturas ao Programa de Apoio ao Acesso à Habitação - 1º Direito, com financiamento do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), para aquisição e reabilitação de 121 casas, anunciou a autarquia.
As famílias em Portugal continuam a precisar de casas para viver. Mas o atual contexto económico incerto retraiu a mudança de casa em 2023, tendência que desacelerou o aumento dos preços das casas para comprar ou arrendar. Mas será que em 2024 vai continuar a assistir-se a uma menor subida dos custos da habitação? Ou poderá mesmo haver uma descida nos preços das casas? Foi isso mesmo que o idealista/news procurou saber junto de profissionais do imobiliário, que não acreditam que haja uma correção acentuada dos preços das casas em Portugal. Isto porque, para que isso fosse possível, seria preciso aumentar - e muito - a oferta de casas para comprar e arrendar no país, algo que o Mais Habitação, tal como está, não será capaz de fazer. Resta agora saber se o novo Governo de Montenegro, que tomou posse a 2 de abril, vai alterar ou não este pacote para que haja um maior dinamismo na construção de casas em Portugal.
A compra e venda de casas arrefeceu ao longo de 2023 em todo o território nacional – e o Grande Porto não foi exceção.
“A crise da habitação só se resolve com mais investimento na construção e na compra para arrendamento, mais construção e reabilitação, mais habitações para venda e para arrendamento. Só medidas claramente direcionadas para esses fins e que deem confiança aos particulares poderão mostrar-se eficazes”. Quem o diz, em entrevista ao idealista/news, é Nuno Antunes, presidente da Associação dos Industriais da Construção de Edifícios (AICE), associação sem fins lucrativos fundada a 7 de novembro de 1975 “por um grupo de empresários empenhados em juntar esforços para profissionalizar o setor”, segundo é possível ler no site da entidade.
Pelo menos 70 países comprometeram-se esta sexta-feira em Paris a rever e a adaptar a forma de construir edifícios, para travar o aquecimento global e, ao mesmo tempo, proteger os edifícios das ondas de calor e das intempéries. Pretende-se nomeadamente privilegiar a renovação em detrimento da construção nova e reutilizar materiais.
O imobiliário comercial foi posto à prova em 2023.
Ouvir as ondas e respirar o mar logo pela manhã é, provavelmente, um dos sonhos mais comuns. Se sempre quiseste ter o mar como vizinho e estás à procura de casa à beira-mar acredita que, muito provavelmente, estás a fazer uma das melhores escolhas da tua vida. Vamos mostrar-te porquê.
As eleições legislativas 2024 vão decidir o novo rumo político de Portugal nos próximos quatro anos, se tudo correr sem imprevistos, como por exemplo as questões judiciais que fizeram o socialista António Costa demitir-se de primeiro-ministro do atual Governo de maioria absoluta.
“A reabilitação urbana tem sido, em todo o país, o motor da transformação dos centros urbanos, independentemente das consequências diversas que ocorreram”. A garantia é dada pela presidente da Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património (APRUPP). Mas nem tudo são boas notícias, visto que “o objetivo de tornar a reabilitação urbana como um veículo para preservar o património e os centros antigos (…) tem encontrado obstáculos, nomeadamente ao nível da legislação”. “Continuamos sem ter uma definição correta na lei do termo ‘reabilitação’, que seja a mesma nos diferentes decretos lei”, lamenta Alice Tavares, em entrevista ao idealista/news.
A construção em Portugal navegou os mesmos mares agitados, inflacionados e com altos custos de financiamento que as outras economias europeias. Mas, ao contrário de muitas, o setor da construção português manteve o seu rumo de crescimento, muito graças à habitação.
O parque habitacional português é antigo. As casas construídas nos anos 80 ou antes pesam cerca de 60% do total da habitação existente em Portugal. Muitas destas casas encontram-se em mau estado de conversação, precisando de obras. Para quem pensa colocar um imóvel antigo à venda, a remodelação da casa pode ser uma boa aposta, já que aumentar o valor da venda em mais de 25%, revela o relatório residencial anual do idealista/data relativo a 2023. Até porque a renovação das casas também pode ajudar a melhorar a sua eficiência energética, tão valorizada hoje em dia pelas famílias que procuram comprar casa.