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Pelo menos 70 países comprometeram-se esta sexta-feira em Paris a rever e a adaptar a forma de construir edifícios, para travar o aquecimento global e, ao mesmo tempo, proteger os edifícios das ondas de calor e das intempéries. Pretende-se nomeadamente privilegiar a renovação em detrimento da construção nova e reutilizar materiais.
O imobiliário comercial foi posto à prova em 2023.
Ouvir as ondas e respirar o mar logo pela manhã é, provavelmente, um dos sonhos mais comuns. Se sempre quiseste ter o mar como vizinho e estás à procura de casa à beira-mar acredita que, muito provavelmente, estás a fazer uma das melhores escolhas da tua vida. Vamos mostrar-te porquê.
As eleições legislativas 2024 vão decidir o novo rumo político de Portugal nos próximos quatro anos, se tudo correr sem imprevistos, como por exemplo as questões judiciais que fizeram o socialista António Costa demitir-se de primeiro-ministro do atual Governo de maioria absoluta.
“A reabilitação urbana tem sido, em todo o país, o motor da transformação dos centros urbanos, independentemente das consequências diversas que ocorreram”. A garantia é dada pela presidente da Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património (APRUPP). Mas nem tudo são boas notícias, visto que “o objetivo de tornar a reabilitação urbana como um veículo para preservar o património e os centros antigos (…) tem encontrado obstáculos, nomeadamente ao nível da legislação”. “Continuamos sem ter uma definição correta na lei do termo ‘reabilitação’, que seja a mesma nos diferentes decretos lei”, lamenta Alice Tavares, em entrevista ao idealista/news.
A construção em Portugal navegou os mesmos mares agitados, inflacionados e com altos custos de financiamento que as outras economias europeias. Mas, ao contrário de muitas, o setor da construção português manteve o seu rumo de crescimento, muito graças à habitação.
O parque habitacional português é antigo. As casas construídas nos anos 80 ou antes pesam cerca de 60% do total da habitação existente em Portugal. Muitas destas casas encontram-se em mau estado de conversação, precisando de obras. Para quem pensa colocar um imóvel antigo à venda, a remodelação da casa pode ser uma boa aposta, já que aumentar o valor da venda em mais de 25%, revela o relatório residencial anual do idealista/data relativo a 2023. Até porque a renovação das casas também pode ajudar a melhorar a sua eficiência energética, tão valorizada hoje em dia pelas famílias que procuram comprar casa.
Todos nós, ou quase todos, temos o sonho de, em algum momento da vida, estrearmos uma casa nova num condomínio novo e repleto de comodidades.
A TOTE SER, empresa especializada em arquitetura de investimento, que concebe, desenvolve, valoriza e rentabiliza projetos de ativos imobiliários, lançou este ano o programa "Proprietário Mais com Menos", uma iniciativa centrada na valorização de imóveis devolutos subvalorizados/subrentabilizados.
O que esperar do setor imobiliário em Portugal em 2024? “Antecipa-se uma evolução distinta ao longo do ano e influenciada pelas expetativas de redução das taxas de juro de referência pelo Banco Central Europeu (BCE) na primavera – com o primeiro semestre a ser ainda caracterizado por alguma estagnação, seguido de uma retoma gradual no segundo semestre”, prevê Eric van Leuven, diretor geral da Cushman & Wakefield (C&W), citado em comunicado.
As casas pré-fabricadas, tecnicamente designadas como construções modulares, passam a ter de respeitar as normas que existem para as edificações em geral, nomeadamente as previstas no Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU). Significa isto que estão sujeitas a licenciamento ou a outra forma de controlo prévio, consoante as circunstâncias de cada caso em concreto. O simplex dos licenciamentos urbanísticos – a maioria das 26 medidas entram em vigor dia 4 de março, mas algumas já têm efeitos desde 1 de janeiro de 2024 – estipula ainda que os projetos de loteamento para novas construções terão de incluir também áreas destinadas a “habitação pública, de custos controlados ou para arrendamento acessível”.
Avelino Oliveira recebe-nos na sede nacional da Ordem dos Arquitetos (OA), em Lisboa – as instalações da OA ocupam o antigo edifício dos Banhos de São Paulo, classificado como imóvel de interesse público –, e afirma, convicto, que “é bom que a sociedade perceba que os arquitetos são aqueles que mais percebem de habitação”. Nesse mesmo dia (23 de janeiro de 2024) iria reunir-se com Marcelo Rebelo de Sousa para falar sobre os problemas que a classe atravessa, regressando depois ao Porto, onde nasceu, em 1970. Em entrevista ao idealista/news sublinha, sem rodeios, que “a situação remuneratória dos arquitetos devia envergonhar Portugal” e que a arquitetura nacional “está num dos níveis mais altos da Europa”. “Diria até do mundo”, acrescenta.
Sylvie Santos nasceu em França e é filha de pais portugueses. Mudou-se para Portugal há sete anos para trabalhar numa mediadora imobiliária e é atualmente diretora do desenvolvimento territorial do grupo francês REALITES em Portugal. O grupo está sediado em Nantes desde 2003, tendo-se expandido para Marrocos, Senegal e, no final de 2022, Portugal. “Temos uma mina aqui”, diz em entrevista ao idealista/news, lamentando que os portugueses não se saibam “vender no mundo”. “Temos energias renováveis, indústria têxtil, calçado, gastronomia, clima, segurança… temos tudo”, acrescenta, sublinhando que quem “esteve no estrangeiro sabe dar valor ao país”.
Em Portugal, há falta de casas disponíveis no mercado da habitação para a procura existente. Mas a reta final do ano trouxe boas notícias: a oferta de casas à venda no quarto trimestre de 2023 subiu 10% face à que estava disponível no mesmo período de 2022, segundo um estudo do idealista. O arrefecimento da procura de habitação devido ao clima de incerteza, subida de juros e perda de poder de compra pode ajudar a explicar este crescimento da oferta. Assim como a entrada em vigor do Mais Habitação em outubro, que se propõe, precisamente, a aumentar o parque habitacional português disponível, seja para vender ou para arrendar.
Aumentar a oferta de casas em Portugal, sobretudo direcionada para a classe média, é uma das formas de dar resposta à crise habitacional que se faz sentir no país, passado a solução, nesse sentido, pela construção nova. São vários, no entanto, os desafios que a promoção imobiliária enfrenta em 2024. Partindo desse mote, o idealista vai realizar este mês dois cursos presenciais direcionados para as promotoras: um em Lisboa, dia 23 de janeiro, e outro no Porto, dia 25 de janeiro.
Chama-se The Republic 95, está localizado na Avenida da República e traz à capital 14 apartamentos de luxo: 13 de tipologias T1, T2, T3 e uma penthouse (T4+1), que tem 310 metros quadrados (m2) mais um terraço privado com 44 m2. De referir que seis dos imóveis foram vendidos antes do lançamento oficial.
Tendo a subida dos preços das casas desacelerado ao longo do ano passado, será que esta tendência irá manter-se em 2024? Como vai o mercado imobiliário, sobretudo o segmento residencial, comportar-se e dar resposta à necessidade de aumentar a oferta de casas para fazer face à crise habitacional? Os desafios são muitos e a vários níveis, nomeadamente políticos – há eleições legislativas agendadas para dia 10 de março –, mas as mediadoras imobiliárias consultadas pelo idealista/news não atiram a toalha ao chão. As principais oportunidades estarão à espreita nas periferias das grandes cidades, onde há empreendimentos a ser desenvolvidos, antecipam.
“Do ponto de vista da promoção imobiliária, continua a haver uma patente necessidade de habitação”. Quem o diz é Bruno Ferreira da Silva, Investment Director da Bondstone. “Em 2024 é expectável que a promoção imobiliária permaneça ‘morna’ devido à forte instabilidade política que se vive”, antecipa Daniel Tareco, administrador da Habitat Invest. O idealista/news foi sentir o pulso ao mercado, ouvindo os responsáveis de algumas das promotoras imobiliárias que operam em Portugal. Que balanço fazem da atividade em 2023 e o que esperar de 2024? Vão chegar mais casas ao mercado, de forma a dar resposta à procura e à crise na habitação? E a que preços? Vai haver um novo Governo, são boas ou más notícias? Eis as respostas – a estas e outras perguntas – por parte de quem anda no terreno a desenvolver projetos residenciais.
A falta de casas para comprar é apontada como um dos principais fatores que está por detrás da subida a pique dos preços das habitações em Portugal. Isto porque a oferta de imóveis disponíveis para venda – e também para arrendamento – é muito inferior à procura. “Não se construiu ou reabilitou (o suficiente) nos últimos 12 anos em Portugal”, disse ao idealista/news Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI). E sim, é verdade que fomos noticiando ao longo do ano a chegada ao mercado e o início de construção de novos empreendimentos, mas há ainda um longo caminho percorrer para conseguir dar resposta à procura existente, conforme adiantaram vários especialistas do setor.
O investimento em Portugal cresceu menos em 2023, devido, em parte, às elevadas taxas de juro. E a expectativa do Banco de Portugal (BdP) é que o crescimento do investimento recupere entre 2024 e 2026, antecipando uma “melhoria” do contexto macrofinanceiro. Mas nem tudo vai correr bem.