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Cidadãos e profissionais do setor da construção estão cada vez mais interessados em alcançar a máxima eficiência energética nas casas.
Quatro dias de olhos postos no setor imobiliário e da construção. A FIL – Centro de Exposições e Congressos de Lisboa, no Parque das Nações, volta a receber as duas principais feiras do setor do país: o Salão Imobiliário de Portugal (SIL) e a Tektónica – Feira Internacional de Construção abrem portas esta quinta-feira e decorrem até domingo (15 de maio de 2022). Este ano, e ainda com o “fantasma” da pandemia a pairar, decorrem de novo em simultâneo, mas num inesperado cenário de guerra, de inflação alta e de elevados custos de construção, por exemplo. Sandra Bértolo Fragoso, gestora do SIL, diz ao idealista/news que “este novo contexto geopolítico tem efeitos na maioria dos setores da economia” e que o SIL não está “imune aos efeitos da guerra na Ucrânia”. Deixa, no entanto, um sinal de otimismo para o futuro: “Apesar de todos estes desafios, o setor continua resiliente e com uma procura superior à oferta”.
O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, assinalou esta segunda-feira (2 de maio de 2022) a entrega de “quase 300 chaves” de habitação municipal nos primeiros seis meses de mandato, considerando que resulta de “um trabalho notável”, porém ainda aquém das carências habitacionais.
Perto da serra da Arrábida, do rio Tejo, mas também das praias, e à distância de uma curta viagem de barco – cerca de 20 minutos – do centro da cidade de Lisboa.
O futuro (e já o presente) é digital. A indústria 4.0 está aí e assiste-se à evolução gritante da digitalização nas mais diversas áreas de negócio: das telecomunicações ao ramo automóvel. E como é que o imobiliário está a abraçar esta revolução digital?
O conceito de casa está a transformar-se. A importância de cada espaço da casa – do interior ao exterior – saiu reforçado da pandemia. O conforto, a segurança e a eficiência energética passaram para o topo das prioridades, impulsionando a procura por soluções de domótica nos últimos dois anos.
Estabilidade é palavra de ordem na pasta da habitação no novo Governo de António Costa. Pedro Nuno Santos mantém-se como ministro das Infraestruturas e da Habitação e Marina Gonçalves como secretária de Estado da Habitação. Na próxima legislatura, esta tutela vai estar a trabalhar para “a criação de um parque público de habitação robusto e que responda às necessidades da população”, disse Marina Gonçalves ao idealista/news. Passamos agora em revista algumas das medidas que o Executivo prevê implementar e/ou reforçar nos próximos anos, tendo por base o Programa do Governo entregue esta sexta-feira (1 de abril de 2022) na Assembleia da República.
O imobiliário no Grande Porto tem vindo a viver momentos de forte dinamismo nos últimos anos, e nem a pandemia ou a Guerra da Ucrânia parecem estar a afetar, até agora de forma significativa, esta performance - apesar de haver desafios identificados pelos players do setor, como os altos cu
Cor, rio, tradição e mar. Aveiro fica na costa oeste de Portugal e é a união de tudo isto e muito mais. É uma cidade desenvolvida e acolhedora ao mesmo tempo, que transmite um “sentimento de comunidade” para quem aqui vive.
A Guerra da Ucrânia, que eclodiu há uma semana e terá efeitos no imobiliário segundo antecipam os especialistas, também já fez soar os alarmes no setor da construção em Portugal. Dando provas de dinamismo e resiliência ao longo da pandemia, o setor vive, no entanto, a braços com um agravamento nos custos de construção, derivado da escassez de matérias-primas e de mão de obra - que se agudizou nos últimos dois anos. E o cenário é agora mais negro a este nível. “A expectativa que existe neste momento é de agravamento da generalidade dos custos operacionais das empresas incluindo, em especial, os materiais de construção”, indica Manuel Reis Campos, presidente da CPCI e da AICCOPN, em declarações ao idealista/news.
A construção e reabilitação de casas está ao rubro em Portugal. E, embora haja atrasos um pouco por todo o país, o número de licenciamentos de obras em 2021 já supera os valores pré-pandemia. Contabilizam-se 18.301 obras licenciadas de construção nova e reabilitação de edifícios residenciais em 2021, mais 8,97% que em 2019. E o número de fogos licenciados em construções novas subiu 11,6% face ao período anterior à crise pandémica.
A passagem da pandemia só veio provar a "força e resiliência" do mercado imobiliário português em situações de crise. E, agora, as expectativas estão em alta.
Reabilitar e construir casas daqui a dez anos será diferente. Isto porque há tendências que estão a ganhar força e que podem mesmo ser disruptivas no médio prazo.
A Câmara de Vila Nova de Famalicão, no distrito de Braga, prevê investir 152 milhões de euros para dar habitação condigna a 1.481 famílias, num total de 7.961 pessoas.
A hotelaria foi um dos setores mais afetados pela pandemia da Covid-19 aos longo dos últimos dois anos. Os sucessivos confinamentos afastaram portugueses e estrangeiros do turismo e deixaram alojamentos e hotéis quase vazios. Mas este cenário não afastou todos os investidores do setor.
Dois anos após o início da pandemia, o mercado imobiliário continua vivo e de “boa saúde”, e as expectativas são de que 2022 venha a ser um ano de consolidação da recuperação transversal do setor em Portugal.
O ano de 2022 arrancou tal como tinha terminado o de 2021, ou seja, com a sensação de que o setor da promoção imobiliária em Portugal continua a saber como fintar a pandemia. É assim desde março de 2020, quando a Covid-19 se instalou no país, e a verdade é que continua a haver projetos a sair do papel, nomeadamente no segmento residencial, e que o mercado português se mantem no radar dos investidores, nacionais e internacionais. Há, no entanto, desafios a ter em conta, como por exemplo os elevados custos de construção. Eis o que se pode esperar da promoção imobiliária em 2022, segundo especialistas.
Preservar património arquitetónico português é cuidar da imagem e da memória que temos de nós próprios. A reabilitação urbana há muito que tem a missão de regenerar as cidades, mantendo os traços da sua história.
Os primeiros residentes do empreendimento Casas de Nevogilde, na Foz do Douro, no Porto, recebem as chaves das suas futuras casas em fevereiro, sendo que três dos luxuosos apartamentos – são cinco T3 e T4 vocacionados para famílias numerosas – estão vendidos. Em causa está o projeto de reabilitação de um condomínio fechado em habitações de luxo que está a ser promovido pelo Grupo Omega, através da sua associada Realplano, SA. Já a gestão e condução técnica dos trabalhos esteve a cargo da Omega, Serviços de Engenharia Lda.
Há um “gigante adormecido” em Matosinhos, Porto, que deverá ser reabilitado em breve. Trata-se da antiga fábrica da Lactogal, construída em 1967, que vai ser transformada num novo centro empresarial pela mão do Castro Group.