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Resultados da pesquisa
As dívidas de empregadores e trabalhadores independentes, a pagar à Segurança Social até 31 de dezembro de 2021, vão poder ser repartidas em seis prestações, face à totalidade da dívida, sem exigência de garantia, desde que ainda sem cobrança coerciva, segundo uma portaria publicada em Diário da Rep
Um ano de pandemia e muita coisa mudou, "mais do que se poderia imaginar" no início.
O regresso aos escritórios é algo que ainda está em aberto para muitas empresas.
O setor residencial continua o seu caminho imparável rumo à sustentabilidade e eficiência energética. A industrialização destaca-se como o principal modelo construtivo para atingir esse objetivo, mas não é o único.
Se dúvidas houvesse obre como o conforto da nossa casa é tão importante para o nosso bem-estar, o ano passado veio eliminá-las por completo.
Mesmo em tempos de pandemia, muitos portugueses querem comprar casa e, para isso, precisam de um crédito à habitação. E se os bancos, apesar da crise gerada pela Covid-19, têm-se mantido disponíveis para emprestar dinheiro para esta finalidade, ao contrário de outros tempos, já não dão financiamentos a 100%. Assim, para se conseguir a casa que se quer, é preciso ter um pé-de-meia, ou seja, dinheiro de parte para se dar de entrada -e para suportar os outros gastos associados à aquisição, nomeadamente impostos. O nível de poupanças necessário varia consoante a zona do país onde se quer comprar casa, atendendo aos preços médios dos imóveis. Uma análise do idealista - realizada em plena crise pandémica - mostra a taxa de esforço nas capitais de distrito de Portugal Continental e Ilhas.
Pandemia, Covid-19, coronavírus, teletrabalho, ensino à distância, confinamento, desconfinamento. Estas foram algumas das palavras e/ou expressões mais usadas no último ano. Sim, porque a pandemia já chegou a Portugal há mais de um ano. E sim, o país voltou agora (só agora) a desconfinar, com a abertura, por exemplo, das creches e escolas até ao 4.º ano de escolaridade. A verdade é que muita coisa mudou nos últimos 12 meses. Mostramos-te um conjunto de indicadores que mostram como mudou a economia nacional com a súbita chegada do novo coronavírus.
O primeiro-ministro salientou que o início da primeira fase do desconfinamento, que arranca esta segunda-feira (15 de março de 2021), “não é sinónimo de sair e fazer tudo”, advertindo que a pandemia ainda é grave e que na Páscoa mantém-se o dever geral de recolhimento. Estes avisos sobre a situação sanitária do país foram transmitidos por António Costa numa mensagem que publicou na sua conta pessoal no Twitter.
Um ano de pandemia e tudo mudou. A economia, o trabalho, as casas, as famílias, os hábitos – o mundo, a vida.
Passou uma década desde a tragédia de Fukushima.
Uma nova teoria poderá explicar alguns casos de Covid-19 de origem desconhecida na Coreia do Sul.
A ocupação no Alojamento Local (AL) no Porto ronda este inverno os 10% e os poucos clientes são pessoas que podem trabalhar remotamente e escolhem Portugal para o fazer, disse o presidente da Associação de Alojamento Local em Portugal (ALEP), Eduardo Miranda.
As ruas mais centrais e comerciais das capitais estão a aproveitar o “impasse” provocado pela pandemia para se prepararem para o futuro.
Fazer da crise uma oportunidade.
As burlas na Internet têm vindo a disparar.
É claro que, no meio de uma pandemia, aparecem soluções milagrosas para quase tudo que se revelam ineficazes. E podemos dizer que, em poucas semanas, outro produto chegará ao mercado com a promessa de acabar com este maldito vírus. E não é à toa que quase queremos acreditar nisso.
O setor imobiliário continua a ser um refúgio, um porto seguro, em tempos de crise. Apesar do contexto de pandemia da Covid-19 que se vive em todo o mundo, os grandes investidores internacionais têm a Europa na mira. Lisboa, que em 2019 foi considerada a melhor cidade europeia para investir em imobiliário e em 2020 ocupava a 10ª posição, voltou este ano a descer da tabela: ocupa agora o 15º lugar.
O mercado residencial de Londres registou números recordes durante a nova onda de coronavírus que atingiu o Reino Unido. Uma casa média na capital britânica ultrapassou o valor de meio milhão de libras.
Os agentes imobiliários especializados em arrendamento de casas em Londres estão mais pessimistas quanto à evolução dos preços das rendas, depois da pandemia ter provocado uma fuga da capital para outras zonas. De acordo com um estudo conduzido pela Royal Institution of Chartered Surveyors (RICS), foi observada uma desaceleração mais ampla no mercado imobiliário do Reino Unido em dezembro. Londres é a única zona do país onde se espera que as rendas caiam nos próximos três meses.
As máscaras caseiras de tecido não são, segundo as autoridades de saúde, a melhor opção para evitar o contágio, sobretudo por causa das novas variantes do vírus – a inglesa, detetada no Reino Unido e a da África do Sul, por exemplo, já chegaram a Portugal. Em virtude destas novas ameaças, potencialmente mais perigosas, alguns países da Europa estão a recomendar à população a não utilização de máscaras de pano, devido à ineficácia da proteção contra o coronavírus e porque as novas mutações serão mais facilmente transmitidas.