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Resultados da pesquisa
A progressão da pandemia na Alemanha levou Angela Merkel a anunciar restrições este fim de semana, com o fecho das escolas e comércio, devido às "muitas mortes" e "o crescimento exponencial das infeções" registados, nas palavras da chanceler.
O setor hoteleiro atravessa um dos momentos mais complicados da sua história recente, devido à crise pandémica, que fez baixar (e muito) a taxa de ocupação dos hotéis, inclusive por causa das restrições impostas à circulação. Coincidência ou consequência da Covid-19, há mais unidades no mercado à procura de dono: segundo dados do idealista, havia no final de outubro 166 hotéis à venda em Portugal, mais 4% que em março, quando rebentou a crise pandémica.
Existem grandes diferenças na forma como vivemos na Europa: desde o tipo e tamanho da casa à sua qualidade, bem como se somos mais proprietários ou inquilinos. A evolução dos preços das casas e das rendas também varia significativamente entre os países, assim como o acesso à habitação por país.
Há uma nova rota de fuga para quem procura escapar às restrições da pandemia do novo coronavírus. No início de novembro, a Islândia implementou discretamente algumas mudanças no seu programa de vistos de trabalho remoto para cidadãos fora do Espaço Schengen Europeu, segundo a Bloomberg.
“Coronavírus”, “Escola Virtual”, “Pedro Lima”, “eleições nos Estados Unidos” ou “Zoom” foram algumas das palavras e/ou temas mais pesquisados de 2020 no Google em Portugal. Entre as questões mais populares estiveram “como fazer pão”, “como fazer máscaras” e “como fazer desinfetante caseiro”.
A venda de casas deve cair 15% em Lisboa e 25% no Porto em 2020 à boleia da pandemia da Covid-19. Esta é uma das conclusões do estudo “Mercado Residencial em Portugal: Desempenho e Perspetivas”, da consultora imobiliária CBRE, que analisa em detalhe os mercados residenciais das duas principais cidades portuguesas. Trata-se de um relatório que aborda, entre outros temas, o potencial de crescimento do mercado de investimento institucional em habitação para arrendamento e o futuro do mercado residencial no país.
A oferta de quartos para arrendar em Portugal aumentou à boleia da Covid-19. Segundo dados do idealista, o número de quartos disponíveis para viver em casas partilhadas em novembro é quase 22% superior face ao registado no final do primeiro trimestre do ano, embora a evolução não tenha sido homogénea em todo o território nacional, tal como mostra esta análise. No Porto a oferta triplicou, numa variação de quase 200%, mas se rumarmos ao Alentejo, até Beja, encontramos um cenário bem diferente: nenhum registo de anúncios em novembro.
Milhões de americanos temem ser despejados até o final deste ano, aumentando o sofrimento provocado pela pandemia da Covid-19 que assola o mundo, e em particular os EUA. Cerca de 5,8 milhões de adultos norte-americanos dizem que têm uma probabilidade muito grande de serem despejados ou alvo de uma execução hipotecária nos próximos meses, segundo relata a Bloomberg. A sondagem foi realizada pelo U.S. Census Bureau e concluída no mês passado.
A Comissão Europeia aprovou esta segunda feira, dia 30 de novembro, uma ajuda estatal de Portugal, de 750 milhões de euros, para micro e pequenas empresas afetadas pela crise da Covid-19, como da restauração e comércio, os já anunciados programas ‘Apoiar Restauração’ e ‘Apoiar.PT’.Em comunicado, o e
O aumento da taxa de mortalidade verificado nas quatro semanas entre 19 de outubro a 15 de novembro de 2020 deve-se em grande parte à pandemia da Covid-19. Registaram-se, nessas quatro semanas, mais 1.556 óbitos que a média, em período homólogo, de 2015-2019, sendo que “nesse período registaram-se 1.274 óbitos por Covid-19, representando 81,9% do acréscimo observado”. Em causa estão dados divulgados esta sexta-feira (27 de novembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O último censo oficial no Japão, em 2015, revelou que havia 3,4 milhões de pessoas entre 40 e 50 anos que não se tinham casado e ainda moravam com os pais.
Quando um proprietário decide vender uma casa deve saber quanto tempo poderá permanecer o imóvel no mercado até encontrar um interessado em comprar - esta mesma informação é também relevante para os agentes imobiliários e demais profissionais do setor. Sempre e agora, em plena crise pandémica, ainda mais. Em Portugal, o período de venda de casas ronda, atualmente, os cinco meses, tendo aumentado face ao terceiro trimestre de 2019 - quando se vivia em crescimento económico e sem o novo coronavírus. Há apenas um ano, em termos médios, contabilizava-se em pouco mais de quatro meses o tempo de um imóvel à venda no mercado nacional, segundo uma análise do idealista.
Estamos todos ansiosos pelo fim da pandemia do novo coronavírus para reencontrarmos todas as coisas que poderíamos fazer antes do início desta crise sanitária. Uma delas era poder viajar para outros países e conhecer outras culturas e paisagens.
A crise económica desencadeada pela Covid-19 vai, tendencialmente, provocar uma quebra generalizada nos preços das casas em toda a Europa já em 2021 - Portugal incluído. Mas a tendência de descida não se irá traduzir num aumento das transações de compra, venda ou arrendamento de imóve
O sul da Europa continua atraente para os investidores estrangeiros, apesar do impacto da pandemia do novo coronavírus no mercado imobiliário. Analisámos a oferta e a procura de habitação nas zonas costeiras de Portugal, Espanha e Itália, com as estatísticas do idealista/data do terceiro trimestre de 2020, onde o bom clima e a praia continuam a atrair estrangeiros para comprar uma casa. Entre junho e setembro, EUA, Reino Unido e Alemanha, destacaram-se como países mais ativos na procura de propriedades localizadas junto à costa.
O setor do turismo foi um dos mais afetados pela crise pandémica, tendo-se verificado um travão a fundo nas entradas e saídas de turistas, o que resultou, como seria de esperar, numa grande quebra de receitas. Portugal sentiu “na pele” os colaterais deixados pela Covid-19: teve menos 65,7% de visitantes em 2020 face a 2019 (no período compreedido entre janeiro e agosto) e as receitas desceram 55,9%.
Duas residências seculares e um antigo bairro operário do Porto vão transformar-se em 2021 na primeira unidade mundial 'co-living' Willa, uma ‘startup’ israelita para habitação de luxo, com espaços partilhados, para combater a solidão dos seniores.
A digitalização ganhou força em tempos de pandemia da Covid-19 e está a tornar-se um dos maiores aliados (também) dos consumidores portugueses, que estão a aderir em força às compras online. Uma tendência que deverá manter-se nos próximos tempos, nomeadamente tendo em conta que a Black Friday e o Natal estão aí à porta. E, claro, que aumentaram as restrições no comércio, devido ao surto do novo coronavírus.
A pandemia do novo coronavírus reforçou a casa como o refúgio perfeito para passar o máximo de tempo possível. A meio de uma segunda vaga e novos bloqueios, os especialistas da Houzz recomendam novas tendências para 2021.
O mercado imobiliário tem-se mostrado resiliente à crise e nem a profunda recessão global, gerada pela pandemia do novo coronavírus, impediu a contínua subida de preços das casas - o crescimento acelerou para um ritmo anual de quase 4% entre o clube de países ricos da OCDE neste ano, com a