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Casas de luxo em Londres

Casas de luxo em Londres: vendas a estrangeiros em mínimos de 2011

As medidas pós-Covid-19 impostas pelo governo de Boris Johnson para controlar a entrada de não residentes no Reino Unido ou uma nova sobretaxa de 2% em impostos sobre a compra de casas por estrangeiros estão a ter impacto nas operações do mercado residencial de luxo em Londres. As transações por parte desses compradores caíram 27% face ao total no primeiro semestre de 2021, o valor mais baixo desde 2011, de acordo com a agência imobiliária Hamptons International.
Bancos apostam no ‘build to rent’

Bancos investem no ‘build to rent’ e querem ser senhorios

A construção de casas para serem depois colocadas no mercado de arrendamento – um modelo conhecido por ‘build to rent’ – é um “fenómeno” recente em países como Portugal e Espanha, apesar de ser muito comum nos EUA ou na Alemanha, por exemplo. Uma tendência que parece não estar a passar ao lado dos bancos: no Reino Unido, o grupo bancário Lloyds foi o último a entrar neste setor, com a aspiração de se tornar proprietário (e senhorio) de 50.000 residências na próxima década.
"Os portugueses começam agora a investir no mercado residencial de luxo"

"Os portugueses começam agora a investir no mercado residencial de luxo"

A pandemia chegou e deixou o mundo e a economia em pânico. Mas há um setor que em Portugal escapou à crise causada pelo novo coronavírus. O imobiliário. De mãos dadas com o ramo da construção, adaptou-se e arranjou forma de fintar a pandemia. E no segmento residencial o segmento de luxo foi dos que melhor resposta deu à Covid-19. A procura manteve-se alta e a compra, venda e arrendamento de casas não esmoreceu. E neste “campo”, o destaque vai para segmento residencial premium, que se consolidou, conforme revela ao idealista/news Nuno Garcia, diretor-geral da GesConsult. Uma tendência que não está a passar ao lado dos portugueses, pelo contrário. 
Covid-19: Teletrabalho deixa de ser obrigatório a partir de segunda-feira exceto em quatro concelhos

Teletrabalho continua a ser obrigatório em Lisboa

O teletrabalho vai deixar de ser obrigatório em todo o território continental, a partir de segunda-feira, dia 14 de junho de 2021, exceto nos concelhos de Lisboa, Braga, Odemira e Vale de Cambra. "Deixa de existir a obrigatoriedade do teletrabalho a nível nacional", precisou a ministra da Presidência, no final da reunião do Conselho de Ministros.