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Resultados da pesquisa
Portugal está “na primeira linha do relançamento” no pós-pandemia. As palavras são de Luís Gamboa, COO da promotora VIC Properties, que, em entrevista ao idealista/news, destaca como muito positiva a reação do país a esta crise sanitária e económica - algo que os investidores valorizam.
Os bancos receberam quase 570 mil pedidos de moratória, até ao final de abril, sendo que 90% destes pedidos foram aprovados. A maioria dos pedidos, cerca de dois terços (345.551 contratos), está integrada no regime da moratória pública, sendo que o adiamento do pagamento da prestação da casa (crédito à habitação) lidera a procura. Em causa estão dados revelados esta quinta-feira (21 de maio de 2020) pelo Banco de Portugal (BdP)
Nem a pandemia consegue travar o agitado mercado das megamansões de luxo em Los Angeles, nos EUA.
A Lei n.º 14/2020, de 9 de maio constitui a terceira alteração à Lei n.º 1-A/2020, de 19 de março, que aprovou medidas excecionais e temporárias de resposta à situação pandémica que o país atravessa provocada pela Covid-19. Das alterações trazidas pela Lei n.º 14/2020, são do nosso interesse para o tema sobre que agora nos debruçamos, as alterações feitas ao art. 8.º e o aditamento do art. 8.º-A.
Já há data para a abertura da época balnear em Portugal. A partir de 6 de junho de 2020 os areais “reabrem”, mas este ano, e por causa da Covid-19, com muitas restrições. O Governo já estipulou quais as regras para ir à praia e dar um mergulho, desde a distância que deve ser mantida na areia, passando pelos bares, restaurantes, esplanadas, até à prática de desporto. O idealista/news preparou um guia para que possas ir a banhos em segurança.
Todas as imobiliárias já podem funcionar de portas abertas ao público desde o dia 4 de maio de 2020, data a partir da qual o Governo pôs em marcha um plano de desconfinamento a três passos. A maioria das empresas decidiu abrir os seus escritórios e lojas, na tentativa de regressar gradualmente à normalidade no pós-Covid. Embora não haja indicações específicas para as agências – havendo, sim, requisitos de abertura e de higiene para todos os estabelecimentos comerciais – a iad Portugal decidiu disponibilizar um guia completo de recomendações de segurança para a retoma da atividade à sua rede de consultores, partilhando os pontos essenciais com o idealista/news.
O PS entregou no Parlamento um projeto de lei para prolongar até 30 de setembro o impedimento de suspensão de serviços essenciais, como água, eletricidade, gás natural ou telecomunicações, para famílias afetadas pela pandemia do novo coronavírus, prolongando, assim, a vigência destas medidas excecionais de apoio por três meses. Também a flexibilização temporária das regras de reembolso dos Planos Poupança Reforma (PPR) deverá ser prolongada.
Todas as quintas-feiras abrimos as portas de uma casa de sonho.
O grupo finlandês Pontos, proprietário e promotor do Ombria Resort, que está a nascer em Loulé (Algarve), vai investir cerca de 30 milhões na construção das Villas Alcedo, um conjunto de 12 moradias isoladas de luxo. O início da construção da primeira Villa está previsto para o verão e os preços começam nos 2.550.000 euros.
A pandemia do novo coronavírus está a deixar marcas no setor imobliário. Uma das consequências da Covid-19 pode passar pela descida do preço das casas, que encareceram muito nos últimos tempos – no quarto trimestre de 2019, o preço mediano das casas vendidas em Portugal fixou-se em 1.081 euros por metro quadrado (m2), mais 8,5% que no período homólogo. Para Jorge Marrão, ‘partner’ da Deloitte, esse fenómeno vai abrir oportunidades para os investidores oportunísticos.
Os apoios financeiros recebidos pelos trabalhadores dependentes e independentes, no âmbito das medidas excecionais e temporárias implementadas pelo Governo por causa da pandemia da Covid-19 – seja em situação de isolamento profilático ou que se encontrem a prestar assistência a dependentes - estão sujeitos a IRS. A informação foi confirmada pelo Fisco, depois de o tema ter levantado várias dúvidas. O idealista/news decidiu preparar um guia de perguntas e respostas com as explicações da Autoridade Tributária (AT).
A abertura do novo supermercado da Mercadona em Aveiro estava agendada para março, mas com a pandemia da Covid-19 a inauguração foi adiada. Agora, a cadeia de distribuição líder em Espanha tem data marcada para abrir o seu 11ª espaço comercial em Portugal, no dia 16 de junho. No total, em 2020, a Mercadona quer expandir a rede nacional, duplicando o número de lojas, tendo previstas mais aberturas nos distritos de Aveiro, Porto e Viana do Castelo.
Estes dois apartamentos em Varsóvia têm o mínimo possível, agora que estamos em tempos de confinamento. Mas menos é mais para dar espaço e tranquilidade à vida, num momento em que passamos muito mais tempo em casa do que antes.
A portuguesa Urbimanos, Sociedade Imobiliária, Lda. vendeu, em plena pandemia de novo coronavírus, uma fração de escritórios num edifício em Lisboa, na Rua D. Luís I, a um investidor institucional francês. Uma transação que foi assessorada pela consultora imobiliária CBRE, que atuou em representaçao do vendendor.
Trabalhar a partir de casa será o novo normal e 95% dos profissionais considera que, após o desconfinamento, o melhor é passar a trabalhar a partir de casa pelo menos um dia por semana, segundo um estudo da JLL.
A pandemia do novo coronavírus promete deixar feridas abertas que vão demorar algum tempo a sarar, nomeadamente na atividade económica e financeira a nível nacional e mundial. As empresas estão preocupadas com o prolongamento da recessão global e temem, por exemplo, a existência de novos focos da Covid-19.
O governador do Banco de Portugal (BdP), Carlos Costa, mostra-se preocupado com o “efeito precipício” que o fim das moratórias concedidas às empresas por causa da crise da Covid-19 poderá ter, nomeadamente, porque estas “não vão ser capazes de reembolsar de uma só vez, vão ter que diluir no tempo”.
Com o plano de desconfinamento em curso e a diminuição das restrições impostas pelas autoridades, cada vez mais, há gente a sair de casa, a circular pelas ruas, nos transportes, comércios e a voltar aos postos de trabalho.
A crise global gerada pela pandemia está a ter reflexos na vida em particular de muitas famílias em Portugal. Com quebras de rendimentos, muitos são os que começam a sentir dificuldades para honrar compromissos, nomeadamente, o pagamento da renda da casa.
Uma plateia de quase 400 participantes juntou-se a Massimo Forte e Gonçalo Nascimento Rodrigues para mais um “Desafio”, desta vez num formato bem diferente e inovador.