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Resultados da pesquisa
O setor do turismo residencial é um dos que mais tem sentido os efeitos da pandemia do novo coronavírus. Em entrevista ao idealista/news, Pedro Fontainhas, diretor executivo da Associação Portuguesa de Resorts (APR) antecipa que "a retoma vai demorar, mas vai voltar em força", argumentando que "Portugal tem uma quantidade de fatores diferenciadores únicos que não desaparecem". Aponta, por outro lado, que de futuro haverá mais pessoas a optar por viver em empreendimentos turísticos. “Uma das coisas muito curiosas que reparámos durante esta crise é que o número de residentes permanentes nos empreendimentos subiu bastante”, conta.
As rendas das casas por metro quadrado (m2) subiram 3,1% em abril de 2020, face ao período homólogo, registando uma taxa inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p) àquela que foi apurada no mês anterior (março). Segundo o Índice de Preços no Consumidor (IPC), divulgado pelo Instituto Nacional de Estatísica (INE), todas as regiões apresentaram variações homólogas positivas das rendas de habitação, tendo Lisboa registado o aumento mais intenso (3,7%).
A promotora imobiliária JPS Group decidiu desafiar a pandemia e continuar a reforçar a aposta na expansão da empresa. Apontou agora a mira à mediação imobiliária, com a criação de um novo site e nova imagem, para o efeito, e está a contratar.
Manuel Reis Campos, continua a assegurar a liderança da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), com 127 anos de história, e que representa atualmente mais de 6.000 empresas do setor. O responsável, que também é presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), renovou o mando para o triénio 2020-2022.
O mercado de trabalho pode vir a mudar à medida que a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus se desenrola na União Europeia (UE). O alerta é dado pelo Eurostat, que considera que a Covid-19 poderá levar a “mudanças na precariedade”, nomeadamente a nível laboral.
A pandemia internacional da Covid-19 veio revolucionar o mercado de trabalho. E não apenas no imediato, durante o confinamento para tentar travar a propagação do contágio. Há cada vez mais sinais de que o teletrabalho é uma tendência que veio para ficar e vingar. Agora, a Twitter veio anunciar que os seus funcionários podem, se quiserem, continuar a trabalhar desde casa para sempre, depois da crise, quando o regresso seja seguro.
O Metropolitano de Lisboa está a estudar quatro linhas de expansão da rede, dentro da cidade de Lisboa, mas também para os concelhos vizinhos de Oeiras e Loures.
O ano arrancou em força no que respeita aos novos empréstimos para a compra de casa, em Portugal, escapando ainda aos efeitos da pandemia internacional da Covid-19.
Agora que passamos mais tempo dentro de casa, por causa da pandemia da Covid-19, devemos ter cuidados redobrados no nosso dia a dia. A qualidade do ar que respiramos, por exemplo, é um aspeto ao qual devemos prestar muita atenção, pelo bem da nossa saúde.
A Remax fechou o primeiro trimestre do ano – já abrange, portanto, o mês de março, marcado pelo início da pandemia do novo coronavírus em Portugal – com um volume de preços de cerca de 1,2 mil milhões de euros, relativos a 14.420 transações. Trata-se, em termos homólogos, de “uma leve descida no volume total de transações, mas de crescimento em volume de preços (5,1%)”, revela a mediadora imobiliária.
Em tempos de Covid-19, são muitas as empresas forçadas a fechar portas, tendo a procura por contabilistas para dar apoio nos processos de lay-off e insolvência aumentado 37% num ano: em abril face ao mesmo mês do ano passado. As empresas que mais procuram estes profissionais, ou seja, as mais afetadas pela pandemia, são as pequenas (59%), seguidas das médias (27%) e das grandes (14%).
Está há dois anos a estudar o mercado português e decidiu dar o “pontapé de saída” no país em plena pandemia. A promotora imobiliária de origem francesa, Nexity, apresentou oficalmente o seu plano estratégico para Portugal, que irá passar, entre outras coisas, por criar oferta para as famílias portuguesas de classe média. Vai começar, para já, por investir cerca de 68 milhões de euros em três projetos de imobiliário residencial, localizados no Porto e Lisboa.
A Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) veio lembrar que continua à espera, depois de já ter passado um mês, de uma resposta do Governo à sua proposta de moratória fiscal para proprietários de imóveis arrendados em sede de IMI, IRS e AIMI. Acusa o Governo de “arrogância” por manter o silêncio e adianta que “não está a pedir um perdão fiscal”, mas uma “dilação do prazo de pagamento” semelhante àquela foi concedida aos inquilinos no caso do pagamento das rendas durante o estado de emergência e no mês seguinte.
Os bancos estão obrigados, desde o dia 7 de maio de 2020, a divulgar e prestar informação sobre moratórias de crédito à habitação e ao consumo criadas no âmbito da pandemia do novo coronavírus, revelou o Banco de Portugal (BdP), adiantando que a obrigatoriedade em causa foi consagrada num aviso publicado em Diário da República (DR).
A Câmara de Lisboa está empenhada em simplificar os processos de licenciamento e vai reforçar, para cerca do dobro, o número de engenheiros e arquitetos afetos à fiscalização, para acelerar a resposta a cidadãos e empresas. A grande novidade é que, a partir de agora, o município fará um “controlo meramente formal das especialidades”.
Num momento em que as palavras da ordem do dia são “confinamento domiciliário” e “higienização”, como resultado da pandemia da Covid-19, e que a população em geral passou a centrar, quase em exclusivo, a sua atividade diária na habitação, utilizando em maior escala os espaços comuns dos edifíci
Restrições e desconfinamento lento e gradual são tudo consequências da pandemia da Covid-19, e que já estão a afetar muitos bares, cafés e restaurantes em todo o mundo.
O processo de reabertura dos estabelecimentos de mediação imobiliária, nesta primeira fase do desconfinamento, continua a gerar uma onda de dúvidas e mal entendidos, baseados em diferentes interpretações jurídicas da resolução do Conselho de Ministros (n.º 33-A/2020, de 30 d
Em março, já em plena pandemia de novo coronavírus, os custos de construção de habitação nova subiram 0,6% face ao mesmo mês do ano passado. Trata-se, no entanto, de um aumento homólogo muito inferior face ao verificado nos últimos meses – em fevereiro, por exemplo, tinha sido de 2,1% e em janeiro de 2,7%. Em causa estão estimativas divulgadas esta segunda-feira (11 de maio de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A pandemia do novo coronavírus vai ter um forte impacto nas contas dos bancos em 2020, isto apesar de haver ainda uma grande incerteza. “O cenário de uma pandemia e os seus severos impactos, designadamente económicos eram, até há pouco, contemplados como remotos”, alerta a Caixa Geral de Depósitos (CGD).