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A criação de um regime excepcional para que, até março de 2021, os lojistas dos centros comerciais paguem apenas a componente variável das rendas, tal como consta da Proposta de Aditamento ao Orçamento Suplementar para 2020 feita pelo PCP, coloca em causa a viabilidade dos centros comerciais e pode conduzir alguns deles à falência, defende a APCC – Associação Portuguesa de Centros Comerciais.
A Associação de Empresas de Consultoria e Avaliação Imobiliária (ACAI) considera que a iniciativa legislativa apresentada pelo PCP, que prevê a intromissão do Estado na relação contratual entre lojistas e proprietários de centros comerciais, pode pôr em risco a reputação de Portugal como país seguro para investir. A ACAI defende que a medida “criaria um precedente gravíssimo”.
Os investidores continuam de olhos postos em Portugal e revelam ter disponíveis cerca de sete mil milhões de euros para comprar imobiliário comercial no país, segundo um inquérito realizado pela consultora imobiliária Cushman & Wakefield (C&W). As conclusões mostram que o “apetite
Está há dois anos a estudar o mercado português e decidiu dar o “pontapé de saída” no país em plena pandemia. A promotora imobiliária de origem francesa, Nexity, apresentou oficalmente o seu plano estratégico para Portugal, que irá passar, entre outras coisas, por criar oferta para as famílias portuguesas de classe média. Vai começar, para já, por investir cerca de 68 milhões de euros em três projetos de imobiliário residencial, localizados no Porto e Lisboa.
"Não entrar em pânico, não tomar decisões precipitadas e, sobretudo, manter o sangue frio e disciplina”.
Os números são relativos ao primeiro trimeste do ano e permitem concluir que Portugal continuava, antes do início da pandemia do novo coronavírus, na mira dos investidores imobiliários. Entre janeiro e março, registaram-se no país 17 operações que no seu conjunto integraram 42 imóveis, com um volume transacionado de 1.500 milhões de euros, o segundo mais elevado de sempre, sendo apenas superado pelo valor alcançado no último trimestre do ano passado: 1.700 milhões de euros.
“O panorama atual no investimento imobiliário não é dramático”, sendo que os investidores não estão a tomar “decisões porque estão a avaliar o impacto nos seus portfolios”, encontrando-se “o investimento em novos projetos em ‘stand-by’”. A garantia é dada por Pedro Valente, do departamento de Capital Markets da Worx, que considera, no entanto, que “continua a existir um grande interesse pelo mercado nacional bem como uma enorme liquidez”.
“O mercado de trabalho até 2030 será mais fluído, em alternativa ao ‘local fixo’, desbloqueando a produtividade, crescimento e criatividade”, esta é uma das conclusões do estudo “Global Outlook 2030 - The Age of Responsive Real Estate”, realizado pela consultora imobiliária CBRE, que analisa as 10 grandes tendências e desafios do setor para a próxima década. Um tema interessante nos dias que correm, tendo em conta que muitos portugueses estão em teletrabalho, devido à pandemia do novo coronavírus.
Fundada em 1999 e adquirida em 2018 pelo Grupo Arrow Global, a Norfin é um dos principais 'players' na área da gestão e consultoria de investimentos imobiliários em Portugal, operando sobretudo com investidores institucionais internacionais.
O edifício Minerva, em pleno centro do Porto, acaba de mudar de mãos, tendo sido comprado pela portuguesa Endutex, por valor desconhecido. O imóvel adquirido pela empresa de revestimentos têxteis era propriedade de um fundo de investimento da Profile S.G.F.I.I, somando uma área bruta locável de 6.800 metros quadrados (m2), entre espaços de retalho e de escritórios.
O imobiliário voltou a dar que falar em 2019 e tudo aponta para que 2020 seja outro ano quente para o setor.
O investimento em imobiliário comercial continua em alta, alavancado pela segurança, rentabilidade e elevada liquidez dos investidores. Só no ano passado foram transacionados no mercado português cerca de 3.200 milhões de euros, através de 74 operações de investimento, segundo a consultora Worx. Os alicerces estão sólidos e a procura mantém-se ativa, um cenário que deverá continuar a alimentar o setor em 2020.
“2019 foi transversalmente um ano excelente para o imobiliário nacional: no mercado de investimento imobiliário comercial estima-se que terão sido transacionados 3.000 milhões de euros enquanto que o mercado ocupacional revela uma procura ativa e limitada pela escassez de oferta de produto de qualidade”. A garantia é dada por Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield (C&W) em Portugal, que diz estar otimista para 2020.
Em 2019, foram investidos 2,8 mil milhões de euros em imobiliário comercial – a maioria (92%) via capital estrangeiro –, um volume que representa 21% do capital transacionado ao longo da última década (13,6 mil milhões euros) e que só é superado pelos 25% registados em 2018 (3,3 mil milhões de euros). Em causa estão dados revelados pela consultora imobiliária JLL, que destaca que 2019 foi “mais um ano excecional para o mercado português”.
O conceito de coworking está a crescer em Portugal, e já há vários operadores em expansão ou a inaugurar os seus primeiros projetos no país. Estima-se que este modelo de trabalho agregue uma oferta total de 130.000 metros quadrados (m2), 60% dos quais concentrados em Lisboa e 13% no Porto.
O mercado industrial e logístico no Grande Porto apresenta atualmente uma oferta estimada nos 13 milhões de metros quadrados (m2), superior à da Grande Lisboa.
O edifício Ramazzotti, localizado às portas de Lisboa, em Carnaxide, foi vendido por 30 milhões de euros, sendo agora propriedade da MCAP Global Finance (UK) LLP, uma gestora de fundos estabelecida em Londres, afiliada da Marathon Asset Management, L.P., com sede em Nova Iorque.
O final de ano está em contagem decrescente e o mercado imobiliário português está de boa sáude, nomedamente o comercial, podendo superar os níveis alcançados no ano passado. Para 2020, “antecipa-se uma manutenção da evolução positiva do mercado, embora a níveis mais moderados face aos últimos anos”, diz Andreia Almeida, diretora de research da Cushman & Wakefield (C&W).
Portugal está na mira dos investidores estrangeiros. Uma tendência que se deve manter. “O segmento de escritórios é aquele que tem estado mais em cima da mesa aquando das opções de investimento”, diz Nelson Rêgo, diretor geral da Prime Yield, ao idealista/news.
A operar em Portugal em 'real estate finance' desde o início dos anos 2000, o ING está por detrás de algumas das principais operações imobiliárias que se realizaram a nível nacional, nos últimos anos.