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Investimento imobiliário em Portugal

“Há muito capital a querer entrar em Portugal e pouca oportunidade”

“Detesto dizer que somos um mercado pequeno, mas não somos um mercado muito grande e, de facto, há muito capital a querer entrar e pouca oportunidade, ou oportunidades a menos”. É desta forma que Francisco Sottomayor, CEO da Norfin, respondeu ao idealista/news quando questionado sobre se Portugal ainda é um destino atrativo e se continua e continuará no radar dos investidores imobiliários estrangeiros. O contexto atual é de incerteza, devido à inflação alta e à subida dos custos de construção, bem como das taxas de juro, num cenário que tem como pano de fundo uma inesperada guerra, mas confiança parece ser palavra de ordem. 
Crédito malparado em Portugal

Inflação e juros a subir: bancos admitem aumento do crédito malparado

A inflação está em alta em Portugal - em maio atingiu os 8%, o valor mais alto desde 1993. E o contexto de crédito habitação está a mudar, com a subida das taxas Euribor à boleia da já anunciada subida da taxa diretora pelo Banco Central Europeu (BCE) para julho, o que acaba por agravar as prestações da casa. Mas os bancos não temem potenciais efeitos negativos deste contexto nos seus balanços, embora admitam que poderá vir a existir um aumento do crédito malparado no país. 
Prestação da casa a subir

Euribor a subir e prestação da casa a crescer: como estar protegido?

Os bancos têm mostrado disponibilidade para financiar a compra de casa, mas o cenário atual de alta inflação poderá ter impacto também na concessão de crédito habitação, visto que os juros estão a aumentar e a fazer disparar as taxas Euribor para terreno positivo, o que fará com que a prestação da casa também suba. Parece ser hora, posto isto, de estar protegido para eventuais dissabores que conduzam a incumprimentos com o banco. Explicamos como no artigo desta semana da Deco Alerta.
Entrega e pagamento de impostos ao Estado

Impostos: Governo alarga prazos de entrega ao Estado

As empresas e os trabalhadores independentes vão ter facilitada a entrega de impostos ao Estado no segundo semestre do ano. Em causa está uma medida aprovada em Conselho de Ministros quinta-feira (dia 23 de junho de 2022) que prorroga o regime complementar de diferimento de obrigações fiscais para o segundo semestre de 2022, “bem como o seu alargamento a todas as empresas que operem em Portugal”. De referir que as contribuições para a Segurança Social não estão abrangidas.
Bolha imobiliária em Portugal

Risco de bolha de preços em Portugal é afastado pelas imobiliárias

Com elevada inflação, o aumento dos preços das casas e a subida dos custos no crédito habitação – pelos novos prazos consoante a idade e o aumento dos juros à boleia das taxas Euribor -, os portugueses veem os seus orçamentos familiares diminuídos, um cenário que poderá arrefecer a procura de habita
Juros no crédito habitação

Juros no crédito habitação: subidas são “normais” na economia

A subida das taxas Euribor tem elevado os juros dos empréstimos habitação e, por consequência, as prestações da casa. E este cenário tem alarmado as famílias que estão a pagar créditos habitação e as que pretendem contratar um para comprar casa. Acontece que, segundo diz fonte oficial da Associação Portuguesa de Bancos (APB), a subida e descida dos juros faz parte do “normal da economia”. E o que não é normal é haver um período tão longo de juros em terreno negativo.
Bolha imobiliária em Portugal

Bolha imobiliária: Portugal é o sexto país da OCDE com maior risco

O risco de bolha imobiliária está a estremecer várias economias mundiais. À medida que os bancos centrais aumentam as taxas de juro diretoras, os juros dos créditos habitação sobem apertando os orçamentos familiares que já estão pressionados pela inflação. E a tudo isto soma-se ainda o risco de recessão global. Se este contexto arrefecer a procura, os preços das casas podem mesmo começar a cair a pique e fazer estoirar a bolha em muitas economias. Portugal é uma das economias da Zona Euro em maior risco de bolha imobiliária.
Christine Lagarde

BCE promete "flexibilidade" para tentar acalmar mercados

O Banco Central Europeu (BCE) prometeu hoje "flexibilidade" na sua política monetária para acalmar a tensão no mercado de dívida, após uma reunião de emergência do Conselho de Governadores.A instituição "vai aplicar alguma flexibilidade no reinvestimento" das obrigações adquiridas no âmbito do progr