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A imigração está na ordem do dia em Portugal, nomeadamente a nível político, sendo um dos temas centrais de discussão durante a campanha para as eleições Presidenciais de 2026, cuja segunda volta se realiza este domingo (8 de fevereiro de 2026). A necessitar urgentemente de mão de obra, nomeadamente estrangeira, está o setor da construção civil, tendo em vista as várias obras em desenvolvimento (ou futuras) no país. À cabeça está, claro, a premência na construção e reabilitação de casas, de forma a dar resposta à crise habitacional. Sem rodeios, Carlos Alberto Mineiro Aires, administrador executivo da Fundação da Construção, diz de sua justiça: “Nós, sem imigrantes, não vivemos. Não é só na construção, é em todas as áreas”.
Há uma zona no Porto que ficou esquecida durante vários anos e que está, agora, a renascer. Falamos da zona oriental da cidade Invicta, que tem vindo a ser dinamizada quer por iniciativa municipal, quer privada.
Em 2025, as fortunas das sete famílias mais influentes na bolsa portuguesa registaram um aumento significativo, impulsionado pelo melhor desempenho do PSI dos últimos 16 anos, que valorizou quase 30%. Com o regresso da Teixeira Duarte ao índice, os seis clãs habituais passaram a sete, e o conjunto das suas riquezas atingiu cerca de 2,38 mil milhões de euros, aproximando-se de 19 mil milhões de euros em valor total.
Há uns anos, o coliving era muitas vezes apresentado como uma moda importada. Em 2025, a realidade foi outra (e em 2026 também será): a crise da habitação agravou-se, a mobilidade profissional tornou-se estrutural, o trabalho híbrido normalizou-se e a solidão passou a ser reconhecida como um problema social e de saúde pública. Neste novo contexto, o coliving deixou de ser apenas um formato alternativo de morar para passar a integrar um debate muito mais amplo sobre como vivemos, com quem vivemos e que papel a casa tem na nossa qualidade de vida.
A construtora portuguesa Mota-Engil anunciou esta terça-feira, dia 23 de dezembro de 2025, que assegurou um financiamento de 214 milhões de dólares (181 milhões de euros à taxa de câmbio atual) da Corporação Financeira Internacional (IFC), o braço do Banco Mundial para o setor privado, para apoiar as operações em África. "O financiamento apoiará a expansão e execução de projetos mineiros transformadores na África do Sul, Senegal e Guiné, bem como grandes projetos ferroviários, incluindo o corredor ferroviário Kano–Maradi na Nigéria e o corredor ferroviário do Lobito, em Angola".
Situado na cidade do Porto, na avenida que inspirou o seu nome, o empreendimento Fernão Magalhães 127 entra agora na última fase de construção.
O antigo presidente da Mota-Engil, António Mota, morreu, este domingo (dia 30 de novembro de 2025), no Porto aos 71 anos, anunciou o grupo, recordando-o como um “líder histórico”, “carismático”, um “empresário visionário” e um “homem de enorme humanidade”.“O Grupo Mota-Engil vem informar com o mais
Investir no imobiliário tem de ter um propósito. E “impactar as cidades, captar a atividade económica e melhorar a vida das pessoas” é o grande objetivo da Emerge, a promotora imobiliária do grupo Mota-Engil. Já colocaram no mercado centenas de casas ao longo dos anos. E querem ir mais longe.
A tensão geopolítica vivida durante o ano de 2024 levou a um abrandamento no setor da construção. No entanto, fatores como o aumento da urbanização, envelhecimento da população, digitalização e descarbonização deverão impulsionar fortes investimentos nas áreas dos transportes, energia, telecomunicações e ativos digitais, apoiados pela adoção de Building Information Modelling (BIM) e soluções de gestão baseadas em Inteligência Artificial (IA), o que deverá levar a uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 5,5% na construção até 2030.
As demolições previstas no projeto da linha de alta velocidade entre o Porto e Oiã são de 236, das quais 185 habitações e 45 empresas, segundo o projeto de execução submetido pelo consórcio AVAN Norte, já em consulta pública. De acordo com o documento, disponibilizado no portal participa.pt e disponível para consulta pública até 11 de novembro, “no caso de Afetações Diretas no Projeto de Execução”, estão em causa 185 habitações e 45 atividades económicas, “totalizando 230 afetações”.
Já iniciaram as obras de escavação e de contenção periférica no NoLiPa, o novo empreendimento residencial do Campo Grande, em Lisboa, ao mesmo tempo que foram lançados mais dois edifícios, dando início à terceira fase de comercialização.
A Mota-Engil, através da sua participada Mota-Engil México, assinou novos contratos no México de valor superior a 1.000 milhões de euros, o maior dos quais para construção ferroviária no valor de 820 milhões de euros, informou a empresa.
O M-ODU abre no próximo verão no antigo Matadouro Industrial de Campanhã, no Porto, com nove edifícios para escritórios e oito mil metros quadrados para galerias e equipamentos públicos, representando um investimento de 40 milhões de euros. As obras estruturais de reconversão do antigo Matadouro de Campanhã, no Porto, vão terminar ainda este ano e durante o mês de dezembro, todos os espaços serão entregues em regime de ‘core & shell’, onde as infraestruturas estão todas feitas, permitindo que os primeiros inquilinos possam avançar para os acabamentos finais.
A Mota-Engil fechou um novo contrato com a Petrobras no valor de 4,4 biliões de reais (equivalente a cerca de 700 milhões de euros), anunciou esta segunda-feira, dia 6 de outubro de 2025, ao mercado. O novo contrato, que terá uma duração estimada de 50 meses, prevê o projeto de execução, construção, montagem, comissionamento, operação assistida e integração com a Refinaria Duque de Caxias (“Reduc”) no Rio de Janeiro.
A Mota-Engil prevê assinar, até ao final do ano, o contrato para a concessão do túnel entre as cidades de Santos e Guarujá, no Brasil, depois de vencer o leilão na passada sexta-feira (dia 5 de setembro), adiantou em comunicado ao mercado.Na nota, publicada na Comissão do Mercado de Valores Mobiliár
A Teixeira Duarte vai integrar o principal índice da bolsa de Lisboa, o PSI, a partir do dia 22 de setembro, após a revisão levada a cabo pela Euronext, adiantou esta quarta-feira (10 de setembro de 2025), em comunicado. O principal índice da bolsa nacional vai passar a contar com 16 cotadas, o que não acontece desde a saída da Greenvolt em 2024.
O antigo Convento das Grilas, em Lisboa, tem mais de 350 anos de história e vai iniciar um novo capítulo. É aqui que vai nascer o futuro coliving, que vai trazer mais de 80 alojamentos partilhados à Fábrica de Unicórnios, no Beato.
Os antigos terrenos da central termoelétrica da EDP junto ao rio Douro, no Porto, estão fechados e devolutos há várias décadas. Mas agora vão ganhar nova vida.
EDP, GALP Energia e Jerónimo Martins continuam a ocupar, por esta ordem, os três primeiros lugares do ranking das 25 Marcas Portuguesas Mais Valiosas. Destaque para o facto da Caixa Geral de Depósitos (CGD) e do Millennium BCP terem ascendido, este ano, ao Top 5. Em causa estão dados divulgados esta terça-feira (17 de junho de 2025) pela consultora OnStrategy.
A Mota-Engil continua com os seus investimentos imobiliários além-fronteiras – e não só. O grupo português concluiu a aquisição dos 50% que não detinha na sua participada brasileira, a Empresa Construtora Brasil (ECB).