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Um dos edifícios mais emblemáticos do centro histórico de Caminha, localizado na Rua Barão de S. Roque, vai ser transformado num empreendimento turístico com cinco apartamentos “premium” para um “segmento alto de mercado”.
O edifício de comércio e habitação “Duke Residences Saldanha”, localizado em pleno coração da cidade de Lisboa, vai ser reabilitado. A empreitada será realizada pela MAP Engenharia e concilia a reabilitação integral de um Edifício Art Déco com 100 anos, e uma construção nova de arquitetura contemporânea.
Mais espaço dentro e fora de casa. Esta terá sido uma das frases mais ouvidas depois do confinamento. Muitas famílias repensaram as suas habitações, depois e ainda durante o período de estado de emergência, seja pelas necessidades decorrentes do teletrabalho ou telescola, ou pela falta de espaços ao ar livre para “respirar”. Desde remodelações, reabilitações ou decoração, as famílias decidiram pôr “mãos à obra” e transformaram algumas divisões da casa – ou até acrescentando outras. A pandemia fez com que muitas “criassem ou melhorassem espaços de lazer nas suas casas”, e trouxe “para a lista das prioridades melhorias e problemas que há muito vinham sendo adiados”, tal como explica Luís Martins, diretor operacional da Urban Obras, em entrevista ao idealista/news.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo (CMVC) aprovou a contratação de um empréstimo de 2,7 milhões de euros para financiar investimentos em estradas, equipamentos escolares e desportivos a concluir até 2021.
“É indispensável assegurar às empresas” do setor da construção e do imobiliário “as condições necessárias para ultrapassar os impactos imediatos causados pela pandemia e garantir o seu posicionamento competitivo numa altura em que, mais do que nunca, é no investimento público e privado que reside a chave do nosso futuro coletivo”, considera Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).
O emblemático Arco do Bandeira, em Lisboa, na ligação entre o Rossio e a Rua dos Sapateiros, num dos centros nevrálgicos da capital, está a ser reabilitado, devendo as obras – a cargo da Lucios Engenharia e Construção – estar concluídas em setembro de 2020.
Todas as quartas-feiras apresentamos um hotel com encanto.
De forma a responder aos estímulos e dificuldades do mercado imobiliário atual, o legislador procurou encontrar uma solução alternativa à aquisição de habitação própria e ao consequente endividamento das famílias e dos grupos etários mais vulneráveis. Foi neste sentido que surgiu a figura do Direito Real de Habitação Duradoura (DRHD), criado pelo Decreto-Lei n.º 1/2020, de 9 de janeiro, e que clarificamos com fundamento jurídico neste artigo, preparado pela Teixeira Advogados & Associados para o idealista/news.
O calor do verão está de volta, e com ele veio também uma nova obra do artista francês Benedetto Bufalino, autor de outras obras surpreendentes, como por exemplo um camião betoneira que mais parece uma discoteca ou um trator transformado em aquário.
A Indasa, especializada na produção de materiais e sistemas de lixamento inovadores, com foco na indústria de reparação automóvel, entregou à construtora portuguesa Garcia Garcia a ampliação da sua unidade, em Aveiro. Trata-se de uma obra que se desenvolve em duas fases: a prmeira, que ficou concluída em maio, incidiu na ampliação de uma nave industrial, e a segunda, que arrancou em junho e termina em março de 2021, prevê a construção de um novo edifício. Desta forma, a Indasa aumentará em mais de 40% a sua área de edificação.
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) aprovou o lançamento do concurso público para a reconversão de dois dos edifícios que a autarquia comprou à Segurança Social numa residência de estudantes com 208 quartos. Segundo a proposta, apreciada em reunião camarária, o preço base do concurso público é de cerca de 10 milhões de euros.
Pandemia e teletrabalho são palavras que andam de “mãos dadas” nos últimos tempos. E a culpa é da Covid-19, que levou a que muitas empresas ficassem com os respetivos escritórios desocupados – e os funcionários a trabalhar a partir de casa. Agora, num cenário pós-pandemia, no chamado “novo normal”, o que se pode esperar do futuro do segmento de escritórios? O que vai mudar? Em entrevista ao idealista/news, Nuno Garcia, diretor-geral da GesConsult, diz que “o teletrabalho generalizado mudou o paradigma da presença das pessoas nos escritórios”, uma tendência “que veio para ficar”.
A Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, no distrito de Bragança, tem em curso e a concurso obras no valor de 12,9 milhões de euros. Em causa está um conjunto de empreitadas que “se perspetiva que no final do mês de julho estejam em concursos, adjudicadas ou em fase de conclusão”, e que terão necessidade de mão de obra.
Está a nascer no centro de Lisboa, no cruzamento da Avenida António Augusto de Aguiar com a Avenida Fontes Pereira de Melo, junto ao Marquês de Pombal, o hotel Meliã Lisboa, a primeira unidade de cinco estrelas gerida pela cadeia hoteleira espanhola em Portugal. As obras já arrancaram e a conclusão está prevista para daqui a dois anos, ou seja, o hotel, que terá 240 quartos, deve abrir portas no segundo semestre de 2022.
É mais um dano colateral causado pela pandemia da Covid-19, que obrigou os portugueses a ficarem em casa durante bastante tempo, e muitos em teletrabalho. O confinamento fez disparar os pedidos de serviços de reparação no lar, com os arranjos de máquinas de lavar e de TV’s a liderarem o ranking: entre março e julho de 2020, aumentaram 389% e 306%, respetivamente, face ao ano passado. O pódio fica completo com o serviço de suporte técnico, que disparou 200% num ano.
Nos primeiros seis meses do ano, o total de concursos de obras públicas promovidos aumentaram 35%, para 2.671 milhões, em termos homólogos, revela o barómetro da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN). Já os contratos de empreitadas celebrados caíram 22%, para 795 milhões.
“Os portugueses continuam a ter receio de voltar às rotinas anteriores ao início da crise do coronavírus”, conclui a Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, salientando que ainda existe medo de frequentar espaços públicos e que muitas férias foram canceladas. Em causa está um inquérito online realizado pela associação entre 16 e 20 de julho, que contempla 1.006 respostas de pessoas que têm entre 18 e 74 anos.
“Estamos focados em organizar o Salão Imobiliário de Portugal (SIL) de 8 a 11 de outubro, e tudo estamos a fazer para que isso aconteça e que seja mais um sucesso”, revela em entrevista ao idealista/news Sandra Fragoso, gestora do SIL, que este ano se realiza em conjunto com a Tektónica, que foi adiada devido à pandemia da Covid-19. Segundo a responsável, o adiamento da maior e mais importante feira imobiliária do país – a 23ª edição está agendada para a FIL, no Parque da Nações, em Lisboa – “seria muito prejudicial para o setor”.
Com mais tempo em casa, pelo menos 35% dos portugueses renovaram algum espaço ao longo do confinamento, segundo o mais recente estudo da Fixando. Os motivos dessas remodelações foram, principalmente, a vontade de tornar o espaço mais confortável (50%), a necessidade de reorganizar a casa devido ao teletrabalho ou telescola (35%) e o desejo de mudar o espaço à sua volta (25%).
O edifício onde em tempos funcionou o Hotel do Louvre, no Porto, vai ser alvo de obras de reabilitação para ser tranformado em apartamentos. O imóvel histórico, que remonta ao século XIX, situa-se no cruzamento da Rua do Rosário com a Rua de Dom Manuel II, junto ao Museu Soares dos Reis e ao Hospital de Santo António.