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É oficial. O Time Out Market vai chegar ao Dubai no primeiro trimestre de 2021, em Souk Al Bahar, com vista para a Fonte de Dubai e o Burj Khalifa. Este é o sétimo espaço do grupo – depois de Lisboa, Miami, Nova Iorque, Boston, Montreal e Chicago – e será o primeiro a abrir portas desde a chegada da pandemia.
Quanto custa aos proprietários vender uma casa? Que impostos é preciso pagar e quais são os documentos a ter em conta na hora de vender uma casa? E que impacto tem no orçamento todo o processo relativo à transação de um imóvel? Preparámos um guia, com a ajuda da Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, que responde a todas estas questões. Sim, porque mesmo em tempos de pandemia da Covid-19, o mercado imobiliário não parou, pelo contrário, mostrou estar resiliente. Contamos-te tudo sobre este assunto no artigo de hoje da Deco Alerta.
O melhor país para viver durante a pandemia é a Nova Zelândia, com um índice de resiliência à Covid-19 de 85,4 pontos. Seguem-se no pódio, por esta ordem, Japão (85) e Taiwan (82,9). Portugal encontra-se na 33ª posição do ranking, com uma pontuação de 59,2, e no 53º e último lugar encontra-se o México (37,6).
"Há um conjunto de instrumentos que têm de ser criados para salvaguardar a curto prazo, sobretudo em função da pandemia, respostas estruturadas para a população", disse a secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, no debate de urgência "A pandemia e as suas implicações nas p
O Governo recusa suspender políticas de habitação enquanto se espera pelo Programa Nacional de Habitação, previsto ser apresentado em 2021.
Os estúdios de arquitetura continuam a projetar casas adaptadas aos novos modelos de vida trazidos pela pandemia. A possibilidade de morar e teletrabalhar em qualquer lugar tornou-se num novo desafio.
O Governo está a ponderar que o apoio no pagamento das rendas, atribuído pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), possa ser convertido em subsídios, deixando de ser empréstimos, disse esta sexta-feira (4 de dezembro de 2020) a secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves.
As famílias portuguesas estão a reforçar as poupanças que têm nos bancos, devido à crise causada pela pandemia da Covid-19. No final de outubro, os depósitos nas instituições financeiras ascendiam a 158,6 mil milhões de euros, mais 500 milhões que em setembro. Em causa estão dados divugados recentemente pelo Banco de Portugal (BdP).
A oferta de quartos para arrendar em Portugal aumentou à boleia da Covid-19. Segundo dados do idealista, o número de quartos disponíveis para viver em casas partilhadas em novembro é quase 22% superior face ao registado no final do primeiro trimestre do ano, embora a evolução não tenha sido homogénea em todo o território nacional, tal como mostra esta análise. No Porto a oferta triplicou, numa variação de quase 200%, mas se rumarmos ao Alentejo, até Beja, encontramos um cenário bem diferente: nenhum registo de anúncios em novembro.
Transformar uma aldeia numa espécie de mural de arte urbana, com obras de artistas dos quatro cantos do mundo. A ideia nasceu e floresceu em plena pandemia e continua “viva”, graças a Tiago Martins, um jovem engenheiro que mora em Paris – cidade onde nasceu - e que decidiu transformar a pequena aldeia onde vivem os pais, Barrenta, no concelho de Porto de Mós, numa aldeia artística. Pinturas, azulejos, pequenos autocolantes, posters, tecidos e obras mais arrojadas invadiram as ruas desta pequena localidade durante a pandemia, num projeto que veio para ficar.
As moratórias bancárias foram um balão de oxigénio para muitos portugueses, que, devido à pandemia da Covid-19, viram as respetivas prestações suspensas, sobretudo as relativas ao crédito à habitação. Foram mais de 750 mil as moratórias aprovadas e/ou concedidas até 30 de setembro, data em que terminou o prazo para se aceder à moratória pública – foi entretanto prolongado até março de 2021 –, correspondentes a empréstimos no valor de cerca de 45 mil milhões de euros. Quase metade dos financiamentos (42%) eram contratos de crédito à habitação e outros créditos hipotecários (317.606), tendo já ficado por pagar, desde o início da crise pandémica, mais de 500 milhões de euros em prestações da casa.
As regiões da Madeira, Lisboa e Algarve venceram, nas categorias Melhor Destino Insular, Melhor ‘City Break’ e Melhor Destino de Praia, respetivamente, os World Travel Awards 2020, que celebram este ano a 27ª edição. De referir que Lisboa recebeu o galardão pelo quarto ano consecutivo. Ao todo, Portugal arrecadou 14 galardões.
A Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês) deu “luz verde” ao lançamento de uma nova vaga de moratórias bancárias, com o objetivo de aliviar o impacto da pandemia da Covid-19 a empresas e particulares – neste caso, a maioria das moratórias, em Portugal, é relativa a empréstimos para a compra de casa. A decisão foi tomada esta quarta-feira (2 de dezembro de 2020) e tem efeitos a partir de 1 de outubro até 31 de março de 2021. O Governo "congratulou-se", entretanto, com a decisão.
No terceiro trimestre do ano, em pleno verão marcado pela pandemia da Covid-19, os portugueses abriram os “cordões à bolsa” aos chamados bens duradouros, como por exemplo automóveis, mobília, computadores ou telemóveis. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), as despesas de consumo final das famílias residentes em Portugal neste tipo de bens atingiu 3182,6 milhões de euros, o valor mais elevado desde o final de 2000.
Portugal foi o país europeu que registou maiores perdas na massa salarial na sequência da crise provocada pela pandemia da Covid-19, sendo que as mulheres foram mais penalizadas que os homens. Esta é uma das conclusões do Relatório Global sobre os Salários 2020/2021, divulgado esta quarta-feira (3 de dezembro de 2020) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Há um ano, o Majestic estava “completamente cheio”, “com filas à porta”. Agora, o histórico café da Baixa do Porto está de portas fechadas, desde esta segunda-feira, dia 30 de novembro, por falta de clientela, devido à pandemia da Covid-19.
Às portas de 2021, e num contexto de crise gerado pela pandemia da Covid-19, importa começar a preparar em força o próximo ano.
Milhões de americanos temem ser despejados até o final deste ano, aumentando o sofrimento provocado pela pandemia da Covid-19 que assola o mundo, e em particular os EUA. Cerca de 5,8 milhões de adultos norte-americanos dizem que têm uma probabilidade muito grande de serem despejados ou alvo de uma execução hipotecária nos próximos meses, segundo relata a Bloomberg. A sondagem foi realizada pelo U.S. Census Bureau e concluída no mês passado.
Ter um Natal em segurança em casa este ano será praticamente impossível, pelo menos nos moldes tradicionais devido à pandemia. Grandes reuniões à mesa estarão fora de questão e em Portugal o Governo já está a preparar medidas – vão ser anunciadas no próximo sábado, dia 5 de dezembro de 2020.
As despesas com a casa, água, luz, gás e outros combustíveis pesam quase 18% no bolso das famílias portuguesas, revelam os dados do Eurostat.