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Resultados da pesquisa

Linha de apoio de 100 milhões para micro e PME se ajustarem às novas regras - concursos abrem hoje

Linha de apoio de 100 milhões para micro e PME se ajustarem às novas regras - concursos abrem hoje

O Governo criou um sistema de incentivos à adaptação da atividade empresarial ao contexto da doença, chamado Programa ADAPTAR. Dotado de 100 milhões de euros, o programa pretende minorar os custos acrescidos para que as micro, pequenas e médias empresas se adequem às normas e recomendações estabelecidas pelas autoridades. Os avisos para as candidaturas abrem esta sexta-feira, 15 de maio de 2020.
Um desafio chamado regresso ao trabalho: 9 dicas que ajudam as empresas a comunicar no pós-Covid

Um desafio chamado regresso ao trabalho: 9 dicas que ajudam as empresas a comunicar no pós-Covid

Covid-19 passou a ser sinónimo de confinamento e teletrabalho. Trabalhar a partir de casa é uma realidade a que as pessoas (trabalhadores) e as empresas terão de começar a habituar-se, porque será, ao que tudo indica, uma prática mais “normal” no mercado laboral no pós-pandemia de novo coronavírus. O regresso ao trabalho será, de resto um grande desafio. Estas nove dicas podem ajudar as empresas a (melhor) comunicar nos próximos tempos. 
Lisboa e Porto presentes na feira imobiliária Expo Real em outubro (na Alemanha)

Lisboa e Porto presentes na feira imobiliária Expo Real em outubro (na Alemanha)

A Expo Real 2020, a maior feira imobiliária da Europa, vai realizar-se, conforme previsto, de 5 a 7 de outubro em Munique (Alemanha) – um dia depois arranca em Lisboa o SIL –, e Portugal volta a marcar presença no certame com stands coletivos de Lisboa e Porto. “A organização está a elaborar um conceito que se adapte à pandemia, para garantir três dias de ‘networking’ ao mais alto nível e em segurança”, diz a MundiFeiras, representante da Expo Real em Portugal.
Isenção de IMI até 2021 e revisão dos vistos gold - o que reclama a Associação Portuguesa de Resorts

Isenção de IMI até 2021 e revisão dos vistos gold - o que reclama a Associação Portuguesa de Resorts

Além de reclamar uma maior progressividade na aplicação do regime do lay-off simplificado – “É fundamental que se mantenha durante muito tempo, não apenas três meses” –, a Associação Portuguesa de Resorts (APR) considera que “há quatro medidas fundamentais” a adotar no setor do turismo residencial na sequência da pandemia do novo coronavírus. Entre elas está a isenção do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e a revisão do regime dos vistos gold, diz ao idealista/news Pedro Fontainhas, diretor executivo da associação.
“Prevemos que muito mais gente vai viver para empreendimentos turísticos"

“Prevemos que muito mais gente vai viver para empreendimentos turísticos"

O setor do turismo residencial é um dos que mais tem sentido os efeitos da pandemia do novo coronavírus. Em entrevista ao idealista/news, Pedro Fontainhas, diretor executivo da Associação Portuguesa de Resorts (APR) antecipa que "a retoma vai demorar, mas vai voltar em força", argumentando que "Portugal tem uma quantidade de fatores diferenciadores únicos que não desaparecem". Aponta, por outro lado, que de futuro haverá mais pessoas a optar por viver em empreendimentos turísticos. “Uma das coisas muito curiosas que reparámos durante esta crise é que o número de residentes permanentes nos empreendimentos subiu bastante”, conta.
Rendas das casas sobem 3,1% em abril e Lisboa regista “aumento mais intenso”

Rendas das casas sobem 3,1% em abril e Lisboa regista “aumento mais intenso”

As rendas das casas por metro quadrado (m2) subiram 3,1% em abril de 2020, face ao período homólogo, registando uma taxa inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p) àquela que foi apurada no mês anterior (março). Segundo o Índice de Preços no Consumidor (IPC), divulgado pelo Instituto Nacional de Estatísica (INE), todas as regiões apresentaram variações homólogas positivas das rendas de habitação, tendo Lisboa registado o aumento mais intenso (3,7%).
Teletrabalho: empregados do Twitter podem trabalhar em casa para sempre

Teletrabalho: empregados do Twitter podem trabalhar em casa para sempre

A pandemia internacional da Covid-19 veio revolucionar o mercado de trabalho. E não apenas no imediato, durante o confinamento para tentar travar a propagação do contágio. Há cada vez mais sinais de que o teletrabalho é uma tendência que veio para ficar e vingar. Agora, a Twitter veio anunciar que os seus funcionários podem, se quiserem, continuar a trabalhar desde casa para sempre, depois da crise, quando o regresso seja seguro.
Remax antecipa uma rápida recuperação do mercado – realizou 14.420 transações até março

Remax antecipa uma rápida recuperação do mercado – realizou 14.420 transações até março

A Remax fechou o primeiro trimestre do ano – já abrange, portanto, o mês de março, marcado pelo início da pandemia do novo coronavírus em Portugal – com um volume de preços de cerca de 1,2 mil milhões de euros, relativos a 14.420 transações. Trata-se, em termos homólogos, de “uma leve descida no volume total de transações, mas de crescimento em volume de preços (5,1%)”, revela a mediadora imobiliária.
Que empresas recorrem mais ao lay-off e a processos de insolvência durante a pandemia?

Que empresas recorrem mais ao lay-off e a processos de insolvência durante a pandemia?

Em tempos de Covid-19, são muitas as empresas forçadas a fechar portas, tendo a procura por contabilistas para dar apoio nos processos de lay-off e insolvência aumentado 37% num ano: em abril face ao mesmo mês do ano passado. As empresas que mais procuram estes profissionais, ou seja, as mais afetadas pela pandemia, são as pequenas (59%), seguidas das médias (27%) e das grandes (14%).
Nexity enfrenta pandemia e aposta em Portugal: vai investir em casas para todos

Nexity enfrenta pandemia e aposta em Portugal: vai investir em casas para todos

Está há dois anos a estudar o mercado português e decidiu dar o “pontapé de saída” no país em plena pandemia. A promotora imobiliária de origem francesa, Nexity, apresentou oficalmente o seu plano estratégico para Portugal, que irá passar, entre outras coisas, por criar oferta para as famílias portuguesas de classe média. Vai começar, para já, por investir cerca de 68 milhões de euros em três projetos de imobiliário residencial, localizados no Porto e Lisboa.