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Para ajudar os portugueses a superarem a crise gerada pelo coronavírus, o Governo e a banca criaram medidas de alívio a vários níveis. Mas o pagamento do seguro automóvel é inevitável.
As reclamações relacionadas com os pedidos de moratórias de créditos bancários – um regime criado para responder à crise económica causada pela pandemia do novo coronavírus – dispararam nos últimos tempos. Entre 15 de março e 28 de abril, foram registadas no Portal da Queixa (PdQ) 135 queixas.
O terceiro e último Estado de Emergência – declarado pelo Presidente da República na sequência da pandemia do novo coronavírus – terminou sábado e Portugal entrou, domingo, em situação de calamidade. A partir desta segunda-feira (4 de maio de 2020) vários estabelecimentos podem voltar a abrir portas, enquanto outros só o poderão fazer quando entrar em vigor a segunda fase do desconfinamento, a 18 de maio de 2020, quando termina o primeiro período da situação de calamidade. Mostramos quais os estabelecimentos que voltam agora a funcionar.
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, revelou estar a ser estudada a hipótese de serem prolongadas as medidas de apoio às rendas para lá do mês subsequente ao fim do Estado de Emergência, isto é, a possibilidade de estender-se o período de atribuição de empréstimos pelo Inst
Apesar de ter ficado marcado pela chegada da pandemia do novo coronavírus, o primeiro trimestre de 2020 manteve o desempenho forte dos últimos tempos no mercado imobiliário. A conclusão é da consultora JLL, que revela, no relatório trimestral Market Pulse, que o investimento comercial atraiu 1.470 milhões de euros até março, tendo crescido mais de 3 vezes face aos primeiros três meses de 2019.
Apesar das agências imobiliárias estarem há semanas de porta fechada e sem poder mostrar os imóveis, 83% dos profissionais imobiliários portugueses continuam a trabalhar desde casa, por causa da pandemia do coronavírus, preparando-se para o momento em que possam voltar à atividade no exterior, segun
A Réplica, uma referência portuguesa na mediação imobiliária na região norte do país, reabre esta segunda-feira, 4 de maio de 2020, as sete lojas ao público, agora que o Estado de Emergência foi levantado pelo Governo.
A Urbinvest partilhou com o idealista/news, na rubrica “Diários de mediadores em casa”, como está a enfrentar a pandemia, desde a organização das equipas até à concretização de negócios, e como prepara o regresso "à normalidade” agora que o Estado de Emergência foi levantado.
Em tempos de incerteza e de (muitas) dúvidas, “O Desafio” regressa num formato diferente e inovador para debater o presente e o futuro do imobiliário.
As últimas semanas conseguiram transformar radicalmente o modo como vivemos. E são já muitos os exemplos de projetos nascidos e criados em tempos de pandemia, prova de que a criatividade e arte continuam (bem) vivas.
Num tempo em que devemos ficar em casa, devido à pandemia do novo coronavírus, podemos realizar aquelas tarefas que deixamos, quase sempre, para “um dia destes”. As empresas fornecedoras de energia e água não estão a permitir a saída dos seus técnicos para efetuar a leitura dos contadores. Esta é, pois, uma boa oportunidade para começares a registar e comunicar as leituras dos contadores de eletricidade e água. Assim pagarás só o que consomes e evitas acertos futuros. Explicamos-te tudo sobre este tema com a ajuda da Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.
O prazo para os proprietários fazerem a limpeza dos seus terrenos, no âmbito das medidas de prevenção de incêndios rurais previstas legalmente, foi novamente prolongado: passou de 30 de abril para 31 de maio de 2020. Novamente porque já tinha sido prorrogado – de 15 de março para 30 de abril -, devido à pandemia do novo coronavírus.
Os proprietários de casas de campo, terrenos ou florestas têm até ao dia de hoje, 30 de abril de 2020, para fazer as respetivas limpezas. O prazo foi prorrogado – devia ter terminado a 15 de março -, por causa da pandemia da Covid-19, e das fortes limitações de circulação. Quem não cumprir as regras fica sujeito a contraordenações, e ao pagamento de coimas entre 280 e 120 mil euros.
Tempos de incerteza, mas, sobretudo, de esperança. Para o imobiliário, para o país e para o mundo.
O Estado de Emergência III está em vigor até sábado (2 de maio) e será, ao que tudo indica, o último declarado pelo Presidente da República na sequência da pandemia do novo coronavírus. Significa isto que o país se prepara agora para uma reabertura faseada da economia. Reabertura essa que terá três fases: 4 de maio, 18 de maio e 1 de junho. Fica a saber quais são os planos de Portugal – o Governo anuncia-os esta quinta-feira (30 de abril) – e de outros países para o pós-Covid-19.
Mark Twain, em 1897, foi anunciado como morto pela imprensa, enquanto na verdade permanecia vivo. Será que agora, em relação ao mercado imobiliário em Portugal - no âmbito da atual crise gerada pela pandemia da Covid-19 - se está a passar por estes dias exatamente o mesmo? Apresentamos uma análise que visa responder a esta pergunta, feita pelo advogado Nuno Pereira da Cruz, Managing Partner da CRS Advogados, preparada para o idealista/news.
“O Castilho 203 sempre foi, para nós – Vanguard Properties (VP) –, um imóvel que achámos que podíamos criar o primeiro conceito de edifício super premium de Lisboa”, diz José Cardoso Botelho, Managing Director da promotora imobiliária, em entrevista ao idealista/news. Esta semana, no dia 28 de abril, ficou “à vista”, já que os andaimes foram retirados. Será o primeiro projeto da VP a ser entregue, sendo que ainda há quatro apartamentos à venda, num total de 19. De recordar que é lá que se encontra o apartamento mais caro de Portugal, que terá sido comprado por Cristiano Ronaldo.
Em tempos de pandemia, a imobiliária LA AGENCY conta na rubrica “Diários de mediadores em casa” do idealista/news que fechou e continua a fechar negócios, guiando-se por uma “visão mais minuciosa e analítica daquilo que se passa em mercados paralelos ao imobiliário e que influenciam este mercado em específico”.
"Estamos muito felizes e vamos continuar a investir em Portugal”, dizia-nos em outubro do ano passado José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties (VP). Na altura, há apenas seis meses, o cenário de pandemia de novo coronavírus estava longe de ser real. A verdade é que muita coisa mudou durante este período em Portugal e no mundo, nomeadamente no setor imobiliário. Mas a ambição e vontade da promotora de investir no país mantém-se intacta. “Não vemos nenhuma razão para deixar de continuar a investir em Portugal”, diz agora o responsável, em entrevista ao idealista/news.
Localizado na primeira linha de rio, a escassos metros da margem do Tejo, e ligado diretamente ao Parque das Nações, o Prata Riverside Village, continua a desenvolver-se a “todo o gás”. A VIC Properties, promotora responsável por aquele que já é considerado como um dos maiores projetos residenciais em Lisboa, iniciou a construção de mais três edifícios do empreendimento, que deverá ficar completamente terminado em 2023.